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Um fundo laranja, no centro um circulo com foto de uma mulher e uma menina andando de mãos dadas próximo a um gramado, de costas para a foto, ambas com roupas floridas semelhantes. No canto superior esquerdo um quadrado amarelo com "No. 41". No canto superior direito o logo do podcast. No canto inferior direito o logo do #OPodcastÉDelas. No centro, o título "Madrastas: Quebrando Estereótipos", e o texto: "Convidadas: Mariana Camardelli e Paula Batista."

As madrastas são retratadas nas fábulas infantis como bruxas que escravizam e envenenam suas enteadas. E quando pesquisamos na internet o significado, aparecem muitas vezes como mulher má, incapaz de sentimentos afetuosos e amigáveis. Mas este estereótipo precisa ser mudado.

Segundo o levantamento mais recente do IBGE, dos mais de 935 mil casamentos registrados no Brasil em 2009, cerca de 70 mil foram realizados entre mulheres solteiras e homens divorciados, o que significa que muitas vezes esta mulher se tornou madrasta.

Em 1987 apenas 1,3% dos casos de divórcio caminhava para o compartilhamento dos filhos. Hoje são mais de 20%.

Para falar sobre este assunto conversei com a Mariana Camardelli, do perfil Somos Madrastas e a Paula Batista, do perfil Criando Crianças Pretas.