Em Casa a Gente Conversa https://opodcastedelas.com.br Podcast Em Casa a Gente Conversa Mon, 20 Sep 2021 16:46:28 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.8.1 Uma iniciativa de produção de podcasts exclusivamente por mulheres! A cada episódio, uma nova equipe irá produzir um conteúdo diferente onde elas falam sobre o que quiserem, como quiserem. OPodcastEDelas OPodcastEDelas opodcastedelas@gmail.com opodcastedelas@gmail.com (OPodcastEDelas) All rights reserved OPodcastEDelas Em Casa a Gente Conversa http://i1.sndcdn.com/avatars-000314104327-4pt3ct-original.jpg https://opodcastedelas.com.br Mensal Em Casa A Gente Conversa #86 – Fotografia Feminina: Um Olhar Pra Dentro https://opodcastedelas.com.br/2021/09/em-casa-a-gente-conversa-86-fotografia-feminina-um-olhar-pra-dentro/ Wed, 15 Sep 2021 13:56:04 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10572 Você já se fotografou para guardar aquele olhar sobre você? Ou já foi fotografada por alguém para se ver por outros olhos? O podcast de hoje é sobre fotografia feminina, sobre como ela pode te ajudar a se olhar por outros ângulos, a se conhecer mais, a se amar mais. A fotografia pode trazer o olhar do outro sobre você, mas também o seu olhar sobre você, por meio de um auto-retrato. A fotografia tem o poder de mostrar que o que vemos sobre nós é uma versão carregada de crenças limitantes impostas por outras pessoas, cheia de rótulos e de imagens que formamos de nós mesmas durante esses anos todos. No meio de tantas fotos pelas redes sociais, a gente se perde do que é real. Muitas vidas sendo compartilhadas de forma superficial, muitas felicidades falsas. O objetivo desse podcast não é falarmos sobre fotos para Instagram nem selfies, mas do poder que a fotografia tem em representar, comunicar, eternizar. Além de ajudar no auto-conhecimento, aumentando o amor próprio. Para falar sobre esse tema, convidei a Mariana Tevah, que trabalha com fotografia no universo feminino, apoiando mulheres a resgatar seu protagonismo, registrando seus ciclos e ritos de passagem. Se você tem gostado do conteúdo por aqui e sentir que deve nos ajudar, você pode contribuir no nosso financiamento coletivo, escolhendo um valor a partir de apenas 5,00 por mês! Com isso, você me ajuda a pagar os custos que tenho com este podcast e me dá aquela força para que eu continue com este trabalho levando informações para mais pessoas! É só clicar no catarse.me/agenteconversa . Você pode parar de contribuir quando quiser! Siga-nos nas redes sociais: Instagram: @agenteconversa Facebook: @emcasaagente Você já se fotografou para guardar aquele olhar sobre você? Ou já foi fotografada por alguém para se ver por outros olhos? O podcast de hoje é sobre fotografia feminina, sobre como ela pode te ajudar a se olhar por outros ângulos, a se conhecer mais, a se amar mais.

A fotografia pode trazer o olhar do outro sobre você, mas também o seu olhar sobre você, por meio de um auto-retrato.

A fotografia tem o poder de mostrar que o que vemos sobre nós é uma versão carregada de crenças limitantes impostas por outras pessoas, cheia de rótulos e de imagens que formamos de nós mesmas durante esses anos todos.

No meio de tantas fotos pelas redes sociais, a gente se perde do que é real. Muitas vidas sendo compartilhadas de forma superficial, muitas felicidades falsas. O objetivo desse podcast não é falarmos sobre fotos para Instagram nem selfies, mas do poder que a fotografia tem em representar, comunicar, eternizar. Além de ajudar no auto-conhecimento, aumentando o amor próprio.

Para falar sobre esse tema, convidei a Mariana Tevah, que trabalha com fotografia no universo feminino, apoiando mulheres a resgatar seu protagonismo, registrando seus ciclos e ritos de passagem.

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Em Casa A Gente Conversa #85 – Automaquiagem: Uma Ferramenta De Poder Pessoal https://opodcastedelas.com.br/2021/09/em-casa-a-gente-conversa-85-automaquiagem-uma-ferramenta-de-poder-pessoal/ Wed, 08 Sep 2021 20:25:50 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10554 Falar sobre maquiagem não é apenas falar sobre estética. É também sobre empoderamento, autoconhecimento e autoamor. Não traremos dicas sobre como se maquiar, mas sobre a importância da maquiagem como ferramenta de poder pessoal. Além disso, traremos dicas sobre os tipos de maquiagem e cores para algumas ocasiões. O papo de hoje está uma delícia. Ela, que já esteve aqui no 3º episódio “Mães solo: os perrengues todos sozinha”, volta para nos contar sobre a sua relação com a maquiagem e contar como as mulheres podem usar esse recurso a seu favor. Helena Coloma é maquiadora profissional, especialista em automaquiagem como ferramenta terapêutica e dona do perfil @helenacoloma_ no Instagram.  Acesse lá e confira outras superdicas! E aí, está preparada? Se você tem gostado do conteúdo por aqui e sentir que deve nos ajudar, você pode contribuir no nosso financiamento coletivo, escolhendo um valor a partir de apenas 5,00 por mês! Com isso, você me ajuda a pagar os custos que tenho com esse podcast e me dá aquela força para que eu continue com esse trabalho, levando informações para mais pessoas! É só clicar no catarse.me/agenteconversa . Você pode parar de contribuir quando quiser! Siga-nos nas redes sociais: Instagram: @agenteconversa Facebook: @emcasaagente Falar sobre maquiagem não é apenas falar sobre estética. É também sobre empoderamento, autoconhecimento e autoamor.
Não traremos dicas sobre como se maquiar, mas sobre a importância da maquiagem como ferramenta de poder pessoal.
Além disso, traremos dicas sobre os tipos de maquiagem e cores para algumas ocasiões.
O papo de hoje está uma delícia. Ela, que já esteve aqui no 3º episódio “Mães solo: os perrengues todos sozinha”, volta para nos contar sobre a sua relação com a maquiagem e contar como as mulheres podem usar esse recurso a seu favor.
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Em Casa A Gente Conversa #84 – Primeira Menstruação: O Que Você Precisa Saber Para Acolher Sua Filha? https://opodcastedelas.com.br/2021/09/em-casa-a-gente-conversa-84-primeira-menstruacao-o-que-voce-precisa-saber-para-acolher-sua-filha/ Wed, 01 Sep 2021 18:21:40 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10537 A primeira menstruação, conhecida como menarca, é um momento muito natural mas muitas vezes tratado com se não fosse. E a forma como somos recebidas neste período, influencia completamente em como enxergaremos a menstruação no futuro. Por isso quis gravar este episódio: para te dar dicas e te preparar para este momento com sua filha, sobrinha, neta, ou até mesmo para você refletir como foi a sua menarca e de que forma ela foi recebida pelas pessoas a sua volta. Conversei com uma especialista nesse assunto e que enxerga este momento do jeitinho que ele é: importante, sagrado e potente. A Rosiane Oliveira traz dicas de como e quando conversar com nossas filhas sobre isso, além de trazer informações, como a mudança do corpo e do emocional da menina nesta fase. Se você tem gostado do conteúdo por aqui e sentir que deve nos ajudar, você pode contribuir no nosso financiamento coletivo, escolhendo um valor a partir de apenas 5,00 por mês! Com isso, você me ajuda a pagar os custos que tenho com este podcast e me dá aquela força para que eu continue com este trabalho levando informações para mais pessoas! É só clicar no catarse.me/agenteconversa . Você pode parar de contribuir quando quiser! Siga-nos nas redes sociais: Instagram: @agenteconversa Facebook: @emcasaagente A primeira menstruação, conhecida como menarca, é um momento muito natural mas muitas vezes tratado com se não fosse. E a forma como somos recebidas neste período, influencia completamente em como enxergaremos a menstruação no futuro.

Por isso quis gravar este episódio: para te dar dicas e te preparar para este momento com sua filha, sobrinha, neta, ou até mesmo para você refletir como foi a sua menarca e de que forma ela foi recebida pelas pessoas a sua volta.

Conversei com uma especialista nesse assunto e que enxerga este momento do jeitinho que ele é: importante, sagrado e potente. A Rosiane Oliveira traz dicas de como e quando conversar com nossas filhas sobre isso, além de trazer informações, como a mudança do corpo e do emocional da menina nesta fase.

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A primeira menstruação, conhecida como menarca, é um momento muito natural mas muitas vezes tratado com se não fosse. E a forma como somos recebidas neste período, influencia completamente em como enxergaremos a menstruação no futuro. - A primeira menstruação, conhecida como menarca, é um momento muito natural mas muitas vezes tratado com se não fosse. E a forma como somos recebidas neste período, influencia completamente em como enxergaremos a menstruação no futuro.<br /> <br /> Por isso quis gravar este episódio: para te dar dicas e te preparar para este momento com sua filha, sobrinha, neta, ou até mesmo para você refletir como foi a sua menarca e de que forma ela foi recebida pelas pessoas a sua volta.<br /> <br /> Conversei com uma especialista nesse assunto e que enxerga este momento do jeitinho que ele é: importante, sagrado e potente. A Rosiane Oliveira traz dicas de como e quando conversar com nossas filhas sobre isso, além de trazer informações, como a mudança do corpo e do emocional da menina nesta fase.<br /> <br /> Se você tem gostado do conteúdo por aqui e sentir que deve nos ajudar, você pode contribuir no nosso financiamento coletivo, escolhendo um valor a partir de apenas 5,00 por mês!<br /> Com isso, você me ajuda a pagar os custos que tenho com este podcast e me dá aquela força para que eu continue com este trabalho levando informações para mais pessoas!<br /> <br /> É só clicar no catarse.me/agenteconversa . Você pode parar de contribuir quando quiser!<br /> <br /> Siga-nos nas redes sociais:<br /> Instagram: @agenteconversa<br /> Facebook: @emcasaagente OPodcastEDelas 45:35
Em Casa A Gente Conversa #83 – Vibrador: Como Usar e Qual Comprar? https://opodcastedelas.com.br/2021/08/em-casa-a-gente-conversa-83-vibrador-como-usar-e-qual-comprar/ Wed, 25 Aug 2021 13:36:10 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10524 Ainda há lugares em que a venda de vibradores é proibida. Mas, eu quero trazer uma boa notícia para você: aqui no Brasil é permitida! E não só é permitida, como em 2017 o mercado de venda de produtos voltados para fins sexuais teve um faturamento de quase um bilhão de reais, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (ABEME). E se você acha que o isolamento social desanimou as pessoas que ficaram em casa, está bem enganada. Segundo o portal Mercado Erótico.org, as vendas de vibradores durante este período teve um aumento de 50%. Mulheres casadas na faixa de 25 a 35 anos foram as maiores compradoras. Mais de um milhão de vibradores e consolos foram comercializados durante a pandemia aqui no Brasil. Se um desses vibradores não está aí na sua casa, venha ouvir esse episódio e se juntar a essas mulheres! Converso com a Natali Gutierrez, especialista e dona da marca Dona Coelha, que vende sextoys. Falamos neste episódio sobre masturbação, tipos de vibradores, como escolher o ideal para você, além de dicas para usar sozinha ou acompanhada. Natali é sexóloga e educadora sexual. É responsável pelo primeiro contato com sextoys de mais de 100 mil mulheres. Se animou? Aperta o play aí então! Se você tem gostado do conteúdo por aqui e sentir que deve nos ajudar, você pode contribuir no nosso financiamento coletivo, escolhendo um valor a partir de apenas 5,00 por mês! Com isso, você me ajuda a pagar os custos que tenho com este podcast e me dá aquela força para que eu continue com este trabalho levando informações para mais pessoas! É só clicar no catarse.me/agenteconversa . Você pode parar de contribuir quando quiser! Siga-nos nas redes sociais: Instagram: @agenteconversa Facebook: @emcasaagente Ainda há lugares em que a venda de vibradores é proibida. Mas, eu quero trazer uma boa notícia para você: aqui no Brasil é permitida! E não só é permitida, como em 2017 o mercado de venda de produtos voltados para fins sexuais teve um faturamento de quase um bilhão de reais, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (ABEME).

E se você acha que o isolamento social desanimou as pessoas que ficaram em casa, está bem enganada. Segundo o portal Mercado Erótico.org, as vendas de vibradores durante este período teve um aumento de 50%. Mulheres casadas na faixa de 25 a 35 anos foram as maiores compradoras.

Mais de um milhão de vibradores e consolos foram comercializados durante a pandemia aqui no Brasil. Se um desses vibradores não está aí na sua casa, venha ouvir esse episódio e se juntar a essas mulheres!

Converso com a Natali Gutierrez, especialista e dona da marca Dona Coelha, que vende sextoys. Falamos neste episódio sobre masturbação, tipos de vibradores, como escolher o ideal para você, além de dicas para usar sozinha ou acompanhada.

Natali é sexóloga e educadora sexual. É responsável pelo primeiro contato com sextoys de mais de 100 mil mulheres.

Se animou? Aperta o play aí então!

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Em Casa A Gente Conversa #82 – Sexo e Orgasmo Feminino: Chega de Tabu! https://opodcastedelas.com.br/2021/08/em-casa-a-gente-conversa-82-sexo-e-orgasmo-feminino-chega-de-tabu/ Wed, 18 Aug 2021 15:27:18 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10496 Venha ouvir esse episódio sobre sexualidade feminina. Falamos sobre o prazer, sexo, orgasmo! Até pouquíssimo tempo atrás, o sexo para as mulheres era visto como algo ligado apenas à reprodução. Então toda forma de prazer era totalmente reprimida. Chegou a ser até considerado pecaminoso (e ainda é visto assim por muita gente). Saiba que o sexo é tão importante para a mulher quanto para o homem. Mas, a maioria das mulheres afirmou ter dificuldade para sentir prazer na relação sexual. Muito dessa falta de prazer está na falta do autoconhecimento, em se tocar, conhecer o próprio corpo. Por isso quis trazer esse assunto aqui para vocês: para abrir as portas e te fazer um convite para você se conhecer mais. Por isso chamei a Natali Gutierrez, sexóloga e educadora sexual. Colunista de sexualidade e feminismo, YouTuber, especialista em sextoys e dona da marca Dona Coelha, de sextoys. Se você tem gostado do conteúdo por aqui e sentir que deve nos ajudar, você pode contribuir no nosso financiamento coletivo, escolhendo um valor a partir de apenas 5,00 por mês! Com isso, você me ajuda a pagar os custos que tenho com este podcast e me dá aquela força para que eu continue com este trabalho levando informações para mais pessoas! É só clicar no catarse.me/agenteconversa . Você pode parar de contribuir quando quiser! Siga-nos nas redes sociais: Instagram: @agenteconversa Facebook: @emcasaagente Venha ouvir esse episódio sobre sexualidade feminina. Falamos sobre o prazer, sexo, orgasmo!
Até pouquíssimo tempo atrás, o sexo para as mulheres era visto como algo ligado apenas à reprodução. Então toda forma de prazer era totalmente reprimida. Chegou a ser até considerado pecaminoso (e ainda é visto assim por muita gente).

Saiba que o sexo é tão importante para a mulher quanto para o homem. Mas, a maioria das mulheres afirmou ter dificuldade para sentir prazer na relação sexual. Muito dessa falta de prazer está na falta do autoconhecimento, em se tocar, conhecer o próprio corpo.

Por isso quis trazer esse assunto aqui para vocês: para abrir as portas e te fazer um convite para você se conhecer mais.

Por isso chamei a Natali Gutierrez, sexóloga e educadora sexual. Colunista de sexualidade e feminismo, YouTuber, especialista em sextoys e dona da marca Dona Coelha, de sextoys.

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Em Casa A Gente Conversa #81 – Vaporização do Útero: Como Cuidar Desse Órgão Tão Potente https://opodcastedelas.com.br/2021/08/em-casa-a-gente-conversa-81-vaporizacao-do-utero-como-cuidar-desse-orgao-tao-potente/ Wed, 04 Aug 2021 18:03:59 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10460 Você sabia que o nosso útero é um campo energético que carrega emoções e memórias? Nele vive o sagrado feminino, nossa intuição e instintos. E ele é tão forte que mesmo nas mulheres que o retiraram por algum motivo, o centro de energia permanece intacto. As experiências vividas por nós ficam acumuladas no útero e no canal vaginal. Por isso que todas as emoções que vivemos, boas e ruins, ficam registradas para sempre em forma de memória celular. Se não tratarmos essas feridas, elas vão ficando mais fortes aumentando nossos medos e bloqueios, e até mesmo se desenvolvendo para doenças ou problemas físicos. Para falar sobre este órgão tão potente e alguns cuidados que podemos ter com ele, eu convidei a Mariana Campos, que é mentora de Vaporização do Útero. Você sabia que o nosso útero é um campo energético que carrega emoções e memórias? Nele vive o sagrado feminino, nossa intuição e instintos. E ele é tão forte que mesmo nas mulheres que o retiraram por algum motivo, o centro de energia permanece intacto.

As experiências vividas por nós ficam acumuladas no útero e no canal vaginal. Por isso que todas as emoções que vivemos, boas e ruins, ficam registradas para sempre em forma de memória celular.

Se não tratarmos essas feridas, elas vão ficando mais fortes aumentando nossos medos e bloqueios, e até mesmo se desenvolvendo para doenças ou problemas físicos.

Para falar sobre este órgão tão potente e alguns cuidados que podemos ter com ele, eu convidei a Mariana Campos, que é mentora de Vaporização do Útero.

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Você sabia que o nosso útero é um campo energético que carrega emoções e memórias? Nele vive o sagrado feminino, nossa intuição e instintos. E ele é tão forte que mesmo nas mulheres que o retiraram por algum motivo, Você sabia que o nosso útero é um campo energético que carrega emoções e memórias? Nele vive o sagrado feminino, nossa intuição e instintos. E ele é tão forte que mesmo nas mulheres que o retiraram por algum motivo, o centro de energia permanece intacto.<br /> <br /> As experiências vividas por nós ficam acumuladas no útero e no canal vaginal. Por isso que todas as emoções que vivemos, boas e ruins, ficam registradas para sempre em forma de memória celular.<br /> <br /> Se não tratarmos essas feridas, elas vão ficando mais fortes aumentando nossos medos e bloqueios, e até mesmo se desenvolvendo para doenças ou problemas físicos.<br /> <br /> Para falar sobre este órgão tão potente e alguns cuidados que podemos ter com ele, eu convidei a Mariana Campos, que é mentora de Vaporização do Útero. OPodcastEDelas 41:47
Em Casa A Gente Conversa #80 – Por Que Equilibrar as Energias Masculina e Feminina em Nós? https://opodcastedelas.com.br/2021/07/em-casa-a-gente-conversa-80-por-que-equilibrar-as-energias-masculina-e-feminina-em-nos/ Wed, 28 Jul 2021 15:39:40 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10438 Você já deve ter ouvido falar de energia feminina e masculina ou ao menos naquele símbolo bem conhecido, o Yin e Yang. Este é o nosso papo de hoje, mas vamos aprofundar nele, entender melhor o que é cada uma dessas energias e a importância de encontrarmos o equilíbrio delas dentro de cada um de nós e até nas nossas relações. Yin e Yang são energias opostas. Yin significa escuridão, frio, o feminino, passivo, receptivo, a atitude de deixar acontecer, espera paciente e confiante. Enquanto Yang é a claridade, quente, ativo, masculino. É a ação e atitude, o que coloca em movimento através da autodeterminação. Mas isso não quer dizer que toda mulher seja Yin e todo homem seja Yang. Não é tão simples assim. A verdade é que toda mulher tem a energia feminina e masculina dentro dela e todo homem também. Mas temos em intensidades diferentes. É aí que está a importância de encontrar um equilíbrio. Para falar sobre este assunto eu convidei a Pema e o Thiago, do @intimidadeconsciente. Eles são casados, terapeutas individuais e de casais e entendem muito sobre tantra, energia feminina e masculina e de um monte de coisas mais. Aperta o play aí para dar mais um passo no seu autoconhecimento. Você já deve ter ouvido falar de energia feminina e masculina ou ao menos naquele símbolo bem conhecido, o Yin e Yang. Este é o nosso papo de hoje, mas vamos aprofundar nele, entender melhor o que é cada uma dessas energias e a importância de encontrarmos o equilíbrio delas dentro de cada um de nós e até nas nossas relações.

Yin e Yang são energias opostas. Yin significa escuridão, frio, o feminino, passivo, receptivo, a atitude de deixar acontecer, espera paciente e confiante. Enquanto Yang é a claridade, quente, ativo, masculino. É a ação e atitude, o que coloca em movimento através da autodeterminação.

Mas isso não quer dizer que toda mulher seja Yin e todo homem seja Yang. Não é tão simples assim. A verdade é que toda mulher tem a energia feminina e masculina dentro dela e todo homem também. Mas temos em intensidades diferentes. É aí que está a importância de encontrar um equilíbrio.

Para falar sobre este assunto eu convidei a Pema e o Thiago, do @intimidadeconsciente. Eles são casados, terapeutas individuais e de casais e entendem muito sobre tantra, energia feminina e masculina e de um monte de coisas mais.

Aperta o play aí para dar mais um passo no seu autoconhecimento.

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Você já deve ter ouvido falar de energia feminina e masculina ou ao menos naquele símbolo bem conhecido, o Yin e Yang. Este é o nosso papo de hoje, mas vamos aprofundar nele, entender melhor o que é cada uma dessas energias e a importância de encontrar... Você já deve ter ouvido falar de energia feminina e masculina ou ao menos naquele símbolo bem conhecido, o Yin e Yang. Este é o nosso papo de hoje, mas vamos aprofundar nele, entender melhor o que é cada uma dessas energias e a importância de encontrarmos o equilíbrio delas dentro de cada um de nós e até nas nossas relações.<br /> <br /> Yin e Yang são energias opostas. Yin significa escuridão, frio, o feminino, passivo, receptivo, a atitude de deixar acontecer, espera paciente e confiante. Enquanto Yang é a claridade, quente, ativo, masculino. É a ação e atitude, o que coloca em movimento através da autodeterminação.<br /> <br /> Mas isso não quer dizer que toda mulher seja Yin e todo homem seja Yang. Não é tão simples assim. A verdade é que toda mulher tem a energia feminina e masculina dentro dela e todo homem também. Mas temos em intensidades diferentes. É aí que está a importância de encontrar um equilíbrio.<br /> <br /> Para falar sobre este assunto eu convidei a Pema e o Thiago, do @intimidadeconsciente. Eles são casados, terapeutas individuais e de casais e entendem muito sobre tantra, energia feminina e masculina e de um monte de coisas mais.<br /> <br /> Aperta o play aí para dar mais um passo no seu autoconhecimento. OPodcastEDelas 1:00:48
Em Casa A Gente Conver #79 – Vagina e Vulva: Você se conhece bem? https://opodcastedelas.com.br/2021/07/em-casa-a-gente-conver-79-vagina-e-vulva-voce-se-conhece-bem/ Wed, 21 Jul 2021 21:06:35 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10407 Você sabia que vulva e vagina não são a mesma coisa? Nós fomos criadas de uma forma que nos distanciou completamente dos nossos órgãos genitais, crescemos com vergonha deles, achando o cheiro ruim, feio, inventando nomes para não dizer “vagina” e, ao mesmo tempo, achando tão puro que nem mesmo a gente podia olhar. Quantas vezes não ouvimos: “Fecha essas pernas”, “sente-se como uma mocinha”, “tire a mão daí!”. Com isso, crescemos acreditando que não podíamos mexer na nossa vagina, conhecê-la, sentir prazer. Não sei se você sabe, mas o clitóris tem mais de oito mil terminações nervosas. E ele está aí somente para você sentir prazer. Então vamos entender melhor e aprender a usá-lo? Para desmistificar a sua, a minha, a nossa vagina, eu confiei a Victoria Castro, bióloga e educadora menstrual, que trabalha com saúde vulvística para a autoestima. Ela que é dona do perfil @digavulva. Se você tem gostado do conteúdo por aqui e sentir que deve nos ajudar, você pode contribuir no nosso financiamento coletivo, escolhendo um valor a partir de apenas 5,00 por mês! Com isso, você me ajuda a pagar os custos que tenho com este podcast e me dá aquela força para que eu continue com este trabalho levando informações para mais pessoas! É só clicar no catarse.me/agenteconversa . Você pode parar de contribuir quando quiser! Siga-nos nas redes sociais: Instagram: @agenteconversa Facebook: @emcasaagente Você sabia que vulva e vagina não são a mesma coisa? Nós fomos criadas de uma forma que nos distanciou completamente dos nossos órgãos genitais, crescemos com vergonha deles, achando o cheiro ruim, feio, inventando nomes para não dizer “vagina” e, ao mesmo tempo, achando tão puro que nem mesmo a gente podia olhar.

Quantas vezes não ouvimos: “Fecha essas pernas”, “sente-se como uma mocinha”, “tire a mão daí!”. Com isso, crescemos acreditando que não podíamos mexer na nossa vagina, conhecê-la, sentir prazer.

Não sei se você sabe, mas o clitóris tem mais de oito mil terminações nervosas. E ele está aí somente para você sentir prazer. Então vamos entender melhor e aprender a usá-lo?

Para desmistificar a sua, a minha, a nossa vagina, eu confiei a Victoria Castro, bióloga e educadora menstrual, que trabalha com saúde vulvística para a autoestima. Ela que é dona do perfil @digavulva.

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Você sabia que vulva e vagina não são a mesma coisa? Nós fomos criadas de uma forma que nos distanciou completamente dos nossos órgãos genitais, crescemos com vergonha deles, achando o cheiro ruim, feio, inventando nomes para não dizer “vagina” e, Você sabia que vulva e vagina não são a mesma coisa? Nós fomos criadas de uma forma que nos distanciou completamente dos nossos órgãos genitais, crescemos com vergonha deles, achando o cheiro ruim, feio, inventando nomes para não dizer “vagina” e, ao mesmo tempo, achando tão puro que nem mesmo a gente podia olhar.<br /> <br /> Quantas vezes não ouvimos: “Fecha essas pernas”, “sente-se como uma mocinha”, “tire a mão daí!”. Com isso, crescemos acreditando que não podíamos mexer na nossa vagina, conhecê-la, sentir prazer.<br /> <br /> Não sei se você sabe, mas o clitóris tem mais de oito mil terminações nervosas. E ele está aí somente para você sentir prazer. Então vamos entender melhor e aprender a usá-lo?<br /> <br /> Para desmistificar a sua, a minha, a nossa vagina, eu confiei a Victoria Castro, bióloga e educadora menstrual, que trabalha com saúde vulvística para a autoestima. Ela que é dona do perfil @digavulva.<br /> <br /> Se você tem gostado do conteúdo por aqui e sentir que deve nos ajudar, você pode contribuir no nosso financiamento coletivo, escolhendo um valor a partir de apenas 5,00 por mês!<br /> Com isso, você me ajuda a pagar os custos que tenho com este podcast e me dá aquela força para que eu continue com este trabalho levando informações para mais pessoas!<br /> <br /> É só clicar no catarse.me/agenteconversa . Você pode parar de contribuir quando quiser!<br /> <br /> Siga-nos nas redes sociais:<br /> Instagram: @agenteconversa<br /> Facebook: @emcasaagente OPodcastEDelas 50:39
Em Casa A Gente Conversa #78 – Candidíase: O Que Seu Corpo Está Querendo Te Mostrar? https://opodcastedelas.com.br/2021/07/em-casa-a-gente-conversa-78-candidiase-o-que-seu-corpo-esta-querendo-te-mostrar/ Wed, 14 Jul 2021 19:37:52 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10376 Candidíase: se você já teve , não se sinta sozinha! Cerca de 75% das mulheres têm ao longo da vida. Você sabia que muitas vezes (muitas vezes mesmo) a causa da candidíase é emocional? É como se seu organismo tivesse dizendo: “tem algo errado acontecendo na sua vida. Vamos olhar para este problema?” As manifestações físicas da vagina estão relacionadas aos sentimentos ligados ao amor, sexualidade e relacionamentos. Ela também pode aparecer por conta de traumas ou dificuldade de expressar quem somos. Fez sentido por aí? Para entender melhor como tudo isso acontece, chamei a Rosiane Oliveira, que é doula tântrica e trabalha com a sexualidade através do seu corpo e limites. Siga-nos nas redes sociais: Instagram: @agenteconversa Facebook: @emcasaagente Candidíase: se você já teve , não se sinta sozinha! Cerca de 75% das mulheres têm ao longo da vida.

Você sabia que muitas vezes (muitas vezes mesmo) a causa da candidíase é emocional? É como se seu organismo tivesse dizendo: “tem algo errado acontecendo na sua vida. Vamos olhar para este problema?”

As manifestações físicas da vagina estão relacionadas aos sentimentos ligados ao amor, sexualidade e relacionamentos. Ela também pode aparecer por conta de traumas ou dificuldade de expressar quem somos. Fez sentido por aí?

Para entender melhor como tudo isso acontece, chamei a Rosiane Oliveira, que é doula tântrica e trabalha com a sexualidade através do seu corpo e limites.

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Candidíase: se você já teve , não se sinta sozinha! Cerca de 75% das mulheres têm ao longo da vida. - Você sabia que muitas vezes (muitas vezes mesmo) a causa da candidíase é emocional? É como se seu organismo tivesse dizendo: “tem algo errado acontec... Candidíase: se você já teve , não se sinta sozinha! Cerca de 75% das mulheres têm ao longo da vida.<br /> <br /> Você sabia que muitas vezes (muitas vezes mesmo) a causa da candidíase é emocional? É como se seu organismo tivesse dizendo: “tem algo errado acontecendo na sua vida. Vamos olhar para este problema?”<br /> <br /> As manifestações físicas da vagina estão relacionadas aos sentimentos ligados ao amor, sexualidade e relacionamentos. Ela também pode aparecer por conta de traumas ou dificuldade de expressar quem somos. Fez sentido por aí?<br /> <br /> Para entender melhor como tudo isso acontece, chamei a Rosiane Oliveira, que é doula tântrica e trabalha com a sexualidade através do seu corpo e limites.<br /> <br /> Siga-nos nas redes sociais:<br /> Instagram: @agenteconversa<br /> Facebook: @emcasaagente OPodcastEDelas 41:33
Em Casa A Gente Conversa #77 – Criança Interior: O Que Ela Tem Pra Te Ensinar? https://opodcastedelas.com.br/2021/07/em-casa-a-gente-conversa-77-crianca-interior-o-que-ela-tem-pra-te-ensinar/ Wed, 07 Jul 2021 23:57:40 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10345 Criança interior: você já ouviu falar disso? De forma bem resumida, é a criança que fomos um dia e que nos acompanha por toda a nossa vida, influenciando em muitas decisões e comportamentos nossos do dia a dia. Mesmo sendo adultas hoje, muitas vezes reagimos igualzinho como quando éramos crianças. E é ali que está a sua essência. Baixa autoestima, distorção de imagem corporal, medo de abandono, medo de críticas, resistência a mudanças, dificuldade em dizer não, se sentir responsável pelas emoções dos outros… já sentiu alguma dessas coisas? Para falar sobre esse assunto, eu convidei a Carolinie Figueiredo, que é terapeuta, educadora parental, mãe, atriz, criadora e visionária do “Seu corpo mulher” e facilita também uma vivência online chamada “Acolha a sua criança interior”. Venha ouvir este episódio e mergulhe na sua criança interior! Este é um convite para você se conectar com você mesma e talvez encontrar a resposta de muitos problemas. Criança interior: você já ouviu falar disso? De forma bem resumida, é a criança que fomos um dia e que nos acompanha por toda a nossa vida, influenciando em muitas decisões e comportamentos nossos do dia a dia.

Mesmo sendo adultas hoje, muitas vezes reagimos igualzinho como quando éramos crianças. E é ali que está a sua essência.

Baixa autoestima, distorção de imagem corporal, medo de abandono, medo de críticas, resistência a mudanças, dificuldade em dizer não, se sentir responsável pelas emoções dos outros… já sentiu alguma dessas coisas?

Para falar sobre esse assunto, eu convidei a Carolinie Figueiredo, que é terapeuta, educadora parental, mãe, atriz, criadora e visionária do “Seu corpo mulher” e facilita também uma vivência online chamada “Acolha a sua criança interior”.

Venha ouvir este episódio e mergulhe na sua criança interior! Este é um convite para você se conectar com você mesma e talvez encontrar a resposta de muitos problemas.

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Criança interior: você já ouviu falar disso? De forma bem resumida, é a criança que fomos um dia e que nos acompanha por toda a nossa vida, influenciando em muitas decisões e comportamentos nossos do dia a dia. - Mesmo sendo adultas hoje, Criança interior: você já ouviu falar disso? De forma bem resumida, é a criança que fomos um dia e que nos acompanha por toda a nossa vida, influenciando em muitas decisões e comportamentos nossos do dia a dia.<br /> <br /> Mesmo sendo adultas hoje, muitas vezes reagimos igualzinho como quando éramos crianças. E é ali que está a sua essência.<br /> <br /> Baixa autoestima, distorção de imagem corporal, medo de abandono, medo de críticas, resistência a mudanças, dificuldade em dizer não, se sentir responsável pelas emoções dos outros… já sentiu alguma dessas coisas?<br /> <br /> Para falar sobre esse assunto, eu convidei a Carolinie Figueiredo, que é terapeuta, educadora parental, mãe, atriz, criadora e visionária do “Seu corpo mulher” e facilita também uma vivência online chamada “Acolha a sua criança interior”.<br /> <br /> Venha ouvir este episódio e mergulhe na sua criança interior! Este é um convite para você se conectar com você mesma e talvez encontrar a resposta de muitos problemas. OPodcastEDelas 50:49
Em Casa A Gente Conversa #76 – Menstruação: O Poder Que Te Habita https://opodcastedelas.com.br/2021/07/em-casa-a-gente-conversa-76-menstruacao-o-poder-que-te-habita/ Thu, 01 Jul 2021 18:09:57 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10321 Você é daquela pessoa que odeia a menstruação? Fica contando os dias para acabar e já fica nervosa quando ela está chegando? Que tal mudar esta sua relação com ela e passar a enxergá-la como uma grande aliada, que te convida a cada ciclo a olhar pra dentro e se autoconhecer? Porque sim, a menstruação é isso e muito mais! É uma potência que quando descoberta, não tem como devolver. Em algum momento da nossa história começamos a nos afastarmos da nossa natureza, do nosso sagrado feminino. A verdade é que hoje estamos tão distantes que já nem sabemos nos conectar com o nosso corpos natureza e as fases da lua. Deixamos então de sentir, nos anestesiamos. E neste distanciamento, nos perdemos de nós. Este episódio é um convite para a sua mulher interior, um convite para você relembrar o significado da sua menstruação, para se reconectar com o seu ciclo, seu corpo, com você mesma! É fazer a mulher selvagem que mora em algum lugar aí dentro, ser despertada e convidada a caminhar junto nesta jornada. Para este bate-papo tão gostoso, convidei a Anna Sazanoff, neta de raizeiro e bisneta de benzedeira. Estudou biologia, naturoterapia, tecnologias do meio ambiente, Ayurveda. Mas o que sempre tocou sua alma foram os saberes dos povos tradicionais e originários. Há uma década trabalha com a saúde feminina, trazendo o termo “Ginecologia Natural” para o Brasil. Rodou o país com o Movimento Plante sua Lua, ensinando as mulheres sobre sua ciclicidade e sobre a potência de devolverem seu sangue menstrual para a terra. Siga-nos nas redes sociais: Instagram: @agenteconversa Facebook: @emcasaagente Você é daquela pessoa que odeia a menstruação? Fica contando os dias para acabar e já fica nervosa quando ela está chegando? Que tal mudar esta sua relação com ela e passar a enxergá-la como uma grande aliada, que te convida a cada ciclo a olhar pra dentro e se autoconhecer?

Porque sim, a menstruação é isso e muito mais! É uma potência que quando descoberta, não tem como devolver.

Em algum momento da nossa história começamos a nos afastarmos da nossa natureza, do nosso sagrado feminino. A verdade é que hoje estamos tão distantes que já nem sabemos nos conectar com o nosso corpos natureza e as fases da lua.

Deixamos então de sentir, nos anestesiamos. E neste distanciamento, nos perdemos de nós.

Este episódio é um convite para a sua mulher interior, um convite para você relembrar o significado da sua menstruação, para se reconectar com o seu ciclo, seu corpo, com você mesma! É fazer a mulher selvagem que mora em algum lugar aí dentro, ser despertada e convidada a caminhar junto nesta jornada.

Para este bate-papo tão gostoso, convidei a Anna Sazanoff, neta de raizeiro e bisneta de benzedeira. Estudou biologia, naturoterapia, tecnologias do meio ambiente, Ayurveda. Mas o que sempre tocou sua alma foram os saberes dos povos tradicionais e originários. Há uma década trabalha com a saúde feminina, trazendo o termo “Ginecologia Natural” para o Brasil. Rodou o país com o Movimento Plante sua Lua, ensinando as mulheres sobre sua ciclicidade e sobre a potência de devolverem seu sangue menstrual para a terra.

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Você é daquela pessoa que odeia a menstruação? Fica contando os dias para acabar e já fica nervosa quando ela está chegando? Que tal mudar esta sua relação com ela e passar a enxergá-la como uma grande aliada, Você é daquela pessoa que odeia a menstruação? Fica contando os dias para acabar e já fica nervosa quando ela está chegando? Que tal mudar esta sua relação com ela e passar a enxergá-la como uma grande aliada, que te convida a cada ciclo a olhar pra dentro e se autoconhecer?<br /> <br /> Porque sim, a menstruação é isso e muito mais! É uma potência que quando descoberta, não tem como devolver.<br /> <br /> Em algum momento da nossa história começamos a nos afastarmos da nossa natureza, do nosso sagrado feminino. A verdade é que hoje estamos tão distantes que já nem sabemos nos conectar com o nosso corpos natureza e as fases da lua.<br /> <br /> Deixamos então de sentir, nos anestesiamos. E neste distanciamento, nos perdemos de nós.<br /> <br /> Este episódio é um convite para a sua mulher interior, um convite para você relembrar o significado da sua menstruação, para se reconectar com o seu ciclo, seu corpo, com você mesma! É fazer a mulher selvagem que mora em algum lugar aí dentro, ser despertada e convidada a caminhar junto nesta jornada.<br /> <br /> Para este bate-papo tão gostoso, convidei a Anna Sazanoff, neta de raizeiro e bisneta de benzedeira. Estudou biologia, naturoterapia, tecnologias do meio ambiente, Ayurveda. Mas o que sempre tocou sua alma foram os saberes dos povos tradicionais e originários. Há uma década trabalha com a saúde feminina, trazendo o termo “Ginecologia Natural” para o Brasil. Rodou o país com o Movimento Plante sua Lua, ensinando as mulheres sobre sua ciclicidade e sobre a potência de devolverem seu sangue menstrual para a terra.<br /> <br /> Siga-nos nas redes sociais:<br /> Instagram: @agenteconversa<br /> Facebook: @emcasaagente OPodcastEDelas 1:32:19
Em Casa A Gente Conversa #75 – Astrologia: Como Ela Pode Ajudar No Autoconhecimento https://opodcastedelas.com.br/2021/06/em-casa-a-gente-conversa-75-astrologia-como-ela-pode-ajudar-no-autoconhecimento/ Thu, 24 Jun 2021 13:32:40 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10283 Como trabalhar o autoconhecimento a partir do olhar da astrologia? Como nosso mapa astral pode influenciar tanto o nosso modo de agir, de pensar, a nossa vida? A astrologia existe há muitos anos. Antes de Cristo, inclusive! Com o tempo, a partir do estudo e observações, foram descobrindo os padrões da influência do céu na vida das pessoas. A astrologia pode trazer, inclusive, informações do seu passado, presente e futuro! Se interessou pelo assunto? Venha ouvir então esta conversa com a Ana Zanesco, astróloga, terapeuta de expressão corporal e criadora do Dance Astrologia, onde compartilha conteúdos astrológicos e facilita vivências de conexão com a dança do céu através da dança do corpo. Se você tem gostado do conteúdo do podcast, ajude este trabalho a continuar!  Contribua no financiamento coletivo, com apenas R$ 5,00 por mês ou mais! Assim, você me ajuda a pagar todos os gastos que tenho mensalmente para manter este podcast no ar! É só entrar no catarse.me/agenteconversa Para outros episódios acesse: https://opodcastedelas.com.br/podcast-em-casa-a-gente-conversa/ Siga-nos nas redes sociais: Instagram: @agenteconversa Facebook: @emcasaagente Como trabalhar o autoconhecimento a partir do olhar da astrologia?
Como nosso mapa astral pode influenciar tanto o nosso modo de agir, de pensar, a nossa vida?

A astrologia existe há muitos anos. Antes de Cristo, inclusive! Com o tempo, a partir do estudo e observações, foram descobrindo os padrões da influência do céu na vida das pessoas.

A astrologia pode trazer, inclusive, informações do seu passado, presente e futuro!

Se interessou pelo assunto? Venha ouvir então esta conversa com a Ana Zanesco, astróloga, terapeuta de expressão corporal e criadora do Dance Astrologia, onde compartilha conteúdos astrológicos e facilita vivências de conexão com a dança do céu através da dança do corpo.

Se você tem gostado do conteúdo do podcast, ajude este trabalho a continuar!  Contribua no financiamento coletivo, com apenas R$ 5,00 por mês ou mais! Assim, você me ajuda a pagar todos os gastos que tenho mensalmente para manter este podcast no ar! É só entrar no catarse.me/agenteconversa

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Como trabalhar o autoconhecimento a partir do olhar da astrologia? Como nosso mapa astral pode influenciar tanto o nosso modo de agir, de pensar, a nossa vida? - A astrologia existe há muitos anos. Antes de Cristo, inclusive! Com o tempo, Como trabalhar o autoconhecimento a partir do olhar da astrologia?<br /> Como nosso mapa astral pode influenciar tanto o nosso modo de agir, de pensar, a nossa vida?<br /> <br /> A astrologia existe há muitos anos. Antes de Cristo, inclusive! Com o tempo, a partir do estudo e observações, foram descobrindo os padrões da influência do céu na vida das pessoas.<br /> <br /> A astrologia pode trazer, inclusive, informações do seu passado, presente e futuro!<br /> <br /> Se interessou pelo assunto? Venha ouvir então esta conversa com a Ana Zanesco, astróloga, terapeuta de expressão corporal e criadora do Dance Astrologia, onde compartilha conteúdos astrológicos e facilita vivências de conexão com a dança do céu através da dança do corpo.<br /> <br /> Se você tem gostado do conteúdo do podcast, ajude este trabalho a continuar!  Contribua no financiamento coletivo, com apenas R$ 5,00 por mês ou mais! Assim, você me ajuda a pagar todos os gastos que tenho mensalmente para manter este podcast no ar! É só entrar no catarse.me/agenteconversa<br /> <br /> Para outros episódios acesse: https://opodcastedelas.com.br/podcast-em-casa-a-gente-conversa/<br /> <br /> Siga-nos nas redes sociais:<br /> Instagram: @agenteconversa<br /> Facebook: @emcasaagente OPodcastEDelas 48:37
Em Casa A Gente Conversa #74 – Ginecologia Natural: Um Convite à Autonomia e ao Autoconhecimento https://opodcastedelas.com.br/2021/06/em-casa-a-gente-conversa-74-ginecologia-natural-um-convite-a-autonomia-e-ao-autoconhecimento/ Wed, 16 Jun 2021 20:14:45 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10248 Autonomia a partir da Ginecologia Natural. É preciso olhar os sinais do nosso corpo de maneira geral! Que olhassem para nós exatamente como somos: seres humanos completos, complexos, profundos. Seria bem mais interessante se, conversando e avaliando, entendêssemos o que causou aquela doença e não apenas dessem remédio para que aquilo sumisse, não é mesmo? Até porque quando se faz isso, o problema volta ou reaparece de outra forma. Você já ouvir falar em ginecologia natural? A ginecologia natural faz exatamente isso: busca entender a causa da doença e a resolve, ao invés de simplesmente fazê-la sumir com remédios. Também é sobre autonomia e autoconhecimento. E sobre muito mais coisas que estão neste episódio! Então vem ouvir e aprender mais sobre este assunto com a Debora Rosa, médica ginecologista e obstetra, palestrante, professora de pós graduação, escritora e fundadora da Liga Ginecologia Natural. Autonomia a partir da Ginecologia Natural.

É preciso olhar os sinais do nosso corpo de maneira geral! Que olhassem para nós exatamente como somos: seres humanos completos, complexos, profundos.

Seria bem mais interessante se, conversando e avaliando, entendêssemos o que causou aquela doença e não apenas dessem remédio para que aquilo sumisse, não é mesmo?

Até porque quando se faz isso, o problema volta ou reaparece de outra forma.
Você já ouvir falar em ginecologia natural?

A ginecologia natural faz exatamente isso: busca entender a causa da doença e a resolve, ao invés de simplesmente fazê-la sumir com remédios.

Também é sobre autonomia e autoconhecimento. E sobre muito mais coisas que estão neste episódio!

Então vem ouvir e aprender mais sobre este assunto com a Debora Rosa, médica ginecologista e obstetra, palestrante, professora de pós graduação, escritora e fundadora da Liga Ginecologia Natural.

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Autonomia a partir da Ginecologia Natural. - É preciso olhar os sinais do nosso corpo de maneira geral! Que olhassem para nós exatamente como somos: seres humanos completos, complexos, profundos. - Seria bem mais interessante se, Autonomia a partir da Ginecologia Natural.<br /> <br /> É preciso olhar os sinais do nosso corpo de maneira geral! Que olhassem para nós exatamente como somos: seres humanos completos, complexos, profundos.<br /> <br /> Seria bem mais interessante se, conversando e avaliando, entendêssemos o que causou aquela doença e não apenas dessem remédio para que aquilo sumisse, não é mesmo?<br /> <br /> Até porque quando se faz isso, o problema volta ou reaparece de outra forma.<br /> Você já ouvir falar em ginecologia natural?<br /> <br /> A ginecologia natural faz exatamente isso: busca entender a causa da doença e a resolve, ao invés de simplesmente fazê-la sumir com remédios.<br /> <br /> Também é sobre autonomia e autoconhecimento. E sobre muito mais coisas que estão neste episódio!<br /> <br /> Então vem ouvir e aprender mais sobre este assunto com a Debora Rosa, médica ginecologista e obstetra, palestrante, professora de pós graduação, escritora e fundadora da Liga Ginecologia Natural. OPodcastEDelas 1:05:56
Em Casa A Gente Conversa #73 – Eu, Mulher: O Reencontro Com A Minha Essência https://opodcastedelas.com.br/2021/06/em-casa-a-gente-conversa-73-eu-mulher-o-reencontro-com-a-minha-essencia/ Fri, 11 Jun 2021 13:16:41 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10202 Na estreia da 3ª temporada, Thais conversa com Gailesh sobre o poder das mulheres no reencontro com a sua essência. Vem ouvir! Você já reencontrou a sua essência?

Chegou a terceira temporada, manas! E chegou com tudo! Vamos começar este primeiro episódio falando de um tema que você pode achar meio bicho grilo, distante da sua realidade, mas que já aviso: não é!! Está aí em você e precisa ser despertado: a força do seu feminino, o sagrado feminino.

Vamos falar sobre essa mulher selvagem que há dentro de você. E mulher selvagem não é só aquela que vive na mata, corta as plantas com facão, vive correndo descalça. Mas sim aquela que se permite ser, que não tem medo de adentrar suas profundezas, suas dores, suas sombras, que não tem medo de rir de si mesma, não tem medo de ser feliz. É a mulher que se conhece, se permite se ver, se conhecer, se enxergar.

Este tema é para começar uma série de episódios que vão trazer assuntos como auto-conhecimento, menstruação, ginecologia natural, feminismo.

Esta é uma temporada para, juntas, rompermos padrões antigos, nos abrirmos para o novo. Desnudarmos de crenças limitantes, descascarmos camadas que não nos fazem bem. E durante este processo, vivermos um transformação positiva.

Te convido então a se despir, se tornar, se descobrir, se reconhecer e reencontrar a sua essência. E este convite é feito nos apropriando do nosso corpo e nosso ciclo.

Vamos ouvir aquelas vozes que moram dentro de nós e que tanto foram silenciadas! Vamos ganhar autonomia de nossos próprios corpos e reconquistar nossos espaços. Vamos descobrir que aquela mulher que estávamos procurando, estava todo este tempo aqui, dentro de nós. Porque NÓS somos essa mulher.

Para começar esta jornada convidei a Gailesh Bruna, uma mulher feliz em ser mulher, mãe de três meninas e de vários projetos. É sócia fundadora da Pachamama, uma empresa de cosméticos que tem como lema o feminino por amor à terra.

Coloca o play então e vem comigo!

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Na estreia da 3ª temporada, Thais conversa com Gailesh sobre o poder das mulheres no reencontro com a sua essência. Vem ouvir! Na estreia da 3ª temporada, Thais conversa com Gailesh sobre o poder das mulheres no reencontro com a sua essência. Vem ouvir! OPodcastEDelas 55:38
Em Casa A Gente Conversa #72 – Dificuldade de Engravidar: Causas e Tratamentos https://opodcastedelas.com.br/2020/10/em-casa-a-gente-conversa-72-dificuldade-de-engravidar-causas-e-tratamentos/ Wed, 28 Oct 2020 19:00:41 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=9993 Dados da União Europeia de Urologia mostram que 15% dos casais afetados procuram tratamento para infertilidade e apenas 5% continuam sem filhos, ou seja, o resultado dos tratamentos é bem positivo. No episódio anterior ouvimos mulheres contando suas histórias sobre a dificuldade que elas e seus maridos tiveram para engravidar. Hoje, vamos falar sobre a infertilidade pelo olhar da medicina, explicar as principais causas e opções de tratamento. E quem traz todas as informações é a dra. Camylla Felipe Silva.00 Dados da União Europeia de Urologia mostram que 15% dos casais afetados procuram tratamento para infertilidade e apenas 5% continuam sem filhos, ou seja, o resultado dos tratamentos é bem positivo.

No episódio anterior ouvimos mulheres contando suas histórias sobre a dificuldade que elas e seus maridos tiveram para engravidar.

Hoje, vamos falar sobre a infertilidade pelo olhar da medicina, explicar as principais causas e opções de tratamento. E quem traz todas as informações é a dra. Camylla Felipe Silva.00

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Dados da União Europeia de Urologia mostram que 15% dos casais afetados procuram tratamento para infertilidade e apenas 5% continuam sem filhos, ou seja, o resultado dos tratamentos é bem positivo. - No episódio anterior ouvimos mulheres contando suas... Dados da União Europeia de Urologia mostram que 15% dos casais afetados procuram tratamento para infertilidade e apenas 5% continuam sem filhos, ou seja, o resultado dos tratamentos é bem positivo.<br /> <br /> No episódio anterior ouvimos mulheres contando suas histórias sobre a dificuldade que elas e seus maridos tiveram para engravidar.<br /> <br /> Hoje, vamos falar sobre a infertilidade pelo olhar da medicina, explicar as principais causas e opções de tratamento. E quem traz todas as informações é a dra. Camylla Felipe Silva.00 OPodcastEDelas 1:01:35
Em Casa A Gente Conversa #71 – Dificuldade de Engravidar: Histórias de Mulheres Que Querem Ser Mães https://opodcastedelas.com.br/2020/10/em-casa-a-gente-conversa-71-dificuldade-de-engravidar-historias-de-mulheres-que-querem-ser-maes/ Wed, 21 Oct 2020 20:00:35 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=9989 Este podcast é para você que está naquele momento tentando engravidar, ansiosa, e esse dia não chega. Para você que fez exames e descobriu que o casal tem dificuldades para engravidar. Venha cá… sinta-se acolhida neste episódio que foi feito todinho para você não se sentir sozinha nesta jornada. Mas saiba de uma coisa: este processo pelo qual está passando não é o ponto final de um sonho de ter uma criança. Aliás, esta situação é muito comum, viu? Estima-se que 15% dos casais no mundo tenham dificuldades para engravidar, e a maior parte deles, de 85% a 95% dos casos, consegue no final. A endometriose é considerada pela Associação Brasileira de Endometriose como a principal causa da infertilidade feminina, representando 50% dos casos de dificuldade de engravidar. Para se ter uma ideia, a endometriose acomete 176 milhões de mulheres em todo o mundo, segundo dados da Organização das Nações Unidas. Somente no Brasil são cerca de 7 milhões de mulheres. Estudos mostram também que 85% dos casais que têm relação sexual regularmente conseguem engravidar no primeiro ano de tentativa. Mas de repente você se vê fazendo parte desses outros 15% que não conseguem. E aí? Como faz? Para saber melhor e conhecer a história de algumas mulheres que passaram por isso, eu convidei a Camila Fressatti e a Daiana Gomes do perfil “FIV depressão”, que conversam comigo na primeira parte do episódio, a Evelyn Souza que é tentante e participa aqui na segunda etapa deste episódio e por último, a Laura Ruas, psicóloga com ênfase em reprodução humana e infertilidade. No episódio seguinte, o de número 72, eu converso com uma médica que explica os principais motivos, as opções de tratamento e tira todas as dúvidas que as ouvintes enviaram. Então aperta o play e vem com a gente bater papo sobre este assunto tão importante. Este podcast é para você que está naquele momento tentando engravidar, ansiosa, e esse dia não chega. Para você que fez exames e descobriu que o casal tem dificuldades para engravidar. Venha cá… sinta-se acolhida neste episódio que foi feito todinho para você não se sentir sozinha nesta jornada.

Mas saiba de uma coisa: este processo pelo qual está passando não é o ponto final de um sonho de ter uma criança. Aliás, esta situação é muito comum, viu? Estima-se que 15% dos casais no mundo tenham dificuldades para engravidar, e a maior parte deles, de 85% a 95% dos casos, consegue no final.

A endometriose é considerada pela Associação Brasileira de Endometriose como a principal causa da infertilidade feminina, representando 50% dos casos de dificuldade de engravidar. Para se ter uma ideia, a endometriose acomete 176 milhões de mulheres em todo o mundo, segundo dados da Organização das Nações Unidas. Somente no Brasil são cerca de 7 milhões de mulheres.

Estudos mostram também que 85% dos casais que têm relação sexual regularmente conseguem engravidar no primeiro ano de tentativa. Mas de repente você se vê fazendo parte desses outros 15% que não conseguem. E aí? Como faz?

Para saber melhor e conhecer a história de algumas mulheres que passaram por isso, eu convidei a Camila Fressatti e a Daiana Gomes do perfil “FIV depressão”, que conversam comigo na primeira parte do episódio, a Evelyn Souza que é tentante e participa aqui na segunda etapa deste episódio e por último, a Laura Ruas, psicóloga com ênfase em reprodução humana e infertilidade.

No episódio seguinte, o de número 72, eu converso com uma médica que explica os principais motivos, as opções de tratamento e tira todas as dúvidas que as ouvintes enviaram.

Então aperta o play e vem com a gente bater papo sobre este assunto tão importante.

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Este podcast é para você que está naquele momento tentando engravidar, ansiosa, e esse dia não chega. Para você que fez exames e descobriu que o casal tem dificuldades para engravidar. Venha cá… sinta-se acolhida neste episódio que foi feito todinho pa... Este podcast é para você que está naquele momento tentando engravidar, ansiosa, e esse dia não chega. Para você que fez exames e descobriu que o casal tem dificuldades para engravidar. Venha cá… sinta-se acolhida neste episódio que foi feito todinho para você não se sentir sozinha nesta jornada.<br /> <br /> Mas saiba de uma coisa: este processo pelo qual está passando não é o ponto final de um sonho de ter uma criança. Aliás, esta situação é muito comum, viu? Estima-se que 15% dos casais no mundo tenham dificuldades para engravidar, e a maior parte deles, de 85% a 95% dos casos, consegue no final.<br /> <br /> A endometriose é considerada pela Associação Brasileira de Endometriose como a principal causa da infertilidade feminina, representando 50% dos casos de dificuldade de engravidar. Para se ter uma ideia, a endometriose acomete 176 milhões de mulheres em todo o mundo, segundo dados da Organização das Nações Unidas. Somente no Brasil são cerca de 7 milhões de mulheres.<br /> <br /> Estudos mostram também que 85% dos casais que têm relação sexual regularmente conseguem engravidar no primeiro ano de tentativa. Mas de repente você se vê fazendo parte desses outros 15% que não conseguem. E aí? Como faz?<br /> <br /> Para saber melhor e conhecer a história de algumas mulheres que passaram por isso, eu convidei a Camila Fressatti e a Daiana Gomes do perfil “FIV depressão”, que conversam comigo na primeira parte do episódio, a Evelyn Souza que é tentante e participa aqui na segunda etapa deste episódio e por último, a Laura Ruas, psicóloga com ênfase em reprodução humana e infertilidade.<br /> <br /> No episódio seguinte, o de número 72, eu converso com uma médica que explica os principais motivos, as opções de tratamento e tira todas as dúvidas que as ouvintes enviaram.<br /> <br /> Então aperta o play e vem com a gente bater papo sobre este assunto tão importante. OPodcastEDelas 1:20:49
Em Casa A Gente Conversa #70 – Autismo: Experiências e Reflexões https://opodcastedelas.com.br/2020/10/em-casa-a-gente-conversa-70-autismo-experiencias-e-reflexoes/ Wed, 14 Oct 2020 19:39:49 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8625 A pessoa com transtorno do espectro autista possui desordens do desenvolvimento neurológico desde o nascimento ou do começo da infância. Dentro deste espectro, pode-se apresentar déficit na comunicação social ou interação social, como nas linguagens verbal e não verbal e também na reciprocidade sócio emocional, além de padrões repetitivos e restritos de comportamento, como movimentos contínuos e pouca ou muita sensibilidade a estímulos sensoriais. Cada pessoa é afetada em uma intensidade diferente. O autismo não tem cura, mas tem tratamentos que podem amenizar muito os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente. Para a gente entender melhor sobre a vida das pessoas com transtorno do espectro autista, eu converso com a Cynthia Mel, mãe de três crianças. Uma delas, a Bela, tem autismo.  Converso também com o Lucas Pontes de Andrade, que tem autismo e só foi diagnosticado depois dos 20 anos, e com o doutor Caio Abujadi, psiquiatra especialista em crianças e adolescentes, mestre em psiquiatria com o tema “Estimulação Magnética Transcraniana em Indivíduos com Autismo”. Ele tb foi médico psiquiatra da Associação para o Desenvolvimento dos Autistas de Campinas. A pessoa com transtorno do espectro autista possui desordens do desenvolvimento neurológico desde o nascimento ou do começo da infância.

Dentro deste espectro, pode-se apresentar déficit na comunicação social ou interação social, como nas linguagens verbal e não verbal e também na reciprocidade sócio emocional, além de padrões repetitivos e restritos de comportamento, como movimentos contínuos e pouca ou muita sensibilidade a estímulos sensoriais.

Cada pessoa é afetada em uma intensidade diferente. O autismo não tem cura, mas tem tratamentos que podem amenizar muito os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Para a gente entender melhor sobre a vida das pessoas com transtorno do espectro autista, eu converso com a Cynthia Mel, mãe de três crianças. Uma delas, a Bela, tem autismo.  Converso também com o Lucas Pontes de Andrade, que tem autismo e só foi diagnosticado depois dos 20 anos, e com o doutor Caio Abujadi, psiquiatra especialista em crianças e adolescentes, mestre em psiquiatria com o tema “Estimulação Magnética Transcraniana em Indivíduos com Autismo”. Ele tb foi médico psiquiatra da Associação para o Desenvolvimento dos Autistas de Campinas.

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A pessoa com transtorno do espectro autista possui desordens do desenvolvimento neurológico desde o nascimento ou do começo da infância. Dentro deste espectro, pode-se apresentar déficit na comunicação social ou interação social, A pessoa com transtorno do espectro autista possui desordens do desenvolvimento neurológico desde o nascimento ou do começo da infância.<br /> Dentro deste espectro, pode-se apresentar déficit na comunicação social ou interação social, como nas linguagens verbal e não verbal e também na reciprocidade sócio emocional, além de padrões repetitivos e restritos de comportamento, como movimentos contínuos e pouca ou muita sensibilidade a estímulos sensoriais.<br /> <br /> Cada pessoa é afetada em uma intensidade diferente. O autismo não tem cura, mas tem tratamentos que podem amenizar muito os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.<br /> <br /> Para a gente entender melhor sobre a vida das pessoas com transtorno do espectro autista, eu converso com a Cynthia Mel, mãe de três crianças. Uma delas, a Bela, tem autismo.  Converso também com o Lucas Pontes de Andrade, que tem autismo e só foi diagnosticado depois dos 20 anos, e com o doutor Caio Abujadi, psiquiatra especialista em crianças e adolescentes, mestre em psiquiatria com o tema “Estimulação Magnética Transcraniana em Indivíduos com Autismo”. Ele tb foi médico psiquiatra da Associação para o Desenvolvimento dos Autistas de Campinas. OPodcastEDelas 1:32:22
Em Casa A Gente Conversa #69 – Bebês Prematuros: Histórias e Experiências https://opodcastedelas.com.br/2020/10/em-casa-a-gente-conversa-69-bebes-prematuros-historias-e-experiencias/ Tue, 06 Oct 2020 19:35:03 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8622 Você sabia que cerca de 15 milhões de prematuros nascem por ano no mundo, uma média de 10% do total de nascimentos? E o Brasil é o décimo país com mais partos pré-termo em números absolutos. Os dados são da Organização Mundial da Saúde. Outro dado chocante aqui: mais de um milhão de prematuros morrem por ano no mundo. No Brasil, é a maior causa de mortalidade infantil: das 36.350 crianças de até um ano que morreram em 2016, 20.303 eram prematuras. Na primeira e segunda parte deste episódio vamos ouvir histórias de duas mães que toparam compartilhar com a gente um pouco do que passaram com seus filhos prematuros. É a Flavia Rubim e a Teresa Ruas. Elas contam como foram os primeiros dias dos bebês na uti, e também compartilham os maiores desafios e conquistas como mães de bebês prematuros. Na terceira parte eu converso com a médica Geila Pereira que explica para gente os detalhes de um bebê prematuro, quais os cuidados que devem ser tomado, quais os maiores motivos da prematuridade e também como funciona a estrutura de uma UTI. Você sabia que cerca de 15 milhões de prematuros nascem por ano no mundo, uma média de 10% do total de nascimentos? E o Brasil é o décimo país com mais partos pré-termo em números absolutos. Os dados são da Organização Mundial da Saúde.

Outro dado chocante aqui: mais de um milhão de prematuros morrem por ano no mundo. No Brasil, é a maior causa de mortalidade infantil: das 36.350 crianças de até um ano que morreram em 2016, 20.303 eram prematuras.

Na primeira e segunda parte deste episódio vamos ouvir histórias de duas mães que toparam compartilhar com a gente um pouco do que passaram com seus filhos prematuros. É a Flavia Rubim e a Teresa Ruas.
Elas contam como foram os primeiros dias dos bebês na uti, e também compartilham os maiores desafios e conquistas como mães de bebês prematuros.

Na terceira parte eu converso com a médica Geila Pereira que explica para gente os detalhes de um bebê prematuro, quais os cuidados que devem ser tomado, quais os maiores motivos da prematuridade e também como funciona a estrutura de uma UTI.

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Você sabia que cerca de 15 milhões de prematuros nascem por ano no mundo, uma média de 10% do total de nascimentos? E o Brasil é o décimo país com mais partos pré-termo em números absolutos. Os dados são da Organização Mundial da Saúde. - Você sabia que cerca de 15 milhões de prematuros nascem por ano no mundo, uma média de 10% do total de nascimentos? E o Brasil é o décimo país com mais partos pré-termo em números absolutos. Os dados são da Organização Mundial da Saúde.<br /> <br /> Outro dado chocante aqui: mais de um milhão de prematuros morrem por ano no mundo. No Brasil, é a maior causa de mortalidade infantil: das 36.350 crianças de até um ano que morreram em 2016, 20.303 eram prematuras.<br /> <br /> Na primeira e segunda parte deste episódio vamos ouvir histórias de duas mães que toparam compartilhar com a gente um pouco do que passaram com seus filhos prematuros. É a Flavia Rubim e a Teresa Ruas.<br /> Elas contam como foram os primeiros dias dos bebês na uti, e também compartilham os maiores desafios e conquistas como mães de bebês prematuros.<br /> <br /> Na terceira parte eu converso com a médica Geila Pereira que explica para gente os detalhes de um bebê prematuro, quais os cuidados que devem ser tomado, quais os maiores motivos da prematuridade e também como funciona a estrutura de uma UTI. OPodcastEDelas 1:56:13
Em Casa A Gente Conversa #68 – Educação Financeira: Como Preparar Nossos Filhos? https://opodcastedelas.com.br/2020/09/em-casa-a-gente-conversa-68-educacao-financeira-como-preparar-nossos-filhos/ Wed, 30 Sep 2020 17:29:40 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8616 Este é o terceiro e último episódio da série sobre finanças. E hoje a gente vai falar sobre como falar sobre este assunto com os nossos filhos. A partir de quando é legal falar sobre finanças com eles? Dá para já começar a se familiarizar desde pequeno? Como preparar nossos filhos para que eles tenham bons hábitos e sejam emocionalmente equilibrados em relação a isso? A convidada de hoje é a educadora financeira  Lúcia Stradiotti. Nos dois outros episódios dessa série a gente falou sobre os padrões que seguimos inconscientemente, como o consumismo. Falamos sobre como trabalhar com eles e entendemos que educação financeira não tem a ver apenas com números. Tivemos dicas também de como se proteger e se preparar para um futuro mais seguro financeiramente. Então vai lá ouvir! Este é o terceiro e último episódio da série sobre finanças. E hoje a gente vai falar sobre como falar sobre este assunto com os nossos filhos. A partir de quando é legal falar sobre finanças com eles? Dá para já começar a se familiarizar desde pequeno? Como preparar nossos filhos para que eles tenham bons hábitos e sejam emocionalmente equilibrados em relação a isso?

A convidada de hoje é a educadora financeira  Lúcia Stradiotti.

Nos dois outros episódios dessa série a gente falou sobre os padrões que seguimos inconscientemente, como o consumismo. Falamos sobre como trabalhar com eles e entendemos que educação financeira não tem a ver apenas com números. Tivemos dicas também de como se proteger e se preparar para um futuro mais seguro financeiramente. Então vai lá ouvir!

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Este é o terceiro e último episódio da série sobre finanças. E hoje a gente vai falar sobre como falar sobre este assunto com os nossos filhos. A partir de quando é legal falar sobre finanças com eles? Dá para já começar a se familiarizar desde pequeno... Este é o terceiro e último episódio da série sobre finanças. E hoje a gente vai falar sobre como falar sobre este assunto com os nossos filhos. A partir de quando é legal falar sobre finanças com eles? Dá para já começar a se familiarizar desde pequeno? Como preparar nossos filhos para que eles tenham bons hábitos e sejam emocionalmente equilibrados em relação a isso?<br /> <br /> A convidada de hoje é a educadora financeira  Lúcia Stradiotti.<br /> <br /> Nos dois outros episódios dessa série a gente falou sobre os padrões que seguimos inconscientemente, como o consumismo. Falamos sobre como trabalhar com eles e entendemos que educação financeira não tem a ver apenas com números. Tivemos dicas também de como se proteger e se preparar para um futuro mais seguro financeiramente. Então vai lá ouvir! OPodcastEDelas 41:54
Em Casa A Gente Conversa #67 – Como Me Organizar No Presente e Me Preparar Para o Futuro? https://opodcastedelas.com.br/2020/09/em-casa-a-gente-conversa-67-como-me-organizar-no-presente-e-me-preparar-para-o-futuro/ Wed, 23 Sep 2020 17:26:27 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8613 Este é o segundo episódio da série sobre educação financeira. Mas, olha, venha com a mente aberta e sem preconceitos porque eu sei que quando falamos em números, planilhas, dinheiro, já vem logo na cabeça de muita gente: “ah, mas que coisa chata, não sou boa com contas ou não gosto disso”. Primeiro porque é necessário. É um assunto que precisamos nos preparar para a NOSSA vida. Se não fizermos por nós mesmas, ninguém vai fazer. Em segundo lugar, essas pessoas com quem converso aqui trazem um outro olhar sobre educação financeira. De uma forma leve e fácil de entender. Com o isolamento social, veio redução de salários, demissões e portanto, as pessoas ficaram mais seletivas, precisaram ser menos consumistas e terem um interesse maior em aprender mais sobre conscientização financeira. Uma pesquisa realizada em maio de 2020 pelo Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de SP da Fundação Getúlio Vargas e a Coluna, mostra que 63,93% dos entrevistados tiveram uma redução dos ganhos. O relatório da ANBIMA, que é a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, mostrou que 40% dos brasileiros não guardam nenhuma quantia de dinheiro. Dos que conseguem guardar, apenas 10% separam um valor por mês para a poupança. O relatório também mostrou que 10% dos brasileiros não se preocupam em guardar dinheiro e preferem viver o presente sem se preocupar com o futuro. Outro dado que mostra é que 47% dos brasileiros contam com o INSS para a sua aposentadoria, o que revela que grande parte da população não se planeja para o futuro. A ANBIMA também mostrou que apenas 32% conseguiram economizar qualquer quantia em 2017. Então, se você se encaixa aí nesse porcentual de pessoas que não conseguem planejar e se organizar, mas quer aprender a fazer isso, presta atenção agora aqui nas explicações e dicas da Juliana Frota e do Nelson Paiva, que são sócios da Laado Vida e Previdência, uma consultoria de proteção e planejamento financeiro familiar.  Eles explicam alguns termos do meio financeiro, trazem dicas para entendermos mais sobre as opções que temos e podermos nos organizar e sentir mais seguras com o gerenciamento do nosso dinheiro. Conheça o trabalho deles: https://laado.com.br/ Este é o segundo episódio da série sobre educação financeira.

Mas, olha, venha com a mente aberta e sem preconceitos porque eu sei que quando falamos em números, planilhas, dinheiro, já vem logo na cabeça de muita gente: “ah, mas que coisa chata, não sou boa com contas ou não gosto disso”.

Primeiro porque é necessário. É um assunto que precisamos nos preparar para a NOSSA vida. Se não fizermos por nós mesmas, ninguém vai fazer. Em segundo lugar, essas pessoas com quem converso aqui trazem um outro olhar sobre educação financeira. De uma forma leve e fácil de entender.

Com o isolamento social, veio redução de salários, demissões e portanto, as pessoas ficaram mais seletivas, precisaram ser menos consumistas e terem um interesse maior em aprender mais sobre conscientização financeira.

Uma pesquisa realizada em maio de 2020 pelo Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de SP da Fundação Getúlio Vargas e a Coluna, mostra que 63,93% dos entrevistados tiveram uma redução dos ganhos.

O relatório da ANBIMA, que é a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, mostrou que 40% dos brasileiros não guardam nenhuma quantia de dinheiro. Dos que conseguem guardar, apenas 10% separam um valor por mês para a poupança. O relatório também mostrou que 10% dos brasileiros não se preocupam em guardar dinheiro e preferem viver o presente sem se preocupar com o futuro.

Outro dado que mostra é que 47% dos brasileiros contam com o INSS para a sua aposentadoria, o que revela que grande parte da população não se planeja para o futuro.

A ANBIMA também mostrou que apenas 32% conseguiram economizar qualquer quantia em 2017.

Então, se você se encaixa aí nesse porcentual de pessoas que não conseguem planejar e se organizar, mas quer aprender a fazer isso, presta atenção agora aqui nas explicações e dicas da Juliana Frota e do Nelson Paiva, que são sócios da Laado Vida e Previdência, uma consultoria de proteção e planejamento financeiro familiar.  Eles explicam alguns termos do meio financeiro, trazem dicas para entendermos mais sobre as opções que temos e podermos nos organizar e sentir mais seguras com o gerenciamento do nosso dinheiro.

Conheça o trabalho deles: https://laado.com.br/

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Este é o segundo episódio da série sobre educação financeira. - Mas, olha, venha com a mente aberta e sem preconceitos porque eu sei que quando falamos em números, planilhas, dinheiro, já vem logo na cabeça de muita gente: “ah, mas que coisa chata, Este é o segundo episódio da série sobre educação financeira.<br /> <br /> Mas, olha, venha com a mente aberta e sem preconceitos porque eu sei que quando falamos em números, planilhas, dinheiro, já vem logo na cabeça de muita gente: “ah, mas que coisa chata, não sou boa com contas ou não gosto disso”.<br /> <br /> Primeiro porque é necessário. É um assunto que precisamos nos preparar para a NOSSA vida. Se não fizermos por nós mesmas, ninguém vai fazer. Em segundo lugar, essas pessoas com quem converso aqui trazem um outro olhar sobre educação financeira. De uma forma leve e fácil de entender.<br /> <br /> Com o isolamento social, veio redução de salários, demissões e portanto, as pessoas ficaram mais seletivas, precisaram ser menos consumistas e terem um interesse maior em aprender mais sobre conscientização financeira.<br /> <br /> Uma pesquisa realizada em maio de 2020 pelo Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de SP da Fundação Getúlio Vargas e a Coluna, mostra que 63,93% dos entrevistados tiveram uma redução dos ganhos.<br /> <br /> O relatório da ANBIMA, que é a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, mostrou que 40% dos brasileiros não guardam nenhuma quantia de dinheiro. Dos que conseguem guardar, apenas 10% separam um valor por mês para a poupança. O relatório também mostrou que 10% dos brasileiros não se preocupam em guardar dinheiro e preferem viver o presente sem se preocupar com o futuro.<br /> <br /> Outro dado que mostra é que 47% dos brasileiros contam com o INSS para a sua aposentadoria, o que revela que grande parte da população não se planeja para o futuro.<br /> <br /> A ANBIMA também mostrou que apenas 32% conseguiram economizar qualquer quantia em 2017.<br /> <br /> Então, se você se encaixa aí nesse porcentual de pessoas que não conseguem planejar e se organizar, mas quer aprender a fazer isso, presta atenção agora aqui nas explicações e dicas da Juliana Frota e do Nelson Paiva, que são sócios da Laado Vida e Previdência, uma consultoria de proteção e planejamento financeiro familiar.  Eles explicam alguns termos do meio financeiro, trazem dicas para entendermos mais sobre as opções que temos e podermos nos organizar e sentir mais seguras com o gerenciamento do nosso dinheiro.<br /> <br /> Conheça o trabalho deles: https://laado.com.br/ OPodcastEDelas 1:10:11
Em Casa A Gente Conversa #66 – Para Conseguir Se Organizar Financeiramente É Preciso Se Conhecer https://opodcastedelas.com.br/2020/09/em-casa-a-gente-conversa-66-para-conseguir-se-organizar-financeiramente-e-preciso-se-conhecer/ Wed, 16 Sep 2020 17:21:13 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8610 Este é o primeiro episódio de uma série sobre educação financeira. Hoje nós vamos falar sobre como os nossos hábitos relacionados a gastar dinheiro, conseguir guardar uma quantia, estão ligados com padrões que seguimos mesmo que inconscientemente. Vamos falar também como tudo é ligado ao nosso emocional e que precisamos trabalhar com ele para que a gente consiga atingir o objetivo que temos. Falamos então sobre termos que enxergar cada caso como sendo único e trabalhar a pessoa de forma muito mais profunda, entendendo o motivo que a leva agir daquela maneira com o dinheiro. Não é sobre números apenas, entende? É praticamente uma terapia para entender os padrões inconscientes que seguidos ao longo da nossa vida. Para isso eu converso com a Lu Santos e com a Lucia Stradiotti, que são educadoras financeiras. Este é o primeiro episódio de uma série sobre educação financeira. Hoje nós vamos falar sobre como os nossos hábitos relacionados a gastar dinheiro, conseguir guardar uma quantia, estão ligados com padrões que seguimos mesmo que inconscientemente. Vamos falar também como tudo é ligado ao nosso emocional e que precisamos trabalhar com ele para que a gente consiga atingir o objetivo que temos.

Falamos então sobre termos que enxergar cada caso como sendo único e trabalhar a pessoa de forma muito mais profunda, entendendo o motivo que a leva agir daquela maneira com o dinheiro. Não é sobre números apenas, entende? É praticamente uma terapia para entender os padrões inconscientes que seguidos ao longo da nossa vida.

Para isso eu converso com a Lu Santos e com a Lucia Stradiotti, que são educadoras financeiras.

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Este é o primeiro episódio de uma série sobre educação financeira. Hoje nós vamos falar sobre como os nossos hábitos relacionados a gastar dinheiro, conseguir guardar uma quantia, estão ligados com padrões que seguimos mesmo que inconscientemente. Este é o primeiro episódio de uma série sobre educação financeira. Hoje nós vamos falar sobre como os nossos hábitos relacionados a gastar dinheiro, conseguir guardar uma quantia, estão ligados com padrões que seguimos mesmo que inconscientemente. Vamos falar também como tudo é ligado ao nosso emocional e que precisamos trabalhar com ele para que a gente consiga atingir o objetivo que temos.<br /> <br /> Falamos então sobre termos que enxergar cada caso como sendo único e trabalhar a pessoa de forma muito mais profunda, entendendo o motivo que a leva agir daquela maneira com o dinheiro. Não é sobre números apenas, entende? É praticamente uma terapia para entender os padrões inconscientes que seguidos ao longo da nossa vida.<br /> <br /> Para isso eu converso com a Lu Santos e com a Lucia Stradiotti, que são educadoras financeiras. OPodcastEDelas 1:02:02
Em Casa A Gente Conversa #65 – Como é Criar Filhos Fora do Brasil? https://opodcastedelas.com.br/2020/09/em-casa-a-gente-conversa-65-como-e-criar-filhos-fora-do-brasil/ Wed, 09 Sep 2020 17:16:38 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8607 Morar em outro país com a família tem várias vantagens, mas também alguns perrengues. Não dá para ver apenas o lado positivo de criar um filho fora do país de origem. Por isso eu quis gravar este episódio conversando com duas mães: a Thaís Braga, que mora em Londres, e a Carol Camanho, que vive no Canadá. Elas nos contam os maiores desafios, medos e vantagens de criar um filho fora do Brasil. Para se ter uma ideia, o Ministério das relações exteriores estima que 1,2 milhão de brasileiros vivam nos EUA, isso, claro, sem contar com as pessoas que estejam em situação irregular no país e por isso não entram no censo. O número de crianças imigrantes de segunda geração cresceu 65% de 1990 a 2000. E entre 2000 e 2017, aumentou 54% totalizando 16 milhões de crianças. Se morar fora daqui já passou pela sua cabeça alguma vez, coloca o play e vem ouvir os maiores perrengues e delícias em ser mãe fora do Brasil. Morar em outro país com a família tem várias vantagens, mas também alguns perrengues. Não dá para ver apenas o lado positivo de criar um filho fora do país de origem. Por isso eu quis gravar este episódio conversando com duas mães: a Thaís Braga, que mora em Londres, e a Carol Camanho, que vive no Canadá. Elas nos contam os maiores desafios, medos e vantagens de criar um filho fora do Brasil.

Para se ter uma ideia, o Ministério das relações exteriores estima que 1,2 milhão de brasileiros vivam nos EUA, isso, claro, sem contar com as pessoas que estejam em situação irregular no país e por isso não entram no censo.

O número de crianças imigrantes de segunda geração cresceu 65% de 1990 a 2000. E entre 2000 e 2017, aumentou 54% totalizando 16 milhões de crianças.

Se morar fora daqui já passou pela sua cabeça alguma vez, coloca o play e vem ouvir os maiores perrengues e delícias em ser mãe fora do Brasil.

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Morar em outro país com a família tem várias vantagens, mas também alguns perrengues. Não dá para ver apenas o lado positivo de criar um filho fora do país de origem. Por isso eu quis gravar este episódio conversando com duas mães: a Thaís Braga, Morar em outro país com a família tem várias vantagens, mas também alguns perrengues. Não dá para ver apenas o lado positivo de criar um filho fora do país de origem. Por isso eu quis gravar este episódio conversando com duas mães: a Thaís Braga, que mora em Londres, e a Carol Camanho, que vive no Canadá. Elas nos contam os maiores desafios, medos e vantagens de criar um filho fora do Brasil.<br /> <br /> Para se ter uma ideia, o Ministério das relações exteriores estima que 1,2 milhão de brasileiros vivam nos EUA, isso, claro, sem contar com as pessoas que estejam em situação irregular no país e por isso não entram no censo.<br /> <br /> O número de crianças imigrantes de segunda geração cresceu 65% de 1990 a 2000. E entre 2000 e 2017, aumentou 54% totalizando 16 milhões de crianças.<br /> <br /> Se morar fora daqui já passou pela sua cabeça alguma vez, coloca o play e vem ouvir os maiores perrengues e delícias em ser mãe fora do Brasil. OPodcastEDelas 1:03:54
Em Casa A Gente Conversa #64 – Como Trabalhar Com Seus Traumas? Terapia EMDR https://opodcastedelas.com.br/2020/09/em-casa-a-gente-conversa-64-como-trabalhar-com-seus-traumas-terapia-emdr/ Wed, 02 Sep 2020 20:47:56 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8603 Este episódio inteirinho é destinado para você conhecer a terapia EMDR, que significa dessensibilização e reprocessamento por meio dos movimentos oculares. Ela é muito procurada para melhorar problemas de ansiedade, estresse pós traumático, problemas sexuais, dificuldades de relacionamento e muitos outros problemas que possam ter sido causados por conta de algum tipo de trauma. Para explicar melhor então cada detalhe desta terapia, eu convidei a Paula Sampaio Schmitt, psicóloga especialista em traumas. Venha ouvir! Este episódio inteirinho é destinado para você conhecer a terapia EMDR, que significa dessensibilização e reprocessamento por meio dos movimentos oculares.
Ela é muito procurada para melhorar problemas de ansiedade, estresse pós traumático, problemas sexuais, dificuldades de relacionamento e muitos outros problemas que possam ter sido causados por conta de algum tipo de trauma.

Para explicar melhor então cada detalhe desta terapia, eu convidei a Paula Sampaio Schmitt, psicóloga especialista em traumas. Venha ouvir!

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Este episódio inteirinho é destinado para você conhecer a terapia EMDR, que significa dessensibilização e reprocessamento por meio dos movimentos oculares. - Ela é muito procurada para melhorar problemas de ansiedade, estresse pós traumático, Este episódio inteirinho é destinado para você conhecer a terapia EMDR, que significa dessensibilização e reprocessamento por meio dos movimentos oculares.<br /> <br /> <br /> <br /> Ela é muito procurada para melhorar problemas de ansiedade, estresse pós traumático, problemas sexuais, dificuldades de relacionamento e muitos outros problemas que possam ter sido causados por conta de algum tipo de trauma.<br /> <br /> Para explicar melhor então cada detalhe desta terapia, eu convidei a Paula Sampaio Schmitt, psicóloga especialista em traumas. Venha ouvir! OPodcastEDelas 49:09
Em Casa A Gente Conversa #63 – Saiba Tudo Sobre Cardiopatia Congênita https://opodcastedelas.com.br/2020/08/em-casa-a-gente-conversa-63-saiba-tudo-sobre-cardiopatia-congenita/ Wed, 26 Aug 2020 20:43:15 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8600 Conheça a cardiopatia congênita, uma doença que pode afetar uma a cada cem crianças. É uma alteração na estrutura do coração e é a alteração mais comum entre as que podem acontecer com o bebê ainda dentro da barriga. É também uma das principais causas de óbito relacionadas a malformações congênitas. Para você ter uma ideia, cerca de 29 mil crianças nascem com problemas cardíacos por ano no Brasil. Dessas, mais ou menos 80% precisam de alguma cirurgia cardíaca em algum momento da vida. Se formos falar dos casos no mundo, são cerca de 130 milhões de crianças que nascem todos os anos com algum tipo de cardiopatia congênita. Então é mais comum do que imaginamos, né? E dessas 130 milhões de crianças, 6% morrem antes mesmo de completar um ano. Por isso esse assunto tem que ser trazido aqui no podcast, precisa ser falado para orientar e ajudar a conscientizar cada vez mais famílias. Na primeira parte deste episódio eu converso com a Janaína Souto e a Larissa Mendes, mães de crianças cardiopatas que abriram um perfil no Instagram para dialogarem com outras mães que passam por este mesmo desafio. E na segunda parte eu converso com a cardiologista pediátrica, Priscila Maruoka, que tira todas as nossas dúvidas sobre este assunto. Então vamos lá! Conheça a cardiopatia congênita, uma doença que pode afetar uma a cada cem crianças. É uma alteração na estrutura do coração e é a alteração mais comum entre as que podem acontecer com o bebê ainda dentro da barriga. É também uma das principais causas de óbito relacionadas a malformações congênitas.

Para você ter uma ideia, cerca de 29 mil crianças nascem com problemas cardíacos por ano no Brasil. Dessas, mais ou menos 80% precisam de alguma cirurgia cardíaca em algum momento da vida. Se formos falar dos casos no mundo, são cerca de 130 milhões de crianças que nascem todos os anos com algum tipo de cardiopatia congênita. Então é mais comum do que imaginamos, né?

E dessas 130 milhões de crianças, 6% morrem antes mesmo de completar um ano. Por isso esse assunto tem que ser trazido aqui no podcast, precisa ser falado para orientar e ajudar a conscientizar cada vez mais famílias.

Na primeira parte deste episódio eu converso com a Janaína Souto e a Larissa Mendes, mães de crianças cardiopatas que abriram um perfil no Instagram para dialogarem com outras mães que passam por este mesmo desafio. E na segunda parte eu converso com a cardiologista pediátrica, Priscila Maruoka, que tira todas as nossas dúvidas sobre este assunto.
Então vamos lá!

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Conheça a cardiopatia congênita, uma doença que pode afetar uma a cada cem crianças. É uma alteração na estrutura do coração e é a alteração mais comum entre as que podem acontecer com o bebê ainda dentro da barriga. Conheça a cardiopatia congênita, uma doença que pode afetar uma a cada cem crianças. É uma alteração na estrutura do coração e é a alteração mais comum entre as que podem acontecer com o bebê ainda dentro da barriga. É também uma das principais causas de óbito relacionadas a malformações congênitas.<br /> <br /> Para você ter uma ideia, cerca de 29 mil crianças nascem com problemas cardíacos por ano no Brasil. Dessas, mais ou menos 80% precisam de alguma cirurgia cardíaca em algum momento da vida. Se formos falar dos casos no mundo, são cerca de 130 milhões de crianças que nascem todos os anos com algum tipo de cardiopatia congênita. Então é mais comum do que imaginamos, né?<br /> <br /> E dessas 130 milhões de crianças, 6% morrem antes mesmo de completar um ano. Por isso esse assunto tem que ser trazido aqui no podcast, precisa ser falado para orientar e ajudar a conscientizar cada vez mais famílias.<br /> <br /> Na primeira parte deste episódio eu converso com a Janaína Souto e a Larissa Mendes, mães de crianças cardiopatas que abriram um perfil no Instagram para dialogarem com outras mães que passam por este mesmo desafio. E na segunda parte eu converso com a cardiologista pediátrica, Priscila Maruoka, que tira todas as nossas dúvidas sobre este assunto.<br /> Então vamos lá! OPodcastEDelas 1:26:09
Em Casa A Gente Conversa #62 – Como Estão Vivendo as Mães no Isolamento Social? https://opodcastedelas.com.br/2020/08/em-casa-a-gente-conversa-62-como-estao-vivendo-as-maes-no-isolamento-social/ Wed, 19 Aug 2020 20:38:50 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8596 O isolamento social chegou avisando que ficaria por 40 dias. Em pouco tempo se estendeu para 2 meses, 3 meses, 4 meses e aqui estamos quase chegando aos 6 meses! Bebês nasceram, mães engravidaram, casais em crise, muitas demissões, pais em home office, filhos em homeschooling. Como lidar com tantas mudanças repentinamente? Neste episódio não converso com nenhuma especialista, mas conversei com três mães maravilhosas que compartilharam aqui com a gente suas histórias e desafios: a Egle Prema, que é mãe solo, a Alyne Siqueira, mãe que ainda vive o puerpério e a Carol Darcie, mãe de três filhos que faz home office e trabalha mais de 10 horas por dia. Então pega seu cafezinho, aperta o play e vem participar com a gente dessa conversa acolhedora. O isolamento social chegou avisando que ficaria por 40 dias. Em pouco tempo se estendeu para 2 meses, 3 meses, 4 meses e aqui estamos quase chegando aos 6 meses!
Bebês nasceram, mães engravidaram, casais em crise, muitas demissões, pais em home office, filhos em homeschooling. Como lidar com tantas mudanças repentinamente?
Neste episódio não converso com nenhuma especialista, mas conversei com três mães maravilhosas que compartilharam aqui com a gente suas histórias e desafios: a Egle Prema, que é mãe solo, a Alyne Siqueira, mãe que ainda vive o puerpério e a Carol Darcie, mãe de três filhos que faz home office e trabalha mais de 10 horas por dia. Então pega seu cafezinho, aperta o play e vem participar com a gente dessa conversa acolhedora.

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O isolamento social chegou avisando que ficaria por 40 dias. Em pouco tempo se estendeu para 2 meses, 3 meses, 4 meses e aqui estamos quase chegando aos 6 meses! Bebês nasceram, mães engravidaram, casais em crise, muitas demissões, O isolamento social chegou avisando que ficaria por 40 dias. Em pouco tempo se estendeu para 2 meses, 3 meses, 4 meses e aqui estamos quase chegando aos 6 meses!<br /> Bebês nasceram, mães engravidaram, casais em crise, muitas demissões, pais em home office, filhos em homeschooling. Como lidar com tantas mudanças repentinamente?<br /> Neste episódio não converso com nenhuma especialista, mas conversei com três mães maravilhosas que compartilharam aqui com a gente suas histórias e desafios: a Egle Prema, que é mãe solo, a Alyne Siqueira, mãe que ainda vive o puerpério e a Carol Darcie, mãe de três filhos que faz home office e trabalha mais de 10 horas por dia. Então pega seu cafezinho, aperta o play e vem participar com a gente dessa conversa acolhedora. OPodcastEDelas 1:40:25
Em Casa A Gente Conversa #61 – Meu Filho Não Dorme Direito. O Que Devo Saber? https://opodcastedelas.com.br/2020/08/em-casa-a-gente-conversa-61-meu-filho-nao-dorme-direito-o-que-devo-saber/ Wed, 12 Aug 2020 20:35:01 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8593 Neste episódio vamos falar sobre o sono infantil, o sono dos nossos filhos! Ou a falta dele, né gente? Porque olha… esse assunto aqui tira muito o nosso sono! Não sei vocês, mas se aqui em casa, minha filha emendava uma noite inteira, era motivo para comemorar, soltar rojão e tentar imitar E-X-A-T-A-M-E-N-T-E tudinho o que eu havia feito para que na noite seguinte fosse igual, mas claro… nunca dava certo. Tem uma fórmula para que o bebê durma bem? Por que eles trocam a noite pelo dia? Por que o ciclo deles de sono é tão diferente do nosso? E depois que cresce, é normal continuar acordando? Para entender melhor como funciona o sono dos nossos filhos, eu convidei a especialista Lari Godoi, do Instituto Bebê. Venha ouvir que está bem didático e cheinho de informações para você! Neste episódio vamos falar sobre o sono infantil, o sono dos nossos filhos! Ou a falta dele, né gente?
Porque olha… esse assunto aqui tira muito o nosso sono!

Não sei vocês, mas se aqui em casa, minha filha emendava uma noite inteira, era motivo para comemorar, soltar rojão e tentar imitar E-X-A-T-A-M-E-N-T-E tudinho o que eu havia feito para que na noite seguinte fosse igual, mas claro… nunca dava certo.

Tem uma fórmula para que o bebê durma bem? Por que eles trocam a noite pelo dia? Por que o ciclo deles de sono é tão diferente do nosso? E depois que cresce, é normal continuar acordando?

Para entender melhor como funciona o sono dos nossos filhos, eu convidei a especialista Lari Godoi, do Instituto Bebê. Venha ouvir que está bem didático e cheinho de informações para você!

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Neste episódio vamos falar sobre o sono infantil, o sono dos nossos filhos! Ou a falta dele, né gente? Porque olha… esse assunto aqui tira muito o nosso sono! - Não sei vocês, mas se aqui em casa, minha filha emendava uma noite inteira, Neste episódio vamos falar sobre o sono infantil, o sono dos nossos filhos! Ou a falta dele, né gente?<br /> Porque olha… esse assunto aqui tira muito o nosso sono!<br /> <br /> Não sei vocês, mas se aqui em casa, minha filha emendava uma noite inteira, era motivo para comemorar, soltar rojão e tentar imitar E-X-A-T-A-M-E-N-T-E tudinho o que eu havia feito para que na noite seguinte fosse igual, mas claro… nunca dava certo.<br /> <br /> Tem uma fórmula para que o bebê durma bem? Por que eles trocam a noite pelo dia? Por que o ciclo deles de sono é tão diferente do nosso? E depois que cresce, é normal continuar acordando?<br /> <br /> Para entender melhor como funciona o sono dos nossos filhos, eu convidei a especialista Lari Godoi, do Instituto Bebê. Venha ouvir que está bem didático e cheinho de informações para você! OPodcastEDelas 1:42:38
Em Casa A Gente Conversa #60 – Filhos: Como Ampará-los no Processo de Separação? https://opodcastedelas.com.br/2020/08/em-casa-a-gente-conversa-60-filhos-como-ampara-los-no-processo-de-separacao/ Wed, 05 Aug 2020 11:00:47 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8589 No episódio 60, Thaís conversa com a psicóloga infantil, Carolina Dantas, para tirar as dúvidas sobre como conversar com as nossas crianças durante o processo de separação Este é o terceiro e último episódio da série sobre divórcio. Neste bate papo, eu converso com a psicóloga infantil, Carolina Dantas, para tirar as dúvidas sobre como conversar com as nossas crianças durante este processo de separação. Como podemos amenizar suas dores, tentar acolhê-los da melhor forma possível?
Na segunda parte deste episódio eu converso com a Lari Godoi, que é terapeuta familiar sistêmica e vai explicar para gente como funciona a constelação familiar de casal. Como podemos constelar a nossa relação e por que casamos com a família da outra pessoa, e não apenas com quem realmente escolhemos para ser o nosso par.

Converso também com a Paula Sampaio Schimitt sobre a técnica terapêutica EMDR, procurada para melhorar problemas causados por traumas.

Vamos comigo??

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No episódio 60, Thaís conversa com a psicóloga infantil, Carolina Dantas, para tirar as dúvidas sobre como conversar com as nossas crianças durante o processo de separação No episódio 60, Thaís conversa com a psicóloga infantil, Carolina Dantas, para tirar as dúvidas sobre como conversar com as nossas crianças durante o processo de separação OPodcastEDelas 1:36:29
Em Casa A Gente Conversa #59 – Decidiu se divorciar? Conheça seus Direitos https://opodcastedelas.com.br/2020/07/em-casa-a-gente-conversa-59-decidiu-se-divorciar-conheca-seus-direitos/ Wed, 29 Jul 2020 20:36:35 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8338 Você vai se separar e não sabe por onde começar: quais os tipos de guarda, os direitos que você tem, os diferentes tipos de divórcio, como se proteger para não sair perdendo? Muitas vezes as mulheres são prejudicadas simplesmente por já viverem em uma sociedade em que o machismo estrutural é super presente. Dados do IBGE mostram que a quantidade de casamentos caiu 2,3% entre 2016 e 2017. Enquanto isso, o número de divórcios aumentou 8,3%. A proporção é de um divórcio para cada três casamentos. A média de duração de um casamento civil também caiu. Em 2007 era de 17 anos e em 2017, dez anos depois, de 14 anos. A pesquisa também mostrou que cada vez mais ou filhos têm deixado de ser impeditivos de separação. Prova disso é o aumento de divórcios judiciais com guarda compartilhada, que aumentou 13,4% em apenas três anos. Para conversar sobre este assunto e tirar todas as nossas dúvidas, trouxe aqui no podcast a advogada especialista em causas femininas, Hellen Moreno para tirar todas as dúvidas referentes a este processo e aos direitos da mulher. Vamos juntas? Você vai se separar e não sabe por onde começar: quais os tipos de guarda, os direitos que você tem, os diferentes tipos de divórcio, como se proteger para não sair perdendo? Muitas vezes as mulheres são prejudicadas simplesmente por já viverem em uma sociedade em que o machismo estrutural é super presente.

Dados do IBGE mostram que a quantidade de casamentos caiu 2,3% entre 2016 e 2017. Enquanto isso, o número de divórcios aumentou 8,3%. A proporção é de um divórcio para cada três casamentos. A média de duração de um casamento civil também caiu. Em 2007 era de 17 anos e em 2017, dez anos depois, de 14 anos.

A pesquisa também mostrou que cada vez mais ou filhos têm deixado de ser impeditivos de separação. Prova disso é o aumento de divórcios judiciais com guarda compartilhada, que aumentou 13,4% em apenas três anos.

Para conversar sobre este assunto e tirar todas as nossas dúvidas, trouxe aqui no podcast a advogada especialista em causas femininas, Hellen Moreno para tirar todas as dúvidas referentes a este processo e aos direitos da mulher. Vamos juntas?

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Você vai se separar e não sabe por onde começar: quais os tipos de guarda, os direitos que você tem, os diferentes tipos de divórcio, como se proteger para não sair perdendo? Muitas vezes as mulheres são prejudicadas simplesmente por já viverem em uma ... Você vai se separar e não sabe por onde começar: quais os tipos de guarda, os direitos que você tem, os diferentes tipos de divórcio, como se proteger para não sair perdendo? Muitas vezes as mulheres são prejudicadas simplesmente por já viverem em uma sociedade em que o machismo estrutural é super presente.<br /> <br /> Dados do IBGE mostram que a quantidade de casamentos caiu 2,3% entre 2016 e 2017. Enquanto isso, o número de divórcios aumentou 8,3%. A proporção é de um divórcio para cada três casamentos. A média de duração de um casamento civil também caiu. Em 2007 era de 17 anos e em 2017, dez anos depois, de 14 anos.<br /> <br /> A pesquisa também mostrou que cada vez mais ou filhos têm deixado de ser impeditivos de separação. Prova disso é o aumento de divórcios judiciais com guarda compartilhada, que aumentou 13,4% em apenas três anos.<br /> <br /> Para conversar sobre este assunto e tirar todas as nossas dúvidas, trouxe aqui no podcast a advogada especialista em causas femininas, Hellen Moreno para tirar todas as dúvidas referentes a este processo e aos direitos da mulher. Vamos juntas? OPodcastEDelas 1:12:35
Em Casa A Gente Conversa #58 – Separação: E quando o “para sempre” acaba? https://opodcastedelas.com.br/2020/07/em-casa-a-gente-conversa-58-separacao-e-quando-o-para-sempre-acaba/ Wed, 22 Jul 2020 20:05:39 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8310 A gente cresce acreditando que vai encontrar o amor da nossa vida, casar, ter filhos. E esta é a expectativa de muitas mulheres. Digo mulheres porque nós crescemos ouvindo coisas que nos fazem acreditar que essa é a melhor ou até única opção pra gente: filmes de alma gêmea, de relação perfeita, de princesas esperando seus príncipes encantados. E aí, que na vida real não é nada assim, né? Descobrimos que não existe parceiro(a) perfeita, temos que trabalhar com expectativas e nos auto conhecer para entender muita coisa! Então, em alguns casos, vem o divórcio! Quando percebemos que aquele “pra sempre” pode ter chegado ao fim… Como é desafiador ter uma mudança assim grande na vida, né? Abrir mão das expectativas que criamos, de tudo o que sonhamos, dos vários planos que tínhamos… Aceitar que aquele relacionamento chegou ao fim. E quando se tem filhos envolvidos nesta relação, então… A dor parece ser ainda maior. O casamento, precisa ser eterno para dizer que deu certo? Até quanto vale viver junto com alguém e lutar para manter aquela relação? Porque o número de divórcios têm aumentado? E vamos falar também das expectativas que criamos no nosso parceiro ou parceira? Paixão acaba ou é pra sempre? E o que um relacionamento precisa ter para dar certo? Ou… Como saber que aquela relação já não existe há muito tempo? Neste episódio focamos exclusivamente na mulher, nas maiores dificuldades encontradas por elas durante um divórcio, naquela mulher que também é mãe e está preocupada com sua cria, naquela mulher que está fragilizada ou com medo de passar por todo este processo. E quando falo “fragilizada”, não estou falando que é fraca não viu? Muito pelo contrário! Êta mulheres porretas e cheias de força que são essas que se transformam em mães solo ou descobrem até uma potência que nem sabiam ter! Para conversar sobre isso, convidei a Michelli Occiuzzi, que tem um trabalho muito legal nessa área de divórcio. Este é o primeiro episódio de uma série sobre separação. No próximo, vou conversar com uma advogada que tira todas as dúvidas sobre o processo de separação, os tipos de guarda e de divórcio. E no outro, converso com uma psicóloga infantil sobre como este processo é vivido pelas nossas crianças. Então se este assunto te interessa, vem comigo! 😉 A gente cresce acreditando que vai encontrar o amor da nossa vida, casar, ter filhos. E esta é a expectativa de muitas mulheres. Digo mulheres porque nós crescemos ouvindo coisas que nos fazem acreditar que essa é a melhor ou até única opção pra gente: filmes de alma gêmea, de relação perfeita, de princesas esperando seus príncipes encantados.

E aí, que na vida real não é nada assim, né? Descobrimos que não existe parceiro(a) perfeita, temos que trabalhar com expectativas e nos auto conhecer para entender muita coisa!

Então, em alguns casos, vem o divórcio! Quando percebemos que aquele “pra sempre” pode ter chegado ao fim…

Como é desafiador ter uma mudança assim grande na vida, né? Abrir mão das expectativas que criamos, de tudo o que sonhamos, dos vários planos que tínhamos… Aceitar que aquele relacionamento chegou ao fim. E quando se tem filhos envolvidos nesta relação, então… A dor parece ser ainda maior.

O casamento, precisa ser eterno para dizer que deu certo? Até quanto vale viver junto com alguém e lutar para manter aquela relação? Porque o número de divórcios têm aumentado? E vamos falar também das expectativas que criamos no nosso parceiro ou parceira?

Paixão acaba ou é pra sempre? E o que um relacionamento precisa ter para dar certo? Ou… Como saber que aquela relação já não existe há muito tempo?

Neste episódio focamos exclusivamente na mulher, nas maiores dificuldades encontradas por elas durante um divórcio, naquela mulher que também é mãe e está preocupada com sua cria, naquela mulher que está fragilizada ou com medo de passar por todo este processo.

E quando falo “fragilizada”, não estou falando que é fraca não viu? Muito pelo contrário! Êta mulheres porretas e cheias de força que são essas que se transformam em mães solo ou descobrem até uma potência que nem sabiam ter!

Para conversar sobre isso, convidei a Michelli Occiuzzi, que tem um trabalho muito legal nessa área de divórcio.

Este é o primeiro episódio de uma série sobre separação. No próximo, vou conversar com uma advogada que tira todas as dúvidas sobre o processo de separação, os tipos de guarda e de divórcio. E no outro, converso com uma psicóloga infantil sobre como este processo é vivido pelas nossas crianças.

Então se este assunto te interessa, vem comigo! 😉

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A gente cresce acreditando que vai encontrar o amor da nossa vida, casar, ter filhos. E esta é a expectativa de muitas mulheres. Digo mulheres porque nós crescemos ouvindo coisas que nos fazem acreditar que essa é a melhor ou até única opção pra gente:... Neste episódio focamos exclusivamente na mulher, nas maiores dificuldades encontradas por elas durante um divórcio, naquela mulher que também é mãe e está preocupada com sua cria, naquela mulher que está fragilizada ou com medo de passar por todo este processo. OPodcastEDelas 58 Em Casa A Gente Conversa #58 - Separação: E quando o “para sempre” acaba? 2:02:51
Em Casa A Gente Conversa #57 – Disciplina Positiva: Criando com Respeito e Conexão https://opodcastedelas.com.br/2020/07/em-casa-a-gente-conversa-57-disciplina-positiva-criando-com-respeito-e-conexao/ Thu, 16 Jul 2020 15:06:02 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8284 Praticar a disciplina positiva é educar sua cria com respeito, criando uma conexão verdadeira e confiança entre vocês dois. Mas sempre estabelecendo limites, porque eles precisam disso também. Então se você já ouviu falar que criar com disciplina positiva é criar com permissividade ou sem limites, venha ouvir este episódio para entender que não é nada disso! Quando você opta por criar seu filho com base na disciplina positiva, você está aceitando enxergá-lo como um ser que merece respeito e atenção, como qualquer adulto em qualquer outra relação sua. Não é criar com autoridade e medo, mas com carinho e confiança. É entender a importância de conhecer as necessidades do seu filho e entender o comportamento dele. É também se auto conhecer, desenvolver o seu autocontrole. É observar e perceber que muito do que fazemos é no automático, seguindo os padrões comportamentais que aprendemos na nossa infância, e lutar contra eles, se assim desejar. É ensinar às crianças sobre empatia e segurança em si mesma. Como? Dando carinho, atenção, amor e segurança a ela! Como você imagina o seu filho ou sua filha daqui a 15, 20 ou até 30 anos? Esse pode ser mais um incentivador para se praticar a disciplina positiva: você espera que eles se tornem adultos confiantes, questionares, seguros, responsáveis, amorosos? Para nos tirar todas essas dúvidas e nos esclarecer bem sobre este assunto, convidei a Bete Rodrigues, trainer em disciplina positiva, membro da Positive Discipline Association e coach especializada em atendimento de pais, psicólogos e educadores. Praticar a disciplina positiva é educar sua cria com respeito, criando uma conexão verdadeira e confiança entre vocês dois. Mas sempre estabelecendo limites, porque eles precisam disso também.

Então se você já ouviu falar que criar com disciplina positiva é criar com permissividade ou sem limites, venha ouvir este episódio para entender que não é nada disso!

Quando você opta por criar seu filho com base na disciplina positiva, você está aceitando enxergá-lo como um ser que merece respeito e atenção, como qualquer adulto em qualquer outra relação sua. Não é criar com autoridade e medo, mas com carinho e confiança. É entender a importância de conhecer as necessidades do seu filho e entender o comportamento dele. É também se auto conhecer, desenvolver o seu autocontrole. É observar e perceber que muito do que fazemos é no automático, seguindo os padrões comportamentais que aprendemos na nossa infância, e lutar contra eles, se assim desejar. É ensinar às crianças sobre empatia e segurança em si mesma. Como? Dando carinho, atenção, amor e segurança a ela!

Como você imagina o seu filho ou sua filha daqui a 15, 20 ou até 30 anos? Esse pode ser mais um incentivador para se praticar a disciplina positiva: você espera que eles se tornem adultos confiantes, questionares, seguros, responsáveis, amorosos?

Para nos tirar todas essas dúvidas e nos esclarecer bem sobre este assunto, convidei a Bete Rodrigues, trainer em disciplina positiva, membro da Positive Discipline Association e coach especializada em atendimento de pais, psicólogos e educadores.

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Praticar a disciplina positiva é educar sua cria com respeito, criando uma conexão verdadeira e confiança entre vocês dois. Mas sempre estabelecendo limites, porque eles precisam disso também. - Então se você já ouviu falar que criar com disciplina po... Praticar a disciplina positiva é educar sua cria com respeito, criando uma conexão verdadeira e confiança entre vocês dois. Mas sempre estabelecendo limites, porque eles precisam disso também.<br /> <br /> Então se você já ouviu falar que criar com disciplina positiva é criar com permissividade ou sem limites, venha ouvir este episódio para entender que não é nada disso!<br /> <br /> Quando você opta por criar seu filho com base na disciplina positiva, você está aceitando enxergá-lo como um ser que merece respeito e atenção, como qualquer adulto em qualquer outra relação sua. Não é criar com autoridade e medo, mas com carinho e confiança. É entender a importância de conhecer as necessidades do seu filho e entender o comportamento dele. É também se auto conhecer, desenvolver o seu autocontrole. É observar e perceber que muito do que fazemos é no automático, seguindo os padrões comportamentais que aprendemos na nossa infância, e lutar contra eles, se assim desejar. É ensinar às crianças sobre empatia e segurança em si mesma. Como? Dando carinho, atenção, amor e segurança a ela!<br /> <br /> Como você imagina o seu filho ou sua filha daqui a 15, 20 ou até 30 anos? Esse pode ser mais um incentivador para se praticar a disciplina positiva: você espera que eles se tornem adultos confiantes, questionares, seguros, responsáveis, amorosos?<br /> <br /> Para nos tirar todas essas dúvidas e nos esclarecer bem sobre este assunto, convidei a Bete Rodrigues, trainer em disciplina positiva, membro da Positive Discipline Association e coach especializada em atendimento de pais, psicólogos e educadores. OPodcastEDelas 1:20:02
Em Casa A Gente Conversa #56 – Crianças e o isolamento social: como acolhê-las? https://opodcastedelas.com.br/2020/07/em-casa-a-gente-conversa-56-criancas-e-o-isolamento-social-como-acolhe-las/ Thu, 09 Jul 2020 15:07:34 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8258 Como tem sido o isolamento social por aí? Sua cria tem demandado mais do que você consegue atender? Ela anda irritada, ansiosa? E a rotina? Tem sido seguida por aí? O que fazer quando se tem só um(a) filho(a) e mora em um apartamento pequeno? Como falar sobre o Coronavírus com a criança? E como enxergar o tédio como algo bom? A Pilar Tetilla Manzano Borba, especializada em Tratamento Neuroevolutivo e pós-graduada em Antroposofia na Saúde respondeu a essas e outras várias perguntas sobre o assunto. Venha ouvir que este episódio está gostoso demais! Como tem sido o isolamento social por aí? Sua cria tem demandado mais do que você consegue atender? Ela anda irritada, ansiosa? E a rotina? Tem sido seguida por aí?

O que fazer quando se tem só um(a) filho(a) e mora em um apartamento pequeno? Como falar sobre o Coronavírus com a criança? E como enxergar o tédio como algo bom?

A Pilar Tetilla Manzano Borba, especializada em Tratamento Neuroevolutivo e pós-graduada em Antroposofia na Saúde respondeu a essas e outras várias perguntas sobre o assunto.

Venha ouvir que este episódio está gostoso demais!

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Como tem sido o isolamento social por aí? Sua cria tem demandado mais do que você consegue atender? Ela anda irritada, ansiosa? E a rotina? Tem sido seguida por aí? - O que fazer quando se tem só um(a) filho(a) e mora em um apartamento pequeno? Como tem sido o isolamento social por aí? Sua cria tem demandado mais do que você consegue atender? Ela anda irritada, ansiosa? E a rotina? Tem sido seguida por aí?<br /> <br /> O que fazer quando se tem só um(a) filho(a) e mora em um apartamento pequeno? Como falar sobre o Coronavírus com a criança? E como enxergar o tédio como algo bom?<br /> <br /> A Pilar Tetilla Manzano Borba, especializada em Tratamento Neuroevolutivo e pós-graduada em Antroposofia na Saúde respondeu a essas e outras várias perguntas sobre o assunto.<br /> <br /> Venha ouvir que este episódio está gostoso demais! OPodcastEDelas 1:20:55
Em Casa A Gente Conversa #55 – Birra: Como Devemos Agir? https://opodcastedelas.com.br/2020/07/em-casa-a-gente-conversa-55-birra-como-devemos-agir/ Thu, 02 Jul 2020 12:52:20 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8208 Afinal, o que é a birra? Ela que nos deixa tão exaustas, que testa a nossa paciência todo santo dia, que nos faz querer ler, estudar, entender melhor o comportamento dos nossos filhos para que possamos compreendê-los e atender as expectativas deles, sem que percamos a mão? Por que será que os pequenos agem assim? O que passa pela cabeça deles ou… simplesmente não passa? De que forma precisamos agir para ajudá-los e não surtarmos? Como podemos enxergar a birra por outro ângulo, sem que ela seja tão negativa? A birra muitas vezes é interpretada como como se o filho tivesse desafiando os pais. Mas, se enxergarmos por outro ângulo, que é a criança brigando por sua própria vontade, esta ação se torna algo positivo para o desenvolvimento intelectual. Ou seja, se os pais impõe limites rígidos, estão ensinando que não vale a pena brigar por seus desejos, já que ela acaba encontrando consequências por ter agido assim. Ao mesmo tempo, se os pais cedem à birra, o filho pode entender que agir daquela maneira pode ser uma forma fácil de receber o que quer. Então afinal, como devemos agir? Para responder a essas perguntas e nos trazer também reflexões, eu conversei com a psicóloga Giselle Almeida Barcelos. Afinal, o que é a birra? Ela que nos deixa tão exaustas, que testa a nossa paciência todo santo dia, que nos faz querer ler, estudar, entender melhor o comportamento dos nossos filhos para que possamos compreendê-los e atender as expectativas deles, sem que percamos a mão?

Por que será que os pequenos agem assim? O que passa pela cabeça deles ou… simplesmente não passa? De que forma precisamos agir para ajudá-los e não surtarmos? Como podemos enxergar a birra por outro ângulo, sem que ela seja tão negativa?

A birra muitas vezes é interpretada como como se o filho tivesse desafiando os pais. Mas, se enxergarmos por outro ângulo, que é a criança brigando por sua própria vontade, esta ação se torna algo positivo para o desenvolvimento intelectual. Ou seja, se os pais impõe limites rígidos, estão ensinando que não vale a pena brigar por seus desejos, já que ela acaba encontrando consequências por ter agido assim. Ao mesmo tempo, se os pais cedem à birra, o filho pode entender que agir daquela maneira pode ser uma forma fácil de receber o que quer. Então afinal, como devemos agir?

Para responder a essas perguntas e nos trazer também reflexões, eu conversei com a psicóloga Giselle Almeida Barcelos.

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Afinal, o que é a birra? Ela que nos deixa tão exaustas, que testa a nossa paciência todo santo dia, que nos faz querer ler, estudar, entender melhor o comportamento dos nossos filhos para que possamos compreendê-los e atender as expectativas deles, Afinal, o que é a birra? Ela que nos deixa tão exaustas, que testa a nossa paciência todo santo dia, que nos faz querer ler, estudar, entender melhor o comportamento dos nossos filhos para que possamos compreendê-los e atender as expectativas deles, sem que percamos a mão?<br /> <br /> Por que será que os pequenos agem assim? O que passa pela cabeça deles ou… simplesmente não passa? De que forma precisamos agir para ajudá-los e não surtarmos? Como podemos enxergar a birra por outro ângulo, sem que ela seja tão negativa?<br /> <br /> A birra muitas vezes é interpretada como como se o filho tivesse desafiando os pais. Mas, se enxergarmos por outro ângulo, que é a criança brigando por sua própria vontade, esta ação se torna algo positivo para o desenvolvimento intelectual. Ou seja, se os pais impõe limites rígidos, estão ensinando que não vale a pena brigar por seus desejos, já que ela acaba encontrando consequências por ter agido assim. Ao mesmo tempo, se os pais cedem à birra, o filho pode entender que agir daquela maneira pode ser uma forma fácil de receber o que quer. Então afinal, como devemos agir?<br /> <br /> Para responder a essas perguntas e nos trazer também reflexões, eu conversei com a psicóloga Giselle Almeida Barcelos. OPodcastEDelas 1:17:24
Em Casa A Gente Conversa #54 – Como é viver no país que mais mata LGBTQIA+ https://opodcastedelas.com.br/2020/06/em-casa-a-gente-conversa-54-como-e-viver-no-pais-que-mais-mata-lgbtqia/ Tue, 30 Jun 2020 15:29:25 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8104 O silêncio é ensurdecedor. A solidão chega a apertar. O preconceito escancarado contra a comunidade LGBTQIA+ traz muitas mortes e sofrimentos. Eu digo isso afirmando: o Brasil é o país que mais mata gays, lésbicas, travestis, transexuais, bissexuais e transgêneros. Trago aqui neste episódio números. Muitos números, que não são apenas números. São pessoas que morreram vítimas de lgbtfobia. Mas também falamos aqui sobre orgulho! O orgulho de querer ser quem é. O orgulho de olhar para todo o cenário triste que vivemos e querer continuar lutando. É ir com determinação para as ruas e defender os direitos de quem luta para sobreviver. A democracia nada é se as diferenças não forem respeitadas. E não tem como nós ficarmos calados vendo pessoas morrendo simplesmente por existirem em nosso país. Então venha ouvir este episódio que está cheio de informações e histórias de pessoas LGBTQIA+. Só vem! O silêncio é ensurdecedor. A solidão chega a apertar. O preconceito escancarado contra a comunidade LGBTQIA+ traz muitas mortes e sofrimentos.

Eu digo isso afirmando: o Brasil é o país que mais mata gays, lésbicas, travestis, transexuais, bissexuais e transgêneros.
Trago aqui neste episódio números. Muitos números, que não são apenas números. São pessoas que morreram vítimas de lgbtfobia.
Mas também falamos aqui sobre orgulho! O orgulho de querer ser quem é. O orgulho de olhar para todo o cenário triste que vivemos e querer continuar lutando.

É ir com determinação para as ruas e defender os direitos de quem luta para sobreviver.

A democracia nada é se as diferenças não forem respeitadas. E não tem como nós ficarmos calados vendo pessoas morrendo simplesmente por existirem em nosso país.

Então venha ouvir este episódio que está cheio de informações e histórias de pessoas LGBTQIA+. Só vem!

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O silêncio é ensurdecedor. A solidão chega a apertar. O preconceito escancarado contra a comunidade LGBTQIA+ traz muitas mortes e sofrimentos. - Eu digo isso afirmando: o Brasil é o país que mais mata gays, lésbicas, travestis, transexuais, O silêncio é ensurdecedor. A solidão chega a apertar. O preconceito escancarado contra a comunidade LGBTQIA+ traz muitas mortes e sofrimentos.<br /> <br /> Eu digo isso afirmando: o Brasil é o país que mais mata gays, lésbicas, travestis, transexuais, bissexuais e transgêneros.<br /> Trago aqui neste episódio números. Muitos números, que não são apenas números. São pessoas que morreram vítimas de lgbtfobia.<br /> Mas também falamos aqui sobre orgulho! O orgulho de querer ser quem é. O orgulho de olhar para todo o cenário triste que vivemos e querer continuar lutando.<br /> <br /> É ir com determinação para as ruas e defender os direitos de quem luta para sobreviver.<br /> <br /> A democracia nada é se as diferenças não forem respeitadas. E não tem como nós ficarmos calados vendo pessoas morrendo simplesmente por existirem em nosso país.<br /> <br /> Então venha ouvir este episódio que está cheio de informações e histórias de pessoas LGBTQIA+. Só vem! OPodcastEDelas 1:59:33
Em Casa A Gente Conversa #53 – Criar Filhos é um Ato Político https://opodcastedelas.com.br/2020/06/em-casa-a-gente-conversa-53-criar-filhos-e-um-ato-politico/ Wed, 17 Jun 2020 22:07:13 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8051 Por que criar filhos é um ato político? Porque a política está em todos os lugares! A primeira forma de sociedade que os nossos filhos têm acesso é a nossa família. E é justamente através dela que eles conhecem o mundo. Educá-los é um ato político. Mostrar para eles valores como honestidade, empatia, aceitar o que é diferente de nós e do que pensamos, também é político. Então para falar sobre este assunto convidei aqui três pessoas: o Otávio, meu marido e pai dos meus filhos, a Tati Fávaro, comunicadora e jornalista, especializada em psicologia do puerpério e em Programação Neurolinguística (PNL), e o Plínio Teodoro, também comunicador e jornalista, terapeuta das relações humanas, especializado em psicologia transpessoal e em PNL. Venha ouvir que o papo tá bom demais!! Por que criar filhos é um ato político? Porque a política está em todos os lugares!

A primeira forma de sociedade que os nossos filhos têm acesso é a nossa família. E é justamente através dela que eles conhecem o mundo.

Educá-los é um ato político. Mostrar para eles valores como honestidade, empatia, aceitar o que é diferente de nós e do que pensamos, também é político.

Então para falar sobre este assunto convidei aqui três pessoas: o Otávio, meu marido e pai dos meus filhos, a Tati Fávaro, comunicadora e jornalista, especializada em psicologia do puerpério e em Programação Neurolinguística (PNL), e o Plínio Teodoro, também comunicador e jornalista, terapeuta das relações humanas, especializado em psicologia transpessoal e em PNL.

Venha ouvir que o papo tá bom demais!!

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Por que criar filhos é um ato político? Porque a política está em todos os lugares! - A primeira forma de sociedade que os nossos filhos têm acesso é a nossa família. E é justamente através dela que eles conhecem o mundo. - Por que criar filhos é um ato político? Porque a política está em todos os lugares!<br /> <br /> A primeira forma de sociedade que os nossos filhos têm acesso é a nossa família. E é justamente através dela que eles conhecem o mundo. <br /> <br /> Educá-los é um ato político. Mostrar para eles valores como honestidade, empatia, aceitar o que é diferente de nós e do que pensamos, também é político. <br /> <br /> Então para falar sobre este assunto convidei aqui três pessoas: o Otávio, meu marido e pai dos meus filhos, a Tati Fávaro, comunicadora e jornalista, especializada em psicologia do puerpério e em Programação Neurolinguística (PNL), e o Plínio Teodoro, também comunicador e jornalista, terapeuta das relações humanas, especializado em psicologia transpessoal e em PNL.<br /> <br /> Venha ouvir que o papo tá bom demais!! OPodcastEDelas 1:23:11
Em Casa A Gente Conversa #52 – Gordofobia: Um Preconceito Silencioso https://opodcastedelas.com.br/2020/06/em-casa-a-gente-conversa-52-gordofobia-um-preconceito-silencioso/ Fri, 12 Jun 2020 16:48:20 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=8020 A gordofobia é o preconceito em relação às pessoas gordas que surge, obviamente, a partir de um padrão de beleza imposto pela sociedade, em que o corpo certo e bonito é aquele magro, com curvas, sem celulite. Quando a pessoa é gordofóbica, ela julga, critica, ridiculariza as pessoas gordas, fazendo com que se sintam anormais. E isso pode acontecer mesmo que ela não tenha consciência que faça isso. Sabe aqueles “elogios”: “que rosto lindo vc tem! se emagrecesse ficaria ótima!?” Pois é, isso é um exemplo de gordofobia. Este preconceito está tão enraizado que muitas vezes nem percebemos que ele está logo ali, do nosso lado. Ou até… dentro de nós. Para se ter uma ideia, a obesidade começou a ser vista como algo não saudável apenas por volta da década de 90. E o corpo magro então começou a ser visto como sinônimo de beleza e saúde, o que começou a gerar um preconceito com pessoas gordas, principalmente mulheres. Entre os adultos obesos, de 19 a 42% sofrem com a discriminação. As taxas são ainda maiores com as mulheres e aqueles com maior índice de massa corporal. Para conversar comigo sobre este assunto convidei a Gabi Menezes e a Luana Carvalho. A gordofobia é o preconceito em relação às pessoas gordas que surge, obviamente, a partir de um padrão de beleza imposto pela sociedade, em que o corpo certo e bonito é aquele magro, com curvas, sem celulite.

Quando a pessoa é gordofóbica, ela julga, critica, ridiculariza as pessoas gordas, fazendo com que se sintam anormais. E isso pode acontecer mesmo que ela não tenha consciência que faça isso.

Sabe aqueles “elogios”: “que rosto lindo vc tem! se emagrecesse ficaria ótima!?” Pois é, isso é um exemplo de gordofobia.

Este preconceito está tão enraizado que muitas vezes nem percebemos que ele está logo ali, do nosso lado. Ou até… dentro de nós.

Para se ter uma ideia, a obesidade começou a ser vista como algo não saudável apenas por volta da década de 90. E o corpo magro então começou a ser visto como sinônimo de beleza e saúde, o que começou a gerar um preconceito com pessoas gordas, principalmente mulheres.

Entre os adultos obesos, de 19 a 42% sofrem com a discriminação. As taxas são ainda maiores com as mulheres e aqueles com maior índice de massa corporal.

Para conversar comigo sobre este assunto convidei a Gabi Menezes e a Luana Carvalho.

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A gordofobia é o preconceito em relação às pessoas gordas que surge, obviamente, a partir de um padrão de beleza imposto pela sociedade, em que o corpo certo e bonito é aquele magro, com curvas, sem celulite. - Quando a pessoa é gordofóbica, A gordofobia é o preconceito em relação às pessoas gordas que surge, obviamente, a partir de um padrão de beleza imposto pela sociedade, em que o corpo certo e bonito é aquele magro, com curvas, sem celulite.<br /> <br /> Quando a pessoa é gordofóbica, ela julga, critica, ridiculariza as pessoas gordas, fazendo com que se sintam anormais. E isso pode acontecer mesmo que ela não tenha consciência que faça isso.<br /> <br /> Sabe aqueles “elogios”: “que rosto lindo vc tem! se emagrecesse ficaria ótima!?” Pois é, isso é um exemplo de gordofobia. <br /> <br /> Este preconceito está tão enraizado que muitas vezes nem percebemos que ele está logo ali, do nosso lado. Ou até… dentro de nós. <br /> <br /> Para se ter uma ideia, a obesidade começou a ser vista como algo não saudável apenas por volta da década de 90. E o corpo magro então começou a ser visto como sinônimo de beleza e saúde, o que começou a gerar um preconceito com pessoas gordas, principalmente mulheres.<br /> <br /> Entre os adultos obesos, de 19 a 42% sofrem com a discriminação. As taxas são ainda maiores com as mulheres e aqueles com maior índice de massa corporal.<br /> <br /> Para conversar comigo sobre este assunto convidei a Gabi Menezes e a Luana Carvalho. OPodcastEDelas 1:26:00
Em Casa A Gente Conversa #51 – Privilégio Branco e o Racismo Estrutural https://opodcastedelas.com.br/2020/06/em-casa-a-gente-conversa-51-privilegio-branco-e-o-racismo-estrutural/ Thu, 04 Jun 2020 23:04:28 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=7983 Você sabe o que é privilégio branco? Privilégio é quando uma pessoa ou um grupo de pessoas recebe vantagens em relação ao restante da sociedade. No Brasil, o racismo é muito presente: as pessoas brancas recebem salários maiores, têm mais acesso à educação, à saúde e à vários outros tipos de vantagens sociais. Aqui incluo também as chances maiores que os brancos têm de se manterem vivos. Então o que é o privilégio branco? São os recursos normalmente não disponibilizados à população negra: seja ele material, psíquico ou social. Acontece que para o mundo do privilégio branco, todas as regras e leis são moldadas às situações que eles passam. Já para os negros, o privilégio do branco pode significar a sua morte. Para se ter uma ideia, entre 2006 e 2016, último ano com dados disponíveis, a taxa de homicídios de quem não é negro diminuiu 6,8%. Enquanto isso, a taxa entre a população negra aumentou 23,1% e foi a maior registrada desde 2006. Se formos falar de mulher então… 58% das ligações para relatar uma violência doméstica são feitas por negras. Além disso, elas são as mais afetadas pela mortalidade materna, representando 56%, e pela violência obstétrica, com 65% dos casos. No mês de maio, próximo de completarmos 3 meses de pandemia aqui no Brasil, vemos que negros e negras somam 43% dos hospitalizados, mas representam mais da metade dos mortos: 50,1%, contra 47,7% de pessoas brancas. O privilégio branco é uma invenção do branco e, para que continue existindo, ele necessita desta desigualdade, que vem desde o período da escravização. E sabe o que é pior? O privilégio branco é silencioso, naturalizado. Ou seja, como estamos acostumados com ele, a tendência é não percebermos que o privilégio existe e que outras pessoas são tratadas de maneira diferente de nós, que não têm as mesmas vantagens que a gente. Como não vivemos o que os menos privilegiados vivem, corremos o risco de acreditar que estamos vivendo a mesma realidade e com as mesmas oportunidades, o que é mentira. Então te convido neste episódio a abrir a sua cabeça. Para receber as críticas abertamente mesmo, tentando enxergar o que há anos estamos ocultando. Convido você, ouvinte branco, a sair um pouco do seu lugar de conforto, do NOSSO lugar de conforto. Por isso, convidei aqui o Bielo Pereira, podcaster e apresentadora do Coisa Boa pra Você, do GNT, e a Deh Bastos, idealizadora do Criando Crianças Pretas. Você sabe o que é privilégio branco?

Privilégio é quando uma pessoa ou um grupo de pessoas recebe vantagens em relação ao restante da sociedade.

No Brasil, o racismo é muito presente: as pessoas brancas recebem salários maiores, têm mais acesso à educação, à saúde e à vários outros tipos de vantagens sociais. Aqui incluo também as chances maiores que os brancos têm de se manterem vivos.

Então o que é o privilégio branco? São os recursos normalmente não disponibilizados à população negra: seja ele material, psíquico ou social.

Acontece que para o mundo do privilégio branco, todas as regras e leis são moldadas às situações que eles passam. Já para os negros, o privilégio do branco pode significar a sua morte.

Para se ter uma ideia, entre 2006 e 2016, último ano com dados disponíveis, a taxa de homicídios de quem não é negro diminuiu 6,8%. Enquanto isso, a taxa entre a população negra aumentou 23,1% e foi a maior registrada desde 2006.

Se formos falar de mulher então… 58% das ligações para relatar uma violência doméstica são feitas por negras. Além disso, elas são as mais afetadas pela mortalidade materna, representando 56%, e pela violência obstétrica, com 65% dos casos.

No mês de maio, próximo de completarmos 3 meses de pandemia aqui no Brasil, vemos que negros e negras somam 43% dos hospitalizados, mas representam mais da metade dos mortos: 50,1%, contra 47,7% de pessoas brancas.

O privilégio branco é uma invenção do branco e, para que continue existindo, ele necessita desta desigualdade, que vem desde o período da escravização.

E sabe o que é pior? O privilégio branco é silencioso, naturalizado. Ou seja, como estamos acostumados com ele, a tendência é não percebermos que o privilégio existe e que outras pessoas são tratadas de maneira diferente de nós, que não têm as mesmas vantagens que a gente.

Como não vivemos o que os menos privilegiados vivem, corremos o risco de acreditar que estamos vivendo a mesma realidade e com as mesmas oportunidades, o que é mentira.

Então te convido neste episódio a abrir a sua cabeça. Para receber as críticas abertamente mesmo, tentando enxergar o que há anos estamos ocultando. Convido você, ouvinte branco, a sair um pouco do seu lugar de conforto, do NOSSO lugar de conforto.

Por isso, convidei aqui o Bielo Pereira, podcaster e apresentadora do Coisa Boa pra Você, do GNT, e a Deh Bastos, idealizadora do Criando Crianças Pretas.

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Você sabe o que é privilégio branco? - Privilégio é quando uma pessoa ou um grupo de pessoas recebe vantagens em relação ao restante da sociedade. - No Brasil, o racismo é muito presente: as pessoas brancas recebem salários maiores, Você sabe o que é privilégio branco?<br /> <br /> Privilégio é quando uma pessoa ou um grupo de pessoas recebe vantagens em relação ao restante da sociedade. <br /> <br /> No Brasil, o racismo é muito presente: as pessoas brancas recebem salários maiores, têm mais acesso à educação, à saúde e à vários outros tipos de vantagens sociais. Aqui incluo também as chances maiores que os brancos têm de se manterem vivos.<br /> <br /> Então o que é o privilégio branco? São os recursos normalmente não disponibilizados à população negra: seja ele material, psíquico ou social.<br /> <br /> Acontece que para o mundo do privilégio branco, todas as regras e leis são moldadas às situações que eles passam. Já para os negros, o privilégio do branco pode significar a sua morte. <br /> <br /> Para se ter uma ideia, entre 2006 e 2016, último ano com dados disponíveis, a taxa de homicídios de quem não é negro diminuiu 6,8%. Enquanto isso, a taxa entre a população negra aumentou 23,1% e foi a maior registrada desde 2006. <br /> <br /> Se formos falar de mulher então… 58% das ligações para relatar uma violência doméstica são feitas por negras. Além disso, elas são as mais afetadas pela mortalidade materna, representando 56%, e pela violência obstétrica, com 65% dos casos.<br /> <br /> No mês de maio, próximo de completarmos 3 meses de pandemia aqui no Brasil, vemos que negros e negras somam 43% dos hospitalizados, mas representam mais da metade dos mortos: 50,1%, contra 47,7% de pessoas brancas.<br /> <br /> O privilégio branco é uma invenção do branco e, para que continue existindo, ele necessita desta desigualdade, que vem desde o período da escravização.<br /> <br /> E sabe o que é pior? O privilégio branco é silencioso, naturalizado. Ou seja, como estamos acostumados com ele, a tendência é não percebermos que o privilégio existe e que outras pessoas são tratadas de maneira diferente de nós, que não têm as mesmas vantagens que a gente. <br /> <br /> Como não vivemos o que os menos privilegiados vivem, corremos o risco de acreditar que estamos vivendo a mesma realidade e com as mesmas oportunidades, o que é mentira.<br /> <br /> Então te convido neste episódio a abrir a sua cabeça. Para receber as críticas abertamente mesmo, tentando enxergar o que há anos estamos ocultando. Convido você, ouvinte branco, a sair um pouco do seu lugar de conforto, do NOSSO lugar de conforto.<br /> <br /> Por isso, convidei aqui o Bielo Pereira, podcaster e apresentadora do Coisa Boa pra Você, do GNT, e a Deh Bastos, idealizadora do Criando Crianças Pretas. OPodcastEDelas 1:24:20
Em Casa A Gente Conversa #50 – Amamentar não é instintivo: Histórias de quem não amamentou. https://opodcastedelas.com.br/2020/05/em-casa-a-gente-conversa-50-amamentar-nao-e-instintivo-historias-de-quem-nao-amamentou/ Thu, 28 May 2020 23:21:18 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=7952 Amamentar não é instintivo. É preciso aprender, é preciso se preparar, é preciso falar sobre isso. Neste episódio ouvi histórias de mulheres que não conseguiram amamentar. Elas compartilharam suas dificuldades, suas dores, seus medos. Sabia que as brasileiras estão entre as mães que mais sentem peso na consciência quando o assunto é amamentação? Uma pesquisa mostrou que 93% delas disseram que sentiriam culpa caso não pudessem amamentar seus filhos. Se você é uma delas, venha ouvir este episódio! Se culpe menos, se acolha mais. Você não é "menos mãe" por isso. Conversei com a Flávia Gon Soares, Simone Fiuza e com a consultora de amamentação Mariana Volf. Amamentar não é instintivo. É preciso aprender, é preciso se preparar, é preciso falar sobre isso.

Neste episódio ouvi histórias de mulheres que não conseguiram amamentar.

Elas compartilharam suas dificuldades, suas dores, seus medos.

Sabia que as brasileiras estão entre as mães que mais sentem peso na consciência quando o assunto é amamentação? Uma pesquisa mostrou que 93% delas disseram que sentiriam culpa caso não pudessem amamentar seus filhos.

Se você é uma delas, venha ouvir este episódio! Se culpe menos, se acolha mais. Você não é “menos mãe” por isso.

Conversei com a Flávia Gon Soares, Simone Fiuza e com a consultora de amamentação Mariana Volf.

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Amamentar não é instintivo. É preciso aprender, é preciso se preparar, é preciso falar sobre isso. - Neste episódio ouvi histórias de mulheres que não conseguiram amamentar. - Elas compartilharam suas dificuldades, suas dores, seus medos. - Amamentar não é instintivo. É preciso aprender, é preciso se preparar, é preciso falar sobre isso.<br /> <br /> Neste episódio ouvi histórias de mulheres que não conseguiram amamentar. <br /> <br /> Elas compartilharam suas dificuldades, suas dores, seus medos.<br /> <br /> Sabia que as brasileiras estão entre as mães que mais sentem peso na consciência quando o assunto é amamentação? Uma pesquisa mostrou que 93% delas disseram que sentiriam culpa caso não pudessem amamentar seus filhos.<br /> <br /> Se você é uma delas, venha ouvir este episódio! Se culpe menos, se acolha mais. Você não é "menos mãe" por isso.<br /> <br /> Conversei com a Flávia Gon Soares, Simone Fiuza e com a consultora de amamentação Mariana Volf. OPodcastEDelas 1:38:12
Em Casa A Gente Conversa #49 – O Que Devo Saber Sobre Adoção? https://opodcastedelas.com.br/2020/05/em-casa-a-gente-conversa-49-o-que-devo-saber-sobre-adocao/ Tue, 19 May 2020 23:19:19 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=7950 Você já pensou em adotar? Pensar em ter um filho adotivo é algo que faz seu coração bater forte? Neste episódio eu converso com a Maria Cecília, advogada que trabalha com adoção há 18 anos. Ela explica quais são os passos para adotar uma criança, além de tirar as principais dúvidas sobre este processo. Conversei também com a Tatiany, que é psicóloga especializada em adoções, e com a Adriana, uma mãe adotiva que criou um aplicativo para ajudar as crianças e os adolescentes menos procurados para serem adotados. E doulas de adoção? Já ouviu falar? A Mayra e a Mariana explicam como é o trabalho dessas profissionais aqui no Brasil. Então vamos lá que esse episódio tá cheinho de informações para você que pensa em adotar um filho. (Se ainda não ouviu o episódio anterior, corre lá que são histórias de adoções lindíssimas!) Você já pensou em adotar? Pensar em ter um filho adotivo é algo que faz seu coração bater forte?

Neste episódio eu converso com a Maria Cecília, advogada que trabalha com adoção há 18 anos. Ela explica quais são os passos para adotar uma criança, além de tirar as principais dúvidas sobre este processo.

Conversei também com a Tatiany, que é psicóloga especializada em adoções, e com a Adriana, uma mãe adotiva que criou um aplicativo para ajudar as crianças e os adolescentes menos procurados para serem adotados.

E doulas de adoção? Já ouviu falar? A Mayra e a Mariana explicam como é o trabalho dessas profissionais aqui no Brasil.

Então vamos lá que esse episódio tá cheinho de informações para você que pensa em adotar um filho. (Se ainda não ouviu o episódio anterior, corre lá que são histórias de adoções lindíssimas!)

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Você já pensou em adotar? Pensar em ter um filho adotivo é algo que faz seu coração bater forte? - Neste episódio eu converso com a Maria Cecília, advogada que trabalha com adoção há 18 anos. Ela explica quais são os passos para adotar uma criança, Você já pensou em adotar? Pensar em ter um filho adotivo é algo que faz seu coração bater forte? <br /> <br /> Neste episódio eu converso com a Maria Cecília, advogada que trabalha com adoção há 18 anos. Ela explica quais são os passos para adotar uma criança, além de tirar as principais dúvidas sobre este processo.<br /> <br /> Conversei também com a Tatiany, que é psicóloga especializada em adoções, e com a Adriana, uma mãe adotiva que criou um aplicativo para ajudar as crianças e os adolescentes menos procurados para serem adotados.<br /> <br /> E doulas de adoção? Já ouviu falar? A Mayra e a Mariana explicam como é o trabalho dessas profissionais aqui no Brasil. <br /> <br /> Então vamos lá que esse episódio tá cheinho de informações para você que pensa em adotar um filho. (Se ainda não ouviu o episódio anterior, corre lá que são histórias de adoções lindíssimas!) OPodcastEDelas 1:38:58
Em Casa A Gente Conversa #48 – Histórias de Adoção https://opodcastedelas.com.br/2020/05/em-casa-a-gente-conversa-48-historias-de-adocao/ Wed, 13 May 2020 23:10:57 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=7948 Estamos no mês de maio! O mês em que é comemorado o Dia das Mães e também o Dia Nacional da Adoção. Neste episódio, vamos ouvir histórias de pessoas que geraram seus filhos fora da barriga. Que passaram por uma gestação de muito mais que nove meses, que se emocionaram ao encontrar seus filhos pela primeira vez. História de pessoas que conheceram suas crias já grandes, outras, ainda bebês. Um casal homoafetivo, com dois pais, que passou pelo puerpério. E chorou… se desesperou como toda mãe. Vamos ouvir aqui também histórias de quem está aguardando na lista de espera ansiosa pela chegada do filho e a história da Erika, que foi adotada há anos e hoje já tem a própria família e filhos. No episódio da semana que vem, eu converso com uma advogada que trabalha com adoções há 18 anos, com uma psicóloga especialista em adoções e com uma mãe adotiva que desenvolveu um aplicativo para ajudar crianças e adolescentes que fogem do padrão mais procurado pelas famílias. Converso também com duas mulheres que fazem um trabalho lindo por todo esse processo: as doulas de adoção! Já ouviu falar? Então se prepara porque hoje você vai começar a entrar neste mundo dos filhos que vieram do coração. Dos filhos que foram tão esperados como os que são gerados na barriga. E vai ouvir histórias de cinco famílias que abriram seus corações para mostrar para você que sim, é possível ter uma família real e que tanto foi esperada. Convidados: Leonardo de Castro, Mariana Sória, Maria Izabel Lavio, Georgia Buci e Erika Jakowatz. Estamos no mês de maio! O mês em que é comemorado o Dia das Mães e também o Dia Nacional da Adoção.

Neste episódio, vamos ouvir histórias de pessoas que geraram seus filhos fora da barriga.

Que passaram por uma gestação de muito mais que nove meses, que se emocionaram ao encontrar seus filhos pela primeira vez.

História de pessoas que conheceram suas crias já grandes, outras, ainda bebês. Um casal homoafetivo, com dois pais, que passou pelo puerpério. E chorou… se desesperou como toda mãe. Vamos ouvir aqui também histórias de quem está aguardando na lista de espera ansiosa pela chegada do filho e a história da Erika, que foi adotada há anos e hoje já tem a própria família e filhos.

No episódio da semana que vem, eu converso com uma advogada que trabalha com adoções há 18 anos, com uma psicóloga especialista em adoções e com uma mãe adotiva que desenvolveu um aplicativo para ajudar crianças e adolescentes que fogem do padrão mais procurado pelas famílias.
Converso também com duas mulheres que fazem um trabalho lindo por todo esse processo: as doulas de adoção! Já ouviu falar?

Então se prepara porque hoje você vai começar a entrar neste mundo dos filhos que vieram do coração. Dos filhos que foram tão esperados como os que são gerados na barriga. E vai ouvir histórias de cinco famílias que abriram seus corações para mostrar para você que sim, é possível ter uma família real e que tanto foi esperada.

Convidados: Leonardo de Castro, Mariana Sória, Maria Izabel Lavio, Georgia Buci e Erika Jakowatz.

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Estamos no mês de maio! O mês em que é comemorado o Dia das Mães e também o Dia Nacional da Adoção. - Neste episódio, vamos ouvir histórias de pessoas que geraram seus filhos fora da barriga. - Que passaram por uma gestação de muito mais que nove me... Estamos no mês de maio! O mês em que é comemorado o Dia das Mães e também o Dia Nacional da Adoção.<br /> <br /> Neste episódio, vamos ouvir histórias de pessoas que geraram seus filhos fora da barriga. <br /> <br /> Que passaram por uma gestação de muito mais que nove meses, que se emocionaram ao encontrar seus filhos pela primeira vez. <br /> <br /> História de pessoas que conheceram suas crias já grandes, outras, ainda bebês. Um casal homoafetivo, com dois pais, que passou pelo puerpério. E chorou… se desesperou como toda mãe. Vamos ouvir aqui também histórias de quem está aguardando na lista de espera ansiosa pela chegada do filho e a história da Erika, que foi adotada há anos e hoje já tem a própria família e filhos.<br /> <br /> No episódio da semana que vem, eu converso com uma advogada que trabalha com adoções há 18 anos, com uma psicóloga especialista em adoções e com uma mãe adotiva que desenvolveu um aplicativo para ajudar crianças e adolescentes que fogem do padrão mais procurado pelas famílias.<br /> Converso também com duas mulheres que fazem um trabalho lindo por todo esse processo: as doulas de adoção! Já ouviu falar?<br /> <br /> Então se prepara porque hoje você vai começar a entrar neste mundo dos filhos que vieram do coração. Dos filhos que foram tão esperados como os que são gerados na barriga. E vai ouvir histórias de cinco famílias que abriram seus corações para mostrar para você que sim, é possível ter uma família real e que tanto foi esperada.<br /> <br /> Convidados: Leonardo de Castro, Mariana Sória, Maria Izabel Lavio, Georgia Buci e Erika Jakowatz. OPodcastEDelas 1:42:32
Em Casa A Gente Conversa #47 – Sexualidade Positiva: A Revolução do Prazer https://opodcastedelas.com.br/2020/05/em-casa-a-gente-conversa-47-sexualidade-positiva-a-revolucao-do-prazer/ Tue, 12 May 2020 23:06:27 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=7946 Você sabia que muitas mulheres nunca chegaram ao orgasmo na vida? Várias pesquisas diferentes mostram que 70% das mulheres nunca atingiram o orgasmo com seus parceiros. E 40% das mulheres vão passar a vida inteira sem ter um orgasmo apenas com a penetração. Muito disso se deve a falta de nós mesmas conquistarmos o nosso território íntimo, o nosso corpo. Vamos falar então hoje sobre sexualidade positiva, que estimula o auto conhecimento, o domínio do próprio prazer e da energia sexual. E a sexualidade não é resumida ao sexo, gente! Nós precisamos desta energia sexual para criar, para produzir, para viver! Ninguém precisa de penetração para se realizar sexualmente. Aliás, nem de outra pessoa precisamos. E veja só como você não está sozinha: a nossa sociedade vive com um foco no prazer masculino. Por isso cerca de 90% das mulheres heterossexuais são infelizes na relação sexual e também na sua sexualidade. Quando nos esforçamos muito em uma relação sexual para não termos uma gratificação às alturas no final, é normal que a gente não queira transar. É normal que estejamos mais interessadas em uma série no Netflix, dar uma saída ou arrumar o guarda roupas do que transar. É muito esforço para pouco prazer. Esta sociedade patriarcal na qual vivemos, não quer a liberdade das mulheres, não quer que a gente seja poderosa e muito menos, que experimente o prazer do corpo e da sexualidade. Mas como este podcast aqui quer tudo isso para você, eu convidei aqui para este episódio a minha Xará: a Thais Machado Dias! Você sabia que muitas mulheres nunca chegaram ao orgasmo na vida? Várias pesquisas diferentes mostram que 70% das mulheres nunca atingiram o orgasmo com seus parceiros. E 40% das mulheres vão passar a vida inteira sem ter um orgasmo apenas com a penetração.

Muito disso se deve a falta de nós mesmas conquistarmos o nosso território íntimo, o nosso corpo. Vamos falar então hoje sobre sexualidade positiva, que estimula o auto conhecimento, o domínio do próprio prazer e da energia sexual. E a sexualidade não é resumida ao sexo, gente! Nós precisamos desta energia sexual para criar, para produzir, para viver!

Ninguém precisa de penetração para se realizar sexualmente. Aliás, nem de outra pessoa precisamos.

E veja só como você não está sozinha: a nossa sociedade vive com um foco no prazer masculino. Por isso cerca de 90% das mulheres heterossexuais são infelizes na relação sexual e também na sua sexualidade.

Quando nos esforçamos muito em uma relação sexual para não termos uma gratificação às alturas no final, é normal que a gente não queira transar. É normal que estejamos mais interessadas em uma série no Netflix, dar uma saída ou arrumar o guarda roupas do que transar. É muito esforço para pouco prazer.

Esta sociedade patriarcal na qual vivemos, não quer a liberdade das mulheres, não quer que a gente seja poderosa e muito menos, que experimente o prazer do corpo e da sexualidade. Mas como este podcast aqui quer tudo isso para você, eu convidei aqui para este episódio a minha Xará: a Thais Machado Dias!

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Você sabia que muitas mulheres nunca chegaram ao orgasmo na vida? Várias pesquisas diferentes mostram que 70% das mulheres nunca atingiram o orgasmo com seus parceiros. E 40% das mulheres vão passar a vida inteira sem ter um orgasmo apenas com a penetr... Você sabia que muitas mulheres nunca chegaram ao orgasmo na vida? Várias pesquisas diferentes mostram que 70% das mulheres nunca atingiram o orgasmo com seus parceiros. E 40% das mulheres vão passar a vida inteira sem ter um orgasmo apenas com a penetração.<br /> <br /> Muito disso se deve a falta de nós mesmas conquistarmos o nosso território íntimo, o nosso corpo. Vamos falar então hoje sobre sexualidade positiva, que estimula o auto conhecimento, o domínio do próprio prazer e da energia sexual. E a sexualidade não é resumida ao sexo, gente! Nós precisamos desta energia sexual para criar, para produzir, para viver!<br /> <br /> Ninguém precisa de penetração para se realizar sexualmente. Aliás, nem de outra pessoa precisamos.<br /> <br /> E veja só como você não está sozinha: a nossa sociedade vive com um foco no prazer masculino. Por isso cerca de 90% das mulheres heterossexuais são infelizes na relação sexual e também na sua sexualidade. <br /> <br /> Quando nos esforçamos muito em uma relação sexual para não termos uma gratificação às alturas no final, é normal que a gente não queira transar. É normal que estejamos mais interessadas em uma série no Netflix, dar uma saída ou arrumar o guarda roupas do que transar. É muito esforço para pouco prazer.<br /> <br /> Esta sociedade patriarcal na qual vivemos, não quer a liberdade das mulheres, não quer que a gente seja poderosa e muito menos, que experimente o prazer do corpo e da sexualidade. Mas como este podcast aqui quer tudo isso para você, eu convidei aqui para este episódio a minha Xará: a Thais Machado Dias! OPodcastEDelas 1:28:49
Em Casa A Gente Conversa #46 – Ritmo e Rotina: Por que eles são tão importantes? https://opodcastedelas.com.br/2020/04/em-casa-a-gente-conversa-46-ritmo-e-rotina-por-que-eles-sao-tao-importantes/ Wed, 29 Apr 2020 23:01:55 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=7944 Ritmo e rotina: qual a diferença entre os dois? Por que são tão importantes para as nossas crianças? Você já pensou que a natureza toda funciona em um ritmo? O dia e a noite, as estações do ano, a respiração em que o ar entra e sai, a vida e a morte. Em tudo na vida existe alternância. E o ritmo da vida é a mesma coisa. O ritmo existe a partir do momento em que há uma repetição. Ou seja, acordar mais ou menos na mesma hora, tomar café da manhã, troca de roupa, arrumar a cama sempre em uma ordem traz segurança e calma para a criança, porque elas já sabem o que vem a seguir. Essa constância é fundamental. No caso das crianças pequenas, este ritmo também traz saúde física e psíquica, além de combater a ansiedade. Por isso quando a criança tem uma rotina, ela se mostra mais calma, mais colaborativa e com mais vontade de aprender. Para falar sobre este assunto, convidei o pediatra antroposófico Edison Rosa, que explicou detalhadamente sobre ritmo e rotina, além de trazer boas dicas para você começar a fazer aí na sua casa! Ritmo e rotina: qual a diferença entre os dois?

Por que são tão importantes para as nossas crianças?

Você já pensou que a natureza toda funciona em um ritmo? O dia e a noite, as estações do ano, a respiração em que o ar entra e sai, a vida e a morte. Em tudo na vida existe alternância. E o ritmo da vida é a mesma coisa.

O ritmo existe a partir do momento em que há uma repetição. Ou seja, acordar mais ou menos na mesma hora, tomar café da manhã, troca de roupa, arrumar a cama sempre em uma ordem traz segurança e calma para a criança, porque elas já sabem o que vem a seguir. Essa constância é fundamental.

No caso das crianças pequenas, este ritmo também traz saúde física e psíquica, além de combater a ansiedade.

Por isso quando a criança tem uma rotina, ela se mostra mais calma, mais colaborativa e com mais vontade de aprender.

Para falar sobre este assunto, convidei o pediatra antroposófico Edison Rosa, que explicou detalhadamente sobre ritmo e rotina, além de trazer boas dicas para você começar a fazer aí na sua casa!

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Ritmo e rotina: qual a diferença entre os dois? - Por que são tão importantes para as nossas crianças? - Você já pensou que a natureza toda funciona em um ritmo? O dia e a noite, as estações do ano, a respiração em que o ar entra e sai, Ritmo e rotina: qual a diferença entre os dois? <br /> <br /> Por que são tão importantes para as nossas crianças? <br /> <br /> Você já pensou que a natureza toda funciona em um ritmo? O dia e a noite, as estações do ano, a respiração em que o ar entra e sai, a vida e a morte. Em tudo na vida existe alternância. E o ritmo da vida é a mesma coisa. <br /> <br /> O ritmo existe a partir do momento em que há uma repetição. Ou seja, acordar mais ou menos na mesma hora, tomar café da manhã, troca de roupa, arrumar a cama sempre em uma ordem traz segurança e calma para a criança, porque elas já sabem o que vem a seguir. Essa constância é fundamental. <br /> <br /> No caso das crianças pequenas, este ritmo também traz saúde física e psíquica, além de combater a ansiedade. <br /> <br /> Por isso quando a criança tem uma rotina, ela se mostra mais calma, mais colaborativa e com mais vontade de aprender.<br /> <br /> Para falar sobre este assunto, convidei o pediatra antroposófico Edison Rosa, que explicou detalhadamente sobre ritmo e rotina, além de trazer boas dicas para você começar a fazer aí na sua casa! OPodcastEDelas 45:11
Em Casa A Gente Conversa #45 – Viver o presente e comer com consciência: Aprenda sobre Mindfulness e Mindfuleating. https://opodcastedelas.com.br/2020/04/em-casa-a-gente-conversa-45-viver-o-presente-e-comer-com-consciencia-aprenda-sobre-mindfulness-e-mindfuleating/ Wed, 22 Apr 2020 22:39:02 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=7942 Sabe aquela sensação que todos nós já tivemos de que o tempo tá correndo, voaaaando??? Quem nunca passou umas páginas lendo um livro e teve que voltar para reler porque viajou longe? Ou até mesmo dirigindo, nem percebeu que passou uma parte do caminho? Ou então perde a chave do carro, o celular 500 mil vezes por dia porque não prestou atenção no momento em que colocou em cima de algum móvel? Parte desta aceleração e desatenção pode ser porque a gente não vive o presente como deveria. Vivemos pensando no que já foi, no que temos que fazer, nos problemas a resolver. E aí que acabamos fazendo tudo no piloto automático, muitas vezes sem nem perceber o que estamos fazendo, por não estarmos plenamente conscientes. Um estudo na Universidade de Harvard afirmou que durante 47% do tempo a nossa mente está totalmente distraída. Isso mostra que perdemos METADEEE da nossa vida sem realmente vivermos no presente e perdendo momentos importantes! Além de ficarmos mais ansiosos, estressados e, consequentemente, produzirmos menos! Mindfulness promete te ajudar a perceber que você entrou no modo zumbi e te ajudar a sair dele! Ou melhor, nem entrar nele! No início pode ser difícil, desconfortável mas depois dizem que é transformador. Falamos também de MindfulEating, que é comer com consciência. É difícil comer de forma racional, em nossa cultura com abundância de alimentos, obcecada por dietas e cheia de culpas e condenações. MindfulEating não é dieta! Não é perder peso a qualquer custo, nem se privar do que gosta. É comer com intenção e atenção. Sem exageros e com saúde. É mudar o estilo de vida. Para conversar sobre este assunto, eu convidei a Paula Teixeira, que é médica e diretora do Centro Brasileiro de MindfulEating. Aperta o play e aceite este convite de viver com mais presença! ❣️ Sabe aquela sensação que todos nós já tivemos de que o tempo tá correndo, voaaaando??? Quem nunca passou umas páginas lendo um livro e teve que voltar para reler porque viajou longe? Ou até mesmo dirigindo, nem percebeu que passou uma parte do caminho? Ou então perde a chave do carro, o celular 500 mil vezes por dia porque não prestou atenção no momento em que colocou em cima de algum móvel?

Parte desta aceleração e desatenção pode ser porque a gente não vive o presente como deveria.

Vivemos pensando no que já foi, no que temos que fazer, nos problemas a resolver. E aí que acabamos fazendo tudo no piloto automático, muitas vezes sem nem perceber o que estamos fazendo, por não estarmos plenamente conscientes.

Um estudo na Universidade de Harvard afirmou que durante 47% do tempo a nossa mente está totalmente distraída. Isso mostra que perdemos METADEEE da nossa vida sem realmente vivermos no presente e perdendo momentos importantes!

Além de ficarmos mais ansiosos, estressados e, consequentemente, produzirmos menos!

Mindfulness promete te ajudar a perceber que você entrou no modo zumbi e te ajudar a sair dele! Ou melhor, nem entrar nele! No início pode ser difícil, desconfortável mas depois dizem que é transformador. Falamos também de MindfulEating, que é comer com consciência. É difícil comer de forma racional, em nossa cultura com abundância de alimentos, obcecada por dietas e cheia de culpas e condenações.

MindfulEating não é dieta! Não é perder peso a qualquer custo, nem se privar do que gosta. É comer com intenção e atenção. Sem exageros e com saúde. É mudar o estilo de vida. Para conversar sobre este assunto, eu convidei a Paula Teixeira, que é médica e diretora do Centro Brasileiro de MindfulEating.

Aperta o play e aceite este convite de viver com mais presença! ❣️

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Sabe aquela sensação que todos nós já tivemos de que o tempo tá correndo, voaaaando??? Quem nunca passou umas páginas lendo um livro e teve que voltar para reler porque viajou longe? Ou até mesmo dirigindo, Sabe aquela sensação que todos nós já tivemos de que o tempo tá correndo, voaaaando??? Quem nunca passou umas páginas lendo um livro e teve que voltar para reler porque viajou longe? Ou até mesmo dirigindo, nem percebeu que passou uma parte do caminho? Ou então perde a chave do carro, o celular 500 mil vezes por dia porque não prestou atenção no momento em que colocou em cima de algum móvel?<br /> <br /> Parte desta aceleração e desatenção pode ser porque a gente não vive o presente como deveria. <br /> <br /> Vivemos pensando no que já foi, no que temos que fazer, nos problemas a resolver. E aí que acabamos fazendo tudo no piloto automático, muitas vezes sem nem perceber o que estamos fazendo, por não estarmos plenamente conscientes.<br /> <br /> Um estudo na Universidade de Harvard afirmou que durante 47% do tempo a nossa mente está totalmente distraída. Isso mostra que perdemos METADEEE da nossa vida sem realmente vivermos no presente e perdendo momentos importantes!<br /> <br /> Além de ficarmos mais ansiosos, estressados e, consequentemente, produzirmos menos!<br /> <br /> Mindfulness promete te ajudar a perceber que você entrou no modo zumbi e te ajudar a sair dele! Ou melhor, nem entrar nele! No início pode ser difícil, desconfortável mas depois dizem que é transformador. Falamos também de MindfulEating, que é comer com consciência. É difícil comer de forma racional, em nossa cultura com abundância de alimentos, obcecada por dietas e cheia de culpas e condenações. <br /> <br /> MindfulEating não é dieta! Não é perder peso a qualquer custo, nem se privar do que gosta. É comer com intenção e atenção. Sem exageros e com saúde. É mudar o estilo de vida. Para conversar sobre este assunto, eu convidei a Paula Teixeira, que é médica e diretora do Centro Brasileiro de MindfulEating.<br /> <br /> Aperta o play e aceite este convite de viver com mais presença! ❣️ OPodcastEDelas 1:47:58
Em Casa A Gente Conversa #44 – Meu filho já é adolescente. E agora? https://opodcastedelas.com.br/2020/04/em-casa-a-gente-conversa-44-meu-filho-ja-e-adolescente-e-agora/ Wed, 15 Apr 2020 22:29:57 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=7940 Filhos adolescentes! Socoooorro… por onde começar? Aquela criança tão carinhosa e presente, “do nada” se distanciou. Aquele ser que até pouco tempo atrás era pequeno e dependente, agora quer sua independência, não ouve os conselhos dos pais, quer explorar o mundo e vive tão intensamente que chega a assustar alguns adultos. É... a adolescência chegou, gente! E com ela, muitos medos e inseguranças para o jovem e para os pais! Um estudo feito em Chicago com 220 adolescentes da classe média, selecionou dois grupos em períodos diferentes: entre 10 e 13 anos de idade e entre 14 e 17. A pesquisa mostrou que o tempo que eles passavam por dia com suas famílias caiu de 35% (do primeiro grupo) para 14%. E para conversar sobre filhos adolescentes convidei aqui duas mulheres: a psicóloga e mãe, Larissa Carpintero e a psicóloga especialista em adolescentes, Renata Lela. Vem com a gente!! Filhos adolescentes! Socoooorro… por onde começar?

Aquela criança tão carinhosa e presente, “do nada” se distanciou.

Aquele ser que até pouco tempo atrás era pequeno e dependente, agora quer sua independência, não ouve os conselhos dos pais, quer explorar o mundo e vive tão intensamente que chega a assustar alguns adultos.

É… a adolescência chegou, gente! E com ela, muitos medos e inseguranças para o jovem e para os pais!

Um estudo feito em Chicago com 220 adolescentes da classe média, selecionou dois grupos em períodos diferentes: entre 10 e 13 anos de idade e entre 14 e 17.

A pesquisa mostrou que o tempo que eles passavam por dia com suas famílias caiu de 35% (do primeiro grupo) para 14%.

E para conversar sobre filhos adolescentes convidei aqui duas mulheres: a psicóloga e mãe, Larissa Carpintero e a psicóloga especialista em adolescentes, Renata Lela.

Vem com a gente!!

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Filhos adolescentes! Socoooorro… por onde começar? - Aquela criança tão carinhosa e presente, “do nada” se distanciou. - Aquele ser que até pouco tempo atrás era pequeno e dependente, agora quer sua independência, não ouve os conselhos dos pais, Filhos adolescentes! Socoooorro… por onde começar? <br /> <br /> Aquela criança tão carinhosa e presente, “do nada” se distanciou.<br /> <br /> Aquele ser que até pouco tempo atrás era pequeno e dependente, agora quer sua independência, não ouve os conselhos dos pais, quer explorar o mundo e vive tão intensamente que chega a assustar alguns adultos.<br /> <br /> É... a adolescência chegou, gente! E com ela, muitos medos e inseguranças para o jovem e para os pais!<br /> <br /> Um estudo feito em Chicago com 220 adolescentes da classe média, selecionou dois grupos em períodos diferentes: entre 10 e 13 anos de idade e entre 14 e 17. <br /> <br /> A pesquisa mostrou que o tempo que eles passavam por dia com suas famílias caiu de 35% (do primeiro grupo) para 14%.<br /> <br /> E para conversar sobre filhos adolescentes convidei aqui duas mulheres: a psicóloga e mãe, Larissa Carpintero e a psicóloga especialista em adolescentes, Renata Lela. <br /> <br /> Vem com a gente!! OPodcastEDelas 1:45:34
Em Casa A Gente Conversa #43 – Como estamos vivendo a quarentena? https://opodcastedelas.com.br/2020/04/em-casa-a-gente-conversa-43-como-estamos-vivendo-a-quarentena/ Fri, 10 Apr 2020 00:27:16 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=6977 Estamos em quarentena. E agora? O isolamento social não é privilégio, férias ou tempo de descanso. Por enquanto é uma orientação. Por enquanto. Sorte para quem não precisa sair de casa e consegue cumprir com suas obrigações debaixo de seu teto. Mas o que fazem aqueles que não podem parar, como médicos, assistentes sociais, garis, seguranças, faxineiras, etc? E alguns autônomos que precisam continuar trabalhando presencialmente para colocar comida dentro de casa? Nós, da minha família, temos o privilégio de poder ficar aqui, respeitando esta quarentena e não colocando em risco a nossa saúde e a de outras pessoas. Quer saber como temos sobrevivido a essa quarentena? O que temos feito e como está a nossa relação de casal e com nossos filhos? Como era de se esperar, este episódio foi gravado de casa, e com o convidado menos inusitado para o momento: meu companheiro e pai das minhas crias, Otávio! Ouve aí! E me conte se aí tem sido muito diferente também!! Estamos em quarentena. E agora?

O isolamento social não é privilégio, férias ou tempo de descanso. Por enquanto é uma orientação. Por enquanto.

Sorte para quem não precisa sair de casa e consegue cumprir com suas obrigações debaixo de seu teto. Mas o que fazem aqueles que não podem parar, como médicos, assistentes sociais, garis, seguranças, faxineiras, etc?

E alguns autônomos que precisam continuar trabalhando presencialmente para colocar comida dentro de casa?

Nós, da minha família, temos o privilégio de poder ficar aqui, respeitando esta quarentena e não colocando em risco a nossa saúde e a de outras pessoas.

Quer saber como temos sobrevivido a essa quarentena? O que temos feito e como está a nossa relação de casal e com nossos filhos?

Como era de se esperar, este episódio foi gravado de casa, e com o convidado menos inusitado para o momento: meu companheiro e pai das minhas crias, Otávio!

Ouve aí! E me conte se aí tem sido muito diferente também!!

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Estamos em quarentena. E agora? - O isolamento social não é privilégio, férias ou tempo de descanso. Por enquanto é uma orientação. Por enquanto. - Sorte para quem não precisa sair de casa e consegue cumprir com suas obrigações debaixo de seu teto. Estamos em quarentena. E agora?<br /> <br /> O isolamento social não é privilégio, férias ou tempo de descanso. Por enquanto é uma orientação. Por enquanto.<br /> <br /> Sorte para quem não precisa sair de casa e consegue cumprir com suas obrigações debaixo de seu teto. Mas o que fazem aqueles que não podem parar, como médicos, assistentes sociais, garis, seguranças, faxineiras, etc?<br /> <br /> E alguns autônomos que precisam continuar trabalhando presencialmente para colocar comida dentro de casa?<br /> <br /> Nós, da minha família, temos o privilégio de poder ficar aqui, respeitando esta quarentena e não colocando em risco a nossa saúde e a de outras pessoas.<br /> <br /> Quer saber como temos sobrevivido a essa quarentena? O que temos feito e como está a nossa relação de casal e com nossos filhos?<br /> <br /> Como era de se esperar, este episódio foi gravado de casa, e com o convidado menos inusitado para o momento: meu companheiro e pai das minhas crias, Otávio!<br /> <br /> Ouve aí! E me conte se aí tem sido muito diferente também!! OPodcastEDelas 49:22
Em Casa A Gente Conversa #42 – Emmi Pikler: uma abordagem educativa baseada no vínculo afetivo https://opodcastedelas.com.br/2020/03/em-casa-a-gente-conversa-42-emmi-pikler-uma-abordagem-educativa-baseada-no-vinculo-afetivo/ Fri, 27 Mar 2020 21:17:37 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=6851 Uma abordagem que tem como princípio a relação entre mãe (ou educadora) e o bebê. Emmi Pikler respeita a individualidade das crianças e a autonomia através da liberdade dos movimentos e do brincar livre, geralmente aplicada durante os três primeiros anos de vida. A abordagem surgiu depois da Segunda Guerra Mundial, em 1946, quando a pediatra húngara Emmi Pikler, acompanhou famílias, fez consultas domiciliares e observou bebês. Assim, ela compreendeu de perto o que era realmente importante para que crianças desta faixa etária se desenvolvessem de forma saudável. Na abordagem Pikler, a criança que nos diz qual caminho deve ser seguido com ela e o papel dos educadores é acompanhar e respeitar a individualidade e necessidade delas. “Como é diferente a imagem do mundo que uma criança recebe quando mãos silenciosas, pacientes, cuidadosas e ainda seguras e resolutas cuidam dela; e como diferente o mundo parece ser quando estas mãos são impacientes, rudes, apressadas, inquietas e nervosas”, Emmi Pikler. Para entender melhor então sobre esta abordagem que dá à criança o vínculo e ao mesmo tempo a independência de que ela necessita para se desenvolver de forma plena, conversei com a Leila Oliveira Costa, a Maria Helena Pelizon e a Paula Nabinger. Uma abordagem que tem como princípio a relação entre mãe (ou educadora) e o bebê. Emmi Pikler respeita a individualidade das crianças e a autonomia através da liberdade dos movimentos e do brincar livre, geralmente aplicada durante os três primeiros anos de vida.

A abordagem surgiu depois da Segunda Guerra Mundial, em 1946, quando a pediatra húngara Emmi Pikler, acompanhou famílias, fez consultas domiciliares e observou bebês. Assim, ela compreendeu de perto o que era realmente importante para que crianças desta faixa etária se desenvolvessem de forma saudável.

Na abordagem Pikler, a criança que nos diz qual caminho deve ser seguido com ela e o papel dos educadores é acompanhar e respeitar a individualidade e necessidade delas.

“Como é diferente a imagem do mundo que uma criança recebe quando mãos silenciosas, pacientes, cuidadosas e ainda seguras e resolutas cuidam dela; e como diferente o mundo parece ser quando estas mãos são impacientes, rudes, apressadas, inquietas e nervosas”, Emmi Pikler.

Para entender melhor então sobre esta abordagem que dá à criança o vínculo e ao mesmo tempo a independência de que ela necessita para se desenvolver de forma plena, conversei com a Leila Oliveira Costa, a Maria Helena Pelizon e a Paula Nabinger.

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Uma abordagem que tem como princípio a relação entre mãe (ou educadora) e o bebê. Emmi Pikler respeita a individualidade das crianças e a autonomia através da liberdade dos movimentos e do brincar livre, geralmente aplicada durante os três primeiros an... Uma abordagem que tem como princípio a relação entre mãe (ou educadora) e o bebê. Emmi Pikler respeita a individualidade das crianças e a autonomia através da liberdade dos movimentos e do brincar livre, geralmente aplicada durante os três primeiros anos de vida. <br /> <br /> A abordagem surgiu depois da Segunda Guerra Mundial, em 1946, quando a pediatra húngara Emmi Pikler, acompanhou famílias, fez consultas domiciliares e observou bebês. Assim, ela compreendeu de perto o que era realmente importante para que crianças desta faixa etária se desenvolvessem de forma saudável.<br /> <br /> Na abordagem Pikler, a criança que nos diz qual caminho deve ser seguido com ela e o papel dos educadores é acompanhar e respeitar a individualidade e necessidade delas.<br /> <br /> “Como é diferente a imagem do mundo que uma criança recebe quando mãos silenciosas, pacientes, cuidadosas e ainda seguras e resolutas cuidam dela; e como diferente o mundo parece ser quando estas mãos são impacientes, rudes, apressadas, inquietas e nervosas”, Emmi Pikler.<br /> <br /> Para entender melhor então sobre esta abordagem que dá à criança o vínculo e ao mesmo tempo a independência de que ela necessita para se desenvolver de forma plena, conversei com a Leila Oliveira Costa, a Maria Helena Pelizon e a Paula Nabinger. OPodcastEDelas 2:00:05
Em Casa A Gente Conversa #41 – Madrastas: Quebrando Estereótipos https://opodcastedelas.com.br/2020/03/em-casa-a-gente-conversa-41-madrastas-quebrando-estereotipos/ Fri, 27 Mar 2020 21:12:55 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=6846 As madrastas são retratadas nas fábulas infantis como bruxas que escravizam e envenenam suas enteadas. E quando pesquisamos na internet o significado, aparecem muitas vezes como mulher má, incapaz de sentimentos afetuosos e amigáveis. Mas este estereótipo precisa ser mudado. Segundo o levantamento mais recente do IBGE, dos mais de 935 mil casamentos registrados no Brasil em 2009, cerca de 70 mil foram realizados entre mulheres solteiras e homens divorciados, o que significa que muitas vezes esta mulher se tornou madrasta. Em 1987 apenas 1,3% dos casos de divórcio caminhava para o compartilhamento dos filhos. Hoje são mais de 20%. Para falar sobre este assunto conversei com a Mariana Camardelli, do perfil Somos Madrastas e a Paula Batista, do perfil Criando Crianças Pretas. As madrastas são retratadas nas fábulas infantis como bruxas que escravizam e envenenam suas enteadas. E quando pesquisamos na internet o significado, aparecem muitas vezes como mulher má, incapaz de sentimentos afetuosos e amigáveis. Mas este estereótipo precisa ser mudado.

Segundo o levantamento mais recente do IBGE, dos mais de 935 mil casamentos registrados no Brasil em 2009, cerca de 70 mil foram realizados entre mulheres solteiras e homens divorciados, o que significa que muitas vezes esta mulher se tornou madrasta.

Em 1987 apenas 1,3% dos casos de divórcio caminhava para o compartilhamento dos filhos. Hoje são mais de 20%.

Para falar sobre este assunto conversei com a Mariana Camardelli, do perfil Somos Madrastas e a Paula Batista, do perfil Criando Crianças Pretas.

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As madrastas são retratadas nas fábulas infantis como bruxas que escravizam e envenenam suas enteadas. E quando pesquisamos na internet o significado, aparecem muitas vezes como mulher má, incapaz de sentimentos afetuosos e amigáveis. As madrastas são retratadas nas fábulas infantis como bruxas que escravizam e envenenam suas enteadas. E quando pesquisamos na internet o significado, aparecem muitas vezes como mulher má, incapaz de sentimentos afetuosos e amigáveis. Mas este estereótipo precisa ser mudado.<br /> <br /> Segundo o levantamento mais recente do IBGE, dos mais de 935 mil casamentos registrados no Brasil em 2009, cerca de 70 mil foram realizados entre mulheres solteiras e homens divorciados, o que significa que muitas vezes esta mulher se tornou madrasta.<br /> <br /> Em 1987 apenas 1,3% dos casos de divórcio caminhava para o compartilhamento dos filhos. Hoje são mais de 20%.<br /> <br /> Para falar sobre este assunto conversei com a Mariana Camardelli, do perfil Somos Madrastas e a Paula Batista, do perfil Criando Crianças Pretas. OPodcastEDelas 1:59:10
Em Casa A Gente Conversa #40 – Não Comemore o Dia das Mulheres https://opodcastedelas.com.br/2020/03/em-casa-a-gente-conversa-40-nao-comemore-o-dia-das-mulheres/ Thu, 12 Mar 2020 13:54:10 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=6671 O dia 8 de março foi escolhido para ser o Dia Internacional das Mulheres. Esta data tem raízes históricas muito sérias que precisam ser faladas e lembradas. É um dia para reivindicar igualdade de gênero. O Dia Internacional da Mulher não veio por conta de um acontecimento, mas de décadas de engajamento político das mulheres. A busca pela igualdade de gênero já é pauta há mais de 100 anos e até hoje os problemas continuam. Por isso, o dia 8 de março é um dia de luta, pra lembrarmos que ainda há muita injustiça não só no mercado de trabalho, mas na violência contra a mulher, no feminicídio. É um convite à reflexão de como a nossa sociedade nos trata. Neste mês de março não ofereça apenas flores. Entre nesta luta com outras mulheres. Pra falar sobre este assunto, conversei com a Etienne Du Jardin, Deh Bastos e Paula Batista. O dia 8 de março foi escolhido para ser o Dia Internacional das Mulheres.

Esta data tem raízes históricas muito sérias que precisam ser faladas e lembradas. É um dia para reivindicar igualdade de gênero.

O Dia Internacional da Mulher não veio por conta de um acontecimento, mas de décadas de engajamento político das mulheres.

A busca pela igualdade de gênero já é pauta há mais de 100 anos e até hoje os problemas continuam.

Por isso, o dia 8 de março é um dia de luta, pra lembrarmos que ainda há muita injustiça não só no mercado de trabalho, mas na violência contra a mulher, no feminicídio. É um convite à reflexão de como a nossa sociedade nos trata.

Neste mês de março não ofereça apenas flores. Entre nesta luta com outras mulheres.

Pra falar sobre este assunto, conversei com a Etienne Du Jardin, Deh Bastos e Paula Batista.

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O dia 8 de março foi escolhido para ser o Dia Internacional das Mulheres. - Esta data tem raízes históricas muito sérias que precisam ser faladas e lembradas. É um dia para reivindicar igualdade de gênero. - O dia 8 de março foi escolhido para ser o Dia Internacional das Mulheres.<br /> <br /> Esta data tem raízes históricas muito sérias que precisam ser faladas e lembradas. É um dia para reivindicar igualdade de gênero.<br /> <br /> O Dia Internacional da Mulher não veio por conta de um acontecimento, mas de décadas de engajamento político das mulheres.<br /> <br /> A busca pela igualdade de gênero já é pauta há mais de 100 anos e até hoje os problemas continuam. <br /> <br /> Por isso, o dia 8 de março é um dia de luta, pra lembrarmos que ainda há muita injustiça não só no mercado de trabalho, mas na violência contra a mulher, no feminicídio. É um convite à reflexão de como a nossa sociedade nos trata.<br /> <br /> Neste mês de março não ofereça apenas flores. Entre nesta luta com outras mulheres. <br /> <br /> Pra falar sobre este assunto, conversei com a Etienne Du Jardin, Deh Bastos e Paula Batista. OPodcastEDelas 1 2:18:40
Em Casa A Gente Conversa #39 – Cabelo Não é Moda. É Resistência https://opodcastedelas.com.br/2020/03/em-casa-a-gente-conversa-39-cabelo-nao-e-moda-e-resistencia/ Wed, 11 Mar 2020 18:45:02 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=6649 O padrão de beleza que vemos na tv, revistas, passarelas e internet se baseia em uma história na qual a cor da pele esteve diretamente ligada à ascensão social. Com muita luta, mulheres e homens estão cada vez mais aceitando seus cabelos crespos e cacheados. E sim, precisou e precisa de muita luta porque este tipo de cabelo representa a aceitação e o reconhecimento da negritude tão velada pela sociedade. Por isso o cabelo crespo não é moda. É um ato político, é resistência. Neste episódio converso com a cabelereira Fabiana Lourenço e a Dani Scopin, animadora cultural, técnica de referência em diversidade cultural e pesquisadora independente em temáticas relacionadas a gênero, raça e classe. Se tem cabelos crespos, cacheados ou até mesmo liso, chegue mais que a conversa está cheinha de conteúdo pra você! Participantes: Fabiana Lourenço e a Dani Scopin O padrão de beleza que vemos na tv, revistas, passarelas e internet se baseia em uma história na qual a cor da pele esteve diretamente ligada à ascensão social.

Com muita luta, mulheres e homens estão cada vez mais aceitando seus cabelos crespos e cacheados.

E sim, precisou e precisa de muita luta porque este tipo de cabelo representa a aceitação e o reconhecimento da negritude tão velada pela sociedade.

Por isso o cabelo crespo não é moda. É um ato político, é resistência.

Neste episódio converso com a cabelereira Fabiana Lourenço e a Dani Scopin, animadora cultural, técnica de referência em diversidade cultural e pesquisadora independente em temáticas relacionadas a gênero, raça e classe.

Se tem cabelos crespos, cacheados ou até mesmo liso, chegue mais que a conversa está cheinha de conteúdo pra você!

Participantes: Fabiana Lourenço e a Dani Scopin

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O padrão de beleza que vemos na tv, revistas, passarelas e internet se baseia em uma história na qual a cor da pele esteve diretamente ligada à ascensão social. - Com muita luta, mulheres e homens estão cada vez mais aceitando seus cabelos crespos e ... O padrão de beleza que vemos na tv, revistas, passarelas e internet se baseia em uma história na qual a cor da pele esteve diretamente ligada à ascensão social. <br /> <br /> Com muita luta, mulheres e homens estão cada vez mais aceitando seus cabelos crespos e cacheados.<br /> <br /> E sim, precisou e precisa de muita luta porque este tipo de cabelo representa a aceitação e o reconhecimento da negritude tão velada pela sociedade. <br /> <br /> Por isso o cabelo crespo não é moda. É um ato político, é resistência. <br /> <br /> Neste episódio converso com a cabelereira Fabiana Lourenço e a Dani Scopin, animadora cultural, técnica de referência em diversidade cultural e pesquisadora independente em temáticas relacionadas a gênero, raça e classe.<br /> <br /> Se tem cabelos crespos, cacheados ou até mesmo liso, chegue mais que a conversa está cheinha de conteúdo pra você! <br /> <br /> Participantes: Fabiana Lourenço e a Dani Scopin OPodcastEDelas 1 1:25:26
Em Casa A Gente Conversa #38 – Vegetarianismo e Veganismo https://opodcastedelas.com.br/2020/03/em-casa-a-gente-conversa-38-vegetarianismo-e-veganismo/ Wed, 11 Mar 2020 01:19:51 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=6645 Acabou o carnaval e estamos aqui com o 2o episódio do Em Casa a Gente Conversa, com um assunto muito presente na vida de muitos: Tirar produtos de origem animal da alimentação. Cada vez mais as pessoas tem aderido a uma alimentação vegana ou vegetariana e em 2012 saiu uma Pesquisa do Ibope que mostrou que mais de 15 milhões de brasileiros com mais de 18 anos se declaravam vegetarianos. E a impressão, inclusive, é que cada vez mais tb crianças têm se incomodado em comer carne quando elas sabem de fato de onde vêm. Como você faz por aí? Sua família come carne? Seu filho come carne? E se um dia ele quiser parar de comer? Para conversar sobre este assunto, convidamos a nutricionista vegana Ana Ceregatti e a Dani Zukerman, que é vegana há sete anos, dona de restaurante e mãe de filhos veganos. Elas vão nos esclarecer várias dúvidas, e também dar dicas incríveis sobre esse estilo de vida. Esse episódio está uma delícia. Ouve aí. Participantes: @danielezukerman e @anaceregatti Acabou o carnaval e estamos aqui com o 2o episódio do Em Casa a Gente Conversa, com um assunto muito presente na vida de muitos: Tirar produtos de origem animal da alimentação.

Cada vez mais as pessoas tem aderido a uma alimentação vegana ou vegetariana e em 2012 saiu uma Pesquisa do Ibope que mostrou que mais de 15 milhões de brasileiros com mais de 18 anos se declaravam vegetarianos.

E a impressão, inclusive, é que cada vez mais tb crianças têm se incomodado em comer carne quando elas sabem de fato de onde vêm.

Como você faz por aí? Sua família come carne? Seu filho come carne? E se um dia ele quiser parar de comer?

Para conversar sobre este assunto, convidamos a nutricionista vegana Ana Ceregatti e a Dani Zukerman, que é vegana há sete anos, dona de restaurante e mãe de filhos veganos.

Elas vão nos esclarecer várias dúvidas, e também dar dicas incríveis sobre esse estilo de vida.

Esse episódio está uma delícia. Ouve aí.

Participantes: @danielezukerman e @anaceregatti

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Acabou o carnaval e estamos aqui com o 2o episódio do Em Casa a Gente Conversa, com um assunto muito presente na vida de muitos: Tirar produtos de origem animal da alimentação. - Cada vez mais as pessoas tem aderido a uma alimentação vegana ou vegetar... Acabou o carnaval e estamos aqui com o 2o episódio do Em Casa a Gente Conversa, com um assunto muito presente na vida de muitos: Tirar produtos de origem animal da alimentação.<br /> <br /> Cada vez mais as pessoas tem aderido a uma alimentação vegana ou vegetariana e em 2012 saiu uma Pesquisa do Ibope que mostrou que mais de 15 milhões de brasileiros com mais de 18 anos se declaravam vegetarianos.<br /> <br /> E a impressão, inclusive, é que cada vez mais tb crianças têm se incomodado em comer carne quando elas sabem de fato de onde vêm.<br /> <br /> Como você faz por aí? Sua família come carne? Seu filho come carne? E se um dia ele quiser parar de comer?<br /> <br /> Para conversar sobre este assunto, convidamos a nutricionista vegana Ana Ceregatti e a Dani Zukerman, que é vegana há sete anos, dona de restaurante e mãe de filhos veganos.<br /> <br /> Elas vão nos esclarecer várias dúvidas, e também dar dicas incríveis sobre esse estilo de vida.<br /> <br /> Esse episódio está uma delícia. Ouve aí.<br /> <br /> Participantes: @danielezukerman e @anaceregatti OPodcastEDelas 1 1:11:55
Em Casa A Gente Conversa #37 – Carnaval, Sim! Não é Não! https://opodcastedelas.com.br/2020/03/em-casa-a-gente-conversa-37-carnaval-sim-nao-e-nao/ Tue, 10 Mar 2020 22:24:54 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=6641 A segunda temporada do Em Casa a Gente Conversa chegou, e para ser ainda melhor, bem na semana que antecede a mais brasileira das festas, o Carnaval. Mas não vamos falar de matinês ou bloquinhos pra ir com as crias não. Hoje falaremos sobre o carnaval, para nós, mulheres. Do quanto somos assediadas, não respeitadas. Do quanto somos julgadas por querermos nos divertir, beber, transar. Do quanto somos culpadas por vestir o que quisermos, ou... não vestir. O assédio sexual é comum o ano inteiro, mas é ainda mais intenso no Carnaval, e para falar sobre isso, convidamos duas mulheres fortes, modernas e carnavalescas até a alma: Anne Fonseca e a Mari Púrpura. Então é isso, se prepara, coloca a fantasia e vem com a gente pra nossa nova temporada. Ouve aí. Participantes: @maripurpura e @afetadasim. A segunda temporada do Em Casa a Gente Conversa chegou, e para ser ainda melhor, bem na semana que antecede a mais brasileira das festas, o Carnaval.

Mas não vamos falar de matinês ou bloquinhos pra ir com as crias não. Hoje falaremos sobre o carnaval, para nós, mulheres.

Do quanto somos assediadas, não respeitadas. Do quanto somos julgadas por querermos nos divertir, beber, transar.

Do quanto somos culpadas por vestir o que quisermos, ou… não vestir.

O assédio sexual é comum o ano inteiro, mas é ainda mais intenso no Carnaval, e para falar sobre isso, convidamos duas mulheres fortes, modernas e carnavalescas até a alma: Anne Fonseca e a Mari Púrpura.

Então é isso, se prepara, coloca a fantasia e vem com a gente pra nossa nova temporada. Ouve aí.

Participantes: @maripurpura e @afetadasim.

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A segunda temporada do Em Casa a Gente Conversa chegou, e para ser ainda melhor, bem na semana que antecede a mais brasileira das festas, o Carnaval. - Mas não vamos falar de matinês ou bloquinhos pra ir com as crias não. A segunda temporada do Em Casa a Gente Conversa chegou, e para ser ainda melhor, bem na semana que antecede a mais brasileira das festas, o Carnaval.<br /> <br /> Mas não vamos falar de matinês ou bloquinhos pra ir com as crias não. Hoje falaremos sobre o carnaval, para nós, mulheres.<br /> <br /> Do quanto somos assediadas, não respeitadas. Do quanto somos julgadas por querermos nos divertir, beber, transar.<br /> <br /> Do quanto somos culpadas por vestir o que quisermos, ou... não vestir.<br /> <br /> O assédio sexual é comum o ano inteiro, mas é ainda mais intenso no Carnaval, e para falar sobre isso, convidamos duas mulheres fortes, modernas e carnavalescas até a alma: Anne Fonseca e a Mari Púrpura.<br /> <br /> Então é isso, se prepara, coloca a fantasia e vem com a gente pra nossa nova temporada. Ouve aí.<br /> <br /> Participantes: @maripurpura e @afetadasim. OPodcastEDelas 1 1:25:54
Em Casa A Gente Conversa #36 – Pise no Freio e Seja Mais Feliz https://opodcastedelas.com.br/2019/12/em-casa-a-gente-conversa-36-pise-no-freio-e-seja-mais-feliz/ Wed, 18 Dec 2019 14:38:15 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10110 Chegou o final do ano e também o final da primeira temporada do Em Casa a Gente Conversa. E não tem nada melhor do que botar o pé no freio e desacelerar depois de um ano tão corrido. Para falar desse processo todo e do ganho que ele pode trazer para a sua vida e de todos ao seu redor, trouxemos o Eliel Paiva, psicanalista do Instituto Aretê e difusor dessa filosofia. Ele fala sobre o quanto todxs nós gostamos da agitação da vida moderna e das facilidades trazidas pela tecnologia, mas explica que a felicidade plena pode vir de coisas muito mais simples e não necessariamente tão frenéticas. Então relaxe, dê aquela desacelerada com a gente e ouça esse último episódio. E no ano que vem, tem muito mais. Chegou o final do ano e também o final da primeira temporada do Em Casa a Gente Conversa. E não tem nada melhor do que botar o pé no freio e desacelerar depois de um ano tão corrido.
Para falar desse processo todo e do ganho que ele pode trazer para a sua vida e de todos ao seu redor, trouxemos o Eliel Paiva, psicanalista do Instituto Aretê e difusor dessa filosofia.
Ele fala sobre o quanto todxs nós gostamos da agitação da vida moderna e das facilidades trazidas pela tecnologia, mas explica que a felicidade plena pode vir de coisas muito mais simples e não necessariamente tão frenéticas.
Então relaxe, dê aquela desacelerada com a gente e ouça esse último episódio. E no ano que vem, tem muito mais.
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Chegou o final do ano e também o final da primeira temporada do Em Casa a Gente Conversa. E não tem nada melhor do que botar o pé no freio e desacelerar depois de um ano tão corrido. - Para falar desse processo todo e do ganho que ele pode trazer para... Chegou o final do ano e também o final da primeira temporada do Em Casa a Gente Conversa. E não tem nada melhor do que botar o pé no freio e desacelerar depois de um ano tão corrido.<br /> <br /> Para falar desse processo todo e do ganho que ele pode trazer para a sua vida e de todos ao seu redor, trouxemos o Eliel Paiva, psicanalista do Instituto Aretê e difusor dessa filosofia.<br /> <br /> Ele fala sobre o quanto todxs nós gostamos da agitação da vida moderna e das facilidades trazidas pela tecnologia, mas explica que a felicidade plena pode vir de coisas muito mais simples e não necessariamente tão frenéticas.<br /> <br /> Então relaxe, dê aquela desacelerada com a gente e ouça esse último episódio. E no ano que vem, tem muito mais. OPodcastEDelas 40:51
Em Casa A Gente Conversa #35 – A Arte da Educação Não Violenta. https://opodcastedelas.com.br/2019/12/em-casa-a-gente-conversa-35-a-arte-da-educacao-nao-violenta/ Wed, 11 Dec 2019 14:35:21 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10107 Você tem perdido a cabeça com seus filhos? E quando isso acontece fica morrendo de culpa de ter estourado e com a sensação de que não está educando da forma correta? Então esse episódio do Em Casa a Gente Conversa é pra você. Convidamos a pedagoga, escritora e educadora parental Elisama Santos pra falar de Educação Não Violenta. Uma forma de educação que se baseia no reconhecimento da criança como um ser humano completo, tendo como pilar o respeito pela sua natureza e o amor. Se importando com suas emoções e os ajudando a lidar com esses sentimentos. Queremos mostrar a você que existe outra forma de educar que não seja a base de tapas, gritos ou causando tristeza. A gente sabe que é difícil, mas ouve aí esse episódio e vamos tentar juntas. Você tem perdido a cabeça com seus filhos? E quando isso acontece fica morrendo de culpa de ter estourado e com a sensação de que não está educando da forma correta?

Então esse episódio do Em Casa a Gente Conversa é pra você.

Convidamos a pedagoga, escritora e educadora parental Elisama Santos pra falar de Educação Não Violenta.

Uma forma de educação que se baseia no reconhecimento da criança como um ser humano completo, tendo como pilar o respeito pela sua natureza e o amor. Se importando com suas emoções e os ajudando a lidar com esses sentimentos.

Queremos mostrar a você que existe outra forma de educar que não seja a base de tapas, gritos ou causando tristeza.

A gente sabe que é difícil, mas ouve aí esse episódio e vamos tentar juntas.

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Você tem perdido a cabeça com seus filhos? E quando isso acontece fica morrendo de culpa de ter estourado e com a sensação de que não está educando da forma correta? - Então esse episódio do Em Casa a Gente Conversa é pra você. - Você tem perdido a cabeça com seus filhos? E quando isso acontece fica morrendo de culpa de ter estourado e com a sensação de que não está educando da forma correta?<br /> <br /> Então esse episódio do Em Casa a Gente Conversa é pra você.<br /> <br /> Convidamos a pedagoga, escritora e educadora parental Elisama Santos pra falar de Educação Não Violenta.<br /> <br /> Uma forma de educação que se baseia no reconhecimento da criança como um ser humano completo, tendo como pilar o respeito pela sua natureza e o amor. Se importando com suas emoções e os ajudando a lidar com esses sentimentos.<br /> <br /> Queremos mostrar a você que existe outra forma de educar que não seja a base de tapas, gritos ou causando tristeza.<br /> <br /> A gente sabe que é difícil, mas ouve aí esse episódio e vamos tentar juntas. OPodcastEDelas 1:21:13
Em Casa A Gente Conversa #34 – O Prazer é Todo Meu! https://opodcastedelas.com.br/2019/12/em-casa-a-gente-conversa-34-o-prazer-e-todo-meu/ Wed, 04 Dec 2019 14:32:20 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10104 O assunto de hoje interessa muito à todas as mulheres mas também pode ser bastante atraente para os homens. É um tema maravilhoso, interessante, mas inexplicavelmente pouco explorado. Por isso vamos mudar essa história, este episódio inteirinho vai ser dedicado as nossas vulvas, nossas vaginas, ao prazer da mulher, ao auto-conhecimento e ao sagrado feminino. Para falar sobre isso, trouxemos para o estúdio a Pema que é terapeuta e tem um trabalho muito interessante no perfil Intimidade Consciente. Então se aconchegue e se prepare para conhecer esse universo tão rico e tão prazeroso. O assunto de hoje interessa muito à todas as mulheres mas também pode ser bastante atraente para os homens.

É um tema maravilhoso, interessante, mas inexplicavelmente pouco explorado.

Por isso vamos mudar essa história, este episódio inteirinho vai ser dedicado as nossas vulvas, nossas vaginas, ao prazer da mulher, ao auto-conhecimento e ao sagrado feminino.

Para falar sobre isso, trouxemos para o estúdio a Pema que é terapeuta e tem um trabalho muito interessante no perfil Intimidade Consciente.

Então se aconchegue e se prepare para conhecer esse universo tão rico e tão prazeroso.

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O assunto de hoje interessa muito à todas as mulheres mas também pode ser bastante atraente para os homens. - É um tema maravilhoso, interessante, mas inexplicavelmente pouco explorado. - Por isso vamos mudar essa história, O assunto de hoje interessa muito à todas as mulheres mas também pode ser bastante atraente para os homens.<br /> <br /> É um tema maravilhoso, interessante, mas inexplicavelmente pouco explorado.<br /> <br /> Por isso vamos mudar essa história, este episódio inteirinho vai ser dedicado as nossas vulvas, nossas vaginas, ao prazer da mulher, ao auto-conhecimento e ao sagrado feminino.<br /> <br /> Para falar sobre isso, trouxemos para o estúdio a Pema que é terapeuta e tem um trabalho muito interessante no perfil Intimidade Consciente.<br /> <br /> Então se aconchegue e se prepare para conhecer esse universo tão rico e tão prazeroso. OPodcastEDelas 1:07:31
Em Casa A Gente Conversa #33 – Como Criar Filhos Antirracistas. https://opodcastedelas.com.br/2019/11/em-casa-a-gente-conversa-33-como-criar-filhos-antirracistas/ Wed, 27 Nov 2019 14:29:34 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10101 Como criar nossos filhos em uma sociedade ainda racista? Como educá-los para que eles saibam que existem diferenças sim entre nós, mas que esta diferença deve ser respeitada? Para tratar desse assunto tão duro, trouxemos a Deh Bastos e a Mariana Janeiro e entendemos que não podemos nos manter em silêncio diante de tanta intolerância. Não falar sobre este assunto com nossas crias, não ajuda, não leva à igualdade, pelo contrário. Precisamos nos impor, falar naquela roda que conta piadinhas preconceituosas que não toleramos mais este tipo de conversa. Como disse Martin Luther King: “Ao final, lembraremos não das palavras de nossos inimigos, mas do silêncio de nossos amigos”. Como criar nossos filhos em uma sociedade ainda racista? Como educá-los para que eles saibam que existem diferenças sim entre nós, mas que esta diferença deve ser respeitada?

Para tratar desse assunto tão duro, trouxemos a Deh Bastos e a Mariana Janeiro e entendemos que não podemos nos manter em silêncio diante de tanta intolerância. Não falar sobre este assunto com nossas crias, não ajuda, não leva à igualdade, pelo contrário.

Precisamos nos impor, falar naquela roda que conta piadinhas preconceituosas que não toleramos mais este tipo de conversa.

Como disse Martin Luther King: “Ao final, lembraremos não das palavras de nossos inimigos, mas do silêncio de nossos amigos”.

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Como criar nossos filhos em uma sociedade ainda racista? Como educá-los para que eles saibam que existem diferenças sim entre nós, mas que esta diferença deve ser respeitada? - Para tratar desse assunto tão duro, Como criar nossos filhos em uma sociedade ainda racista? Como educá-los para que eles saibam que existem diferenças sim entre nós, mas que esta diferença deve ser respeitada?<br /> <br /> Para tratar desse assunto tão duro, trouxemos a Deh Bastos e a Mariana Janeiro e entendemos que não podemos nos manter em silêncio diante de tanta intolerância. Não falar sobre este assunto com nossas crias, não ajuda, não leva à igualdade, pelo contrário.<br /> <br /> Precisamos nos impor, falar naquela roda que conta piadinhas preconceituosas que não toleramos mais este tipo de conversa.<br /> <br /> Como disse Martin Luther King: “Ao final, lembraremos não das palavras de nossos inimigos, mas do silêncio de nossos amigos”. OPodcastEDelas 1:41:31
Em Casa A Gente Conversa #32 – Método Montessori: A Arte de Educar. https://opodcastedelas.com.br/2019/11/em-casa-a-gente-conversa-32-metodo-montessori-a-arte-de-educar/ Wed, 20 Nov 2019 14:26:49 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10097 A Pedagogia Montessoriana criada em Roma no ano de 1907 por Maria Montessori e popularizada no Brasil no final da década de 80, foi uma das primeiras a inserir questões afetivas na educação das crianças. Este método traz um olhar único para cada pessoa. A educação caminha lado a lado com o desenvolvimento natural das crianças e o papel do adulto é cuidar e principalmente ajudar a criança a amadurecer de forma independente e responsável. Neste episódio, conversamos com Camila Isola, que é pedagoga e especialista em Montessori e com Marina Barral, que aplica o método em casa com seus filhos e compartilha tudo em um blog. Ouça agora e aprenda um pouco mais sobre Montessori. A Pedagogia Montessoriana criada em Roma no ano de 1907 por Maria Montessori e popularizada no Brasil no final da década de 80, foi uma das primeiras a inserir questões afetivas na educação das crianças. Este método traz um olhar único para cada pessoa. A educação caminha lado a lado com o desenvolvimento natural das crianças e o papel do adulto é cuidar e principalmente ajudar a criança a amadurecer de forma independente e responsável. Neste episódio, conversamos com Camila Isola, que é pedagoga e especialista em Montessori e com Marina Barral, que aplica o método em casa com seus filhos e compartilha tudo em um blog. Ouça agora e aprenda um pouco mais sobre Montessori.

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A Pedagogia Montessoriana criada em Roma no ano de 1907 por Maria Montessori e popularizada no Brasil no final da década de 80, foi uma das primeiras a inserir questões afetivas na educação das crianças. Este método traz um olhar único para cada pessoa... A Pedagogia Montessoriana criada em Roma no ano de 1907 por Maria Montessori e popularizada no Brasil no final da década de 80, foi uma das primeiras a inserir questões afetivas na educação das crianças. Este método traz um olhar único para cada pessoa. A educação caminha lado a lado com o desenvolvimento natural das crianças e o papel do adulto é cuidar e principalmente ajudar a criança a amadurecer de forma independente e responsável. Neste episódio, conversamos com Camila Isola, que é pedagoga e especialista em Montessori e com Marina Barral, que aplica o método em casa com seus filhos e compartilha tudo em um blog. Ouça agora e aprenda um pouco mais sobre Montessori. OPodcastEDelas 1:34:17
Em Casa A Gente Conversa #31 – A Culpa é da Mãe? https://opodcastedelas.com.br/2019/11/em-casa-a-gente-conversa-31-a-culpa-e-da-mae/ Wed, 13 Nov 2019 14:24:20 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10093 A mãe que nunca sentiu alguma culpa que atire a primeira pedra. E isso está correto? Por isso vamos discutir sobre a tão famosa Culpa Materna, pra entender se a famosa frase “quando nasce uma mãe, nasce uma mochila de culpas” é justa. Para falar sobre este assunto, escolhi aqui duas mulheres: a Duda Magallon e a Marô Camargo. Por que nos sentimos culpadas? Como podemos conviver com a culpa ou contorná-la para não senti-la? A culpa é de alguém? Ouça e tire suas conclusões, e a culpa da sua vida. Update Description
A mãe que nunca sentiu alguma culpa que atire a primeira pedra. E isso está correto? Por isso vamos discutir sobre a tão famosa Culpa Materna, pra entender se a famosa frase “quando nasce uma mãe, nasce uma mochila de culpas” é justa.

Para falar sobre este assunto, escolhi aqui duas mulheres: a Duda Magallon e a Marô Camargo.

Por que nos sentimos culpadas? Como podemos conviver com a culpa ou contorná-la para não senti-la? A culpa é de alguém? Ouça e tire suas conclusões, e a culpa da sua vida.

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A mãe que nunca sentiu alguma culpa que atire a primeira pedra. E isso está correto? Por isso vamos discutir sobre a tão famosa Culpa Materna, pra entender se a famosa frase “quando nasce uma mãe, nasce uma mochila de culpas” é justa. - A mãe que nunca sentiu alguma culpa que atire a primeira pedra. E isso está correto? Por isso vamos discutir sobre a tão famosa Culpa Materna, pra entender se a famosa frase “quando nasce uma mãe, nasce uma mochila de culpas” é justa.<br /> <br /> Para falar sobre este assunto, escolhi aqui duas mulheres: a Duda Magallon e a Marô Camargo.<br /> <br /> Por que nos sentimos culpadas? Como podemos conviver com a culpa ou contorná-la para não senti-la? A culpa é de alguém? Ouça e tire suas conclusões, e a culpa da sua vida.<br /> <br /> Update Description OPodcastEDelas 55:50
Em Casa A Gente Conversa #30 – Tudo Sobre Constelação Familiar e Thetahealing https://opodcastedelas.com.br/2019/11/em-casa-a-gente-conversa-30-tudo-sobre-constelacao-familiar-e-thetahealing/ Wed, 06 Nov 2019 14:21:35 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10090 Você já ficou se perguntando por que algumas coisas acontecem na sua vida ou por que você age de uma certa maneira e não de outra? Já pensou no quanto os seus familiares impactam e influenciam nos seus comportamentos e atitudes? Neste episódio falamos sobre duas técnicas terapêuticas que explicam muito sobre todo este processo: a Constelação Familiar e o Thetahealing. As convidadas são a Maria Lúcia Caldas e a Raquel Ribeiro. Venha ouvir e mergulhar neste processo do autoconhecimento! Você já ficou se perguntando por que algumas coisas acontecem na sua vida ou por que você age de uma certa maneira e não de outra? Já pensou no quanto os seus familiares impactam e influenciam nos seus comportamentos e atitudes?

Neste episódio falamos sobre duas técnicas terapêuticas que explicam muito sobre todo este processo: a Constelação Familiar e o Thetahealing.

As convidadas são a Maria Lúcia Caldas e a Raquel Ribeiro. Venha ouvir e mergulhar neste processo do autoconhecimento!

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Você já ficou se perguntando por que algumas coisas acontecem na sua vida ou por que você age de uma certa maneira e não de outra? Já pensou no quanto os seus familiares impactam e influenciam nos seus comportamentos e atitudes? - Você já ficou se perguntando por que algumas coisas acontecem na sua vida ou por que você age de uma certa maneira e não de outra? Já pensou no quanto os seus familiares impactam e influenciam nos seus comportamentos e atitudes?<br /> <br /> Neste episódio falamos sobre duas técnicas terapêuticas que explicam muito sobre todo este processo: a Constelação Familiar e o Thetahealing.<br /> <br /> As convidadas são a Maria Lúcia Caldas e a Raquel Ribeiro. Venha ouvir e mergulhar neste processo do autoconhecimento! OPodcastEDelas 1:31:22
Em Casa A Gente Conversa #29 – Crianças Também Têm Vez: Entrevistando as Crias. https://opodcastedelas.com.br/2019/10/em-casa-a-gente-conversa-29-criancas-tambem-tem-vez-entrevistando-as-crias/ Wed, 30 Oct 2019 14:19:04 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10087 Para fechar o Mês das Crianças, gravamos um programa muito diferente dos outros e também muito especial. Convidamos minhas duas filhas, a Maya e a Inaê e também uma amiguinha delas, a Serena, para falar sobre muitas coisas, sobre o que elas pensam sobre a vida, a família, a infância e muito mais. Foram muitas perguntas, muitas respostas, muita bagunça e principalmente muitas risadas gostosas destas três figurinhas. Ouça agora e divirta-se com a gente. Para fechar o Mês das Crianças, gravamos um programa muito diferente dos outros e também muito especial.

Convidamos minhas duas filhas, a Maya e a Inaê e também uma amiguinha delas, a Serena, para falar sobre muitas coisas, sobre o que elas pensam sobre a vida, a família, a infância e muito mais.

Foram muitas perguntas, muitas respostas, muita bagunça e principalmente muitas risadas gostosas destas três figurinhas. Ouça agora e divirta-se com a gente.

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Para fechar o Mês das Crianças, gravamos um programa muito diferente dos outros e também muito especial. - Convidamos minhas duas filhas, a Maya e a Inaê e também uma amiguinha delas, a Serena, para falar sobre muitas coisas, Para fechar o Mês das Crianças, gravamos um programa muito diferente dos outros e também muito especial.<br /> <br /> Convidamos minhas duas filhas, a Maya e a Inaê e também uma amiguinha delas, a Serena, para falar sobre muitas coisas, sobre o que elas pensam sobre a vida, a família, a infância e muito mais.<br /> <br /> Foram muitas perguntas, muitas respostas, muita bagunça e principalmente muitas risadas gostosas destas três figurinhas. Ouça agora e divirta-se com a gente. OPodcastEDelas 23:19
Em Casa A Gente Conversa #28 – Quem Lê e Conta, a Vida Encanta. https://opodcastedelas.com.br/2019/10/em-casa-a-gente-conversa-28-quem-le-e-conta-a-vida-encanta/ Wed, 23 Oct 2019 14:15:43 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10083 No mês da criança fizemos um episódio delicioso sobre a leitura e a contação de histórias, tão importantes para entender o mundo à sua volta até ajudar na formação de valores morais e sociais, entender suas emoções, desenvolver a imaginação, a criatividade, e claro, desenvolver o gosto pela leitura e linguagem. Para isso chamamos a Flora Fernandes Caldas, professora na pedagogia Waldorf e mãe da Helena e da Cecília e também a Carol Braga, pedagoga, especialista em Educação Infantil e que ajuda os adultos a se conectarem com sua criança exterior através das histórias e livros infantis. Ouça esse episódio com a gente. Não é uma história infantil, mas é tão gostoso quanto. No mês da criança fizemos um episódio delicioso sobre a leitura e a contação de histórias, tão importantes para entender o mundo à sua volta até ajudar na formação de valores morais e sociais, entender suas emoções, desenvolver a imaginação, a criatividade, e claro, desenvolver o gosto pela leitura e linguagem.

Para isso chamamos a Flora Fernandes Caldas, professora na pedagogia Waldorf e mãe da Helena e da Cecília e também a Carol Braga, pedagoga, especialista em Educação Infantil e que ajuda os adultos a se conectarem com sua criança exterior através das histórias e livros infantis.

Ouça esse episódio com a gente. Não é uma história infantil, mas é tão gostoso quanto.

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No mês da criança fizemos um episódio delicioso sobre a leitura e a contação de histórias, tão importantes para entender o mundo à sua volta até ajudar na formação de valores morais e sociais, entender suas emoções, desenvolver a imaginação, No mês da criança fizemos um episódio delicioso sobre a leitura e a contação de histórias, tão importantes para entender o mundo à sua volta até ajudar na formação de valores morais e sociais, entender suas emoções, desenvolver a imaginação, a criatividade, e claro, desenvolver o gosto pela leitura e linguagem.<br /> <br /> Para isso chamamos a Flora Fernandes Caldas, professora na pedagogia Waldorf e mãe da Helena e da Cecília e também a Carol Braga, pedagoga, especialista em Educação Infantil e que ajuda os adultos a se conectarem com sua criança exterior através das histórias e livros infantis.<br /> <br /> Ouça esse episódio com a gente. Não é uma história infantil, mas é tão gostoso quanto. OPodcastEDelas 1:11:21
Em Casa A Gente Conversa #27 – Meu Nome Não é Mãe. https://opodcastedelas.com.br/2019/10/em-casa-a-gente-conversa-27-meu-nome-nao-e-mae/ Wed, 16 Oct 2019 14:12:58 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10080 Quem é você? Você responde à essa pergunta com seu nome? Com seu nome e profissão? Com o que gosta de fazer? Ou apenas dizendo que é a Mãe de seus filhos? Esse episódio é para lembrar que nós também viajamos, tomamos uma cervejinha, temos vontade de assistir filmes e séries, nós também transamos, também temos planos, sonhos e outras paixões além de nossos filhos. Nosso papo divertido e esclarecedor foi com Érica Ramirez e Thaís Habka que além de mães e profissionais, apresentam o podcast Tetas na Mesa, e que falam de maternidade, vida profissional e outros assuntos do dia-a-dia. Escuta com a gente. Quem é você? Você responde à essa pergunta com seu nome? Com seu nome e profissão? Com o que gosta de fazer? Ou apenas dizendo que é a Mãe de seus filhos?

Esse episódio é para lembrar que nós também viajamos, tomamos uma cervejinha, temos vontade de assistir filmes e séries, nós também transamos, também temos planos, sonhos e outras paixões além de nossos filhos.

Nosso papo divertido e esclarecedor foi com Érica Ramirez e Thaís Habka que além de mães e profissionais, apresentam o podcast Tetas na Mesa, e que falam de maternidade, vida profissional e outros assuntos do dia-a-dia.

Escuta com a gente.

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Quem é você? Você responde à essa pergunta com seu nome? Com seu nome e profissão? Com o que gosta de fazer? Ou apenas dizendo que é a Mãe de seus filhos? - Esse episódio é para lembrar que nós também viajamos, tomamos uma cervejinha, Quem é você? Você responde à essa pergunta com seu nome? Com seu nome e profissão? Com o que gosta de fazer? Ou apenas dizendo que é a Mãe de seus filhos?<br /> <br /> Esse episódio é para lembrar que nós também viajamos, tomamos uma cervejinha, temos vontade de assistir filmes e séries, nós também transamos, também temos planos, sonhos e outras paixões além de nossos filhos.<br /> <br /> Nosso papo divertido e esclarecedor foi com Érica Ramirez e Thaís Habka que além de mães e profissionais, apresentam o podcast Tetas na Mesa, e que falam de maternidade, vida profissional e outros assuntos do dia-a-dia.<br /> <br /> Escuta com a gente. OPodcastEDelas 1:05:22
Em Casa A Gente Conversa #26 – Casa Arrumada e Filhos: É Possível? https://opodcastedelas.com.br/2019/10/em-casa-a-gente-conversa-26-casa-arrumada-e-filhos-e-possivel/ Wed, 09 Oct 2019 14:10:02 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10077 Como manter a casa organizada com crianças e adolescentes espalhando tudo por ela? Saiba de métodos, dicas e como envolver os seus filhos para que a arrumação se torne mais divertida e atrativa. A conversa é com a Mônica Vieira, coach, especialista em organização, certificada no Método KonMari pelas mãos da própria Marie Kondo. Este episódio foi gravado com a participação do público, que também fez perguntas e trouxe histórias deixando o bate-papo ainda mais divertido. Ouça! Como manter a casa organizada com crianças e adolescentes espalhando tudo por ela? Saiba de métodos, dicas e como envolver os seus filhos para que a arrumação se torne mais divertida e atrativa.

A conversa é com a Mônica Vieira, coach, especialista em organização, certificada no Método KonMari pelas mãos da própria Marie Kondo.

Este episódio foi gravado com a participação do público, que também fez perguntas e trouxe histórias deixando o bate-papo ainda mais divertido.

Ouça!

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Como manter a casa organizada com crianças e adolescentes espalhando tudo por ela? Saiba de métodos, dicas e como envolver os seus filhos para que a arrumação se torne mais divertida e atrativa. - A conversa é com a Mônica Vieira, coach, Como manter a casa organizada com crianças e adolescentes espalhando tudo por ela? Saiba de métodos, dicas e como envolver os seus filhos para que a arrumação se torne mais divertida e atrativa.<br /> <br /> A conversa é com a Mônica Vieira, coach, especialista em organização, certificada no Método KonMari pelas mãos da própria Marie Kondo.<br /> <br /> Este episódio foi gravado com a participação do público, que também fez perguntas e trouxe histórias deixando o bate-papo ainda mais divertido.<br /> <br /> Ouça! OPodcastEDelas 1:00:53
Em Casa A Gente Conversa #25 – Reencontro Após a Maternidade https://opodcastedelas.com.br/2019/10/em-casa-a-gente-conversa-25-reencontro-apos-a-maternidade/ Wed, 02 Oct 2019 14:07:31 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10074 A maternidade nos traz mudanças. A gente muda, a vida muda. E de repente, o que importava antes, já não faz o menor sentido agora. Gerar um bebê e parir é uma experiência única e intensa, tanto nos aspectos físicos, quanto nos emocionais, psicológicos e hormonais. Por isso, nossos prazeres acabam ficando em segundo plano e nossas prioridades mudam. Se conhecer e encontrar o equilíbrio entre a mãe de hoje e a mulher de antes, pode levar meses ou anos. Para falar sobre este assunto, conversei com a Flávia Rubim, mãe da Cora, dos gêmeos Teresa e Antônio, atriz e criadora de conteúdo. E também a Marcela Feriani, doula, mãe de dois e empresária. Este podcast foi gravado com a participação do público, em uma roda de conversa muito gostosa! A maternidade nos traz mudanças. A gente muda, a vida muda. E de repente, o que importava antes, já não faz o menor sentido agora.

Gerar um bebê e parir é uma experiência única e intensa, tanto nos aspectos físicos, quanto nos emocionais, psicológicos e hormonais. Por isso, nossos prazeres acabam ficando em segundo plano e nossas prioridades mudam.

Se conhecer e encontrar o equilíbrio entre a mãe de hoje e a mulher de antes, pode levar meses ou anos.

Para falar sobre este assunto, conversei com a Flávia Rubim, mãe da Cora, dos gêmeos Teresa e Antônio, atriz e criadora de conteúdo. E também a Marcela Feriani, doula, mãe de dois e empresária.

Este podcast foi gravado com a participação do público, em uma roda de conversa muito gostosa!

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A maternidade nos traz mudanças. A gente muda, a vida muda. E de repente, o que importava antes, já não faz o menor sentido agora. - Gerar um bebê e parir é uma experiência única e intensa, tanto nos aspectos físicos, quanto nos emocionais, A maternidade nos traz mudanças. A gente muda, a vida muda. E de repente, o que importava antes, já não faz o menor sentido agora.<br /> <br /> Gerar um bebê e parir é uma experiência única e intensa, tanto nos aspectos físicos, quanto nos emocionais, psicológicos e hormonais. Por isso, nossos prazeres acabam ficando em segundo plano e nossas prioridades mudam.<br /> <br /> Se conhecer e encontrar o equilíbrio entre a mãe de hoje e a mulher de antes, pode levar meses ou anos.<br /> <br /> Para falar sobre este assunto, conversei com a Flávia Rubim, mãe da Cora, dos gêmeos Teresa e Antônio, atriz e criadora de conteúdo. E também a Marcela Feriani, doula, mãe de dois e empresária.<br /> <br /> Este podcast foi gravado com a participação do público, em uma roda de conversa muito gostosa! OPodcastEDelas 1:23:18
Em Casa A Gente Conversa #24 – Meu Filho Vai Ter Um Irmão. E Agora? https://opodcastedelas.com.br/2019/09/em-casa-a-gente-conversa-24-meu-filho-vai-ter-um-irmao-e-agora/ Wed, 25 Sep 2019 14:04:43 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10071 Será que eu tenho outro filho? Será que agora é a melhor hora pra isso? E será que eu vou conseguir amá-lo como da primeira vez? Neste episódio 24 falamos sobre o nascimento de um irmão: como se preparar, como fazer com que esta chegada seja mais leve para o seu primeiro filho, contamos nossas experiências como mães de dois, três... A insegurança e o medo não são apenas da criança, mas nosso também! Venha com a gente que a conversa tá cheinha de dicas e histórias! Para falar sobre este assunto, convidei a Camila Ramos, Psicanalista e Psicóloga, especialista em Saúde Mental. Se formou em Psicologia do Puerpério no Instituto Aripe, e criou o projeto "Um Colo para mãe", além de produzir conteúdo sobre Puerpério e Maternidade real, na página @um.colo.para.mae. Conversei também com a Talita, mãe em tempo integral da Duda e da Estela. E com a Ana Isabelle Groninger, mãe da Clara de 2 anos e da Beatriz que chega em Dezembro. Será que eu tenho outro filho? Será que agora é a melhor hora pra isso?

E será que eu vou conseguir amá-lo como da primeira vez?

Neste episódio 24 falamos sobre o nascimento de um irmão: como se preparar, como fazer com que esta chegada seja mais leve para o seu primeiro filho, contamos nossas experiências como mães de dois, três…

A insegurança e o medo não são apenas da criança, mas nosso também!
Venha com a gente que a conversa tá cheinha de dicas e histórias!

Para falar sobre este assunto, convidei a Camila Ramos, Psicanalista e Psicóloga, especialista em Saúde Mental. Se formou em Psicologia do Puerpério no Instituto Aripe, e criou o projeto “Um Colo para mãe”, além de produzir conteúdo sobre Puerpério e Maternidade real, na página @um.colo.para.mae.

Conversei também com a Talita, mãe em tempo integral da Duda e da Estela.

E com a Ana Isabelle Groninger, mãe da Clara de 2 anos e da Beatriz que chega em Dezembro.

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Será que eu tenho outro filho? Será que agora é a melhor hora pra isso? - E será que eu vou conseguir amá-lo como da primeira vez? - Neste episódio 24 falamos sobre o nascimento de um irmão: como se preparar, Será que eu tenho outro filho? Será que agora é a melhor hora pra isso?<br /> <br /> E será que eu vou conseguir amá-lo como da primeira vez?<br /> <br /> Neste episódio 24 falamos sobre o nascimento de um irmão: como se preparar, como fazer com que esta chegada seja mais leve para o seu primeiro filho, contamos nossas experiências como mães de dois, três...<br /> <br /> A insegurança e o medo não são apenas da criança, mas nosso também!<br /> Venha com a gente que a conversa tá cheinha de dicas e histórias!<br /> <br /> Para falar sobre este assunto, convidei a Camila Ramos, Psicanalista e Psicóloga, especialista em Saúde Mental. Se formou em Psicologia do Puerpério no Instituto Aripe, e criou o projeto "Um Colo para mãe", além de produzir conteúdo sobre Puerpério e Maternidade real, na página @um.colo.para.mae.<br /> <br /> Conversei também com a Talita, mãe em tempo integral da Duda e da Estela.<br /> <br /> E com a Ana Isabelle Groninger, mãe da Clara de 2 anos e da Beatriz que chega em Dezembro. OPodcastEDelas 1:14:20
Em Casa A Gente Conversa #23 – Como Fazer um Desmame Gentil? https://opodcastedelas.com.br/2019/09/em-casa-a-gente-conversa-23-como-fazer-um-desmame-gentil/ Wed, 18 Sep 2019 14:01:39 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10068 Este é um momento delicado para o bebê e para mãe. Sofremos uma pressão da sociedade para desmamar: “mas ainda sai leite?”, “ele já está grande demais para mamar!”, além de ter uma licença maternidade que dura menos do que o tempo que a Organização Mundial da Saúde preconiza como o ideal para o aleitamento materno exclusivo, que são seis meses. Mas e se você decidiu desmamar, este processo pode ser feito de forma gentil e lenta, não causando traumas para o bebê. Nesse episódio, trazemos dicas para que tudo seja mais leve para você e seu filho. Afinal de contas, o desmame precisa de apoio, tanto quanto a amamentação. Quem ajudou a gente com todas as informações foram a consultora de amamentação e desmame Erin Fonseca, do @consultoraerin, a também consultora Cris Machado, do @plantao_materno, a especialista em empoderamento infantil Raphaela Alencar e a pediatra e neonatologista Sibila Pegoraro. #EscuteAgora Link na bio! 🎧 #filhos #desmame #familia #maternidade #filho #vida #baby #gravidez #pais #casamento #podcast #podcasts #podcasting #radio #music #spotify #podcaster #youtube #itunes #soundcloud #podcasters #applepodcasts #podcastersofinstagram Este é um momento delicado para o bebê e para mãe. Sofremos uma pressão da sociedade para desmamar: “mas ainda sai leite?”, “ele já está grande demais para mamar!”, além de ter uma licença maternidade que dura menos do que o tempo que a Organização Mundial da Saúde preconiza como o ideal para o aleitamento materno exclusivo, que são seis meses.

Mas e se você decidiu desmamar, este processo pode ser feito de forma gentil e lenta, não causando traumas para o bebê.

Nesse episódio, trazemos dicas para que tudo seja mais leve para você e seu filho. Afinal de contas, o desmame precisa de apoio, tanto quanto a amamentação.

Quem ajudou a gente com todas as informações foram a consultora de amamentação e desmame Erin Fonseca, do @consultoraerin, a também consultora Cris Machado, do @plantao_materno, a especialista em empoderamento infantil Raphaela Alencar e a pediatra e neonatologista Sibila Pegoraro. #EscuteAgora Link na bio! 🎧

#filhos #desmame #familia #maternidade #filho #vida #baby #gravidez #pais #casamento #podcast #podcasts #podcasting #radio #music #spotify #podcaster #youtube #itunes #soundcloud #podcasters #applepodcasts #podcastersofinstagram
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Este é um momento delicado para o bebê e para mãe. Sofremos uma pressão da sociedade para desmamar: “mas ainda sai leite?”, “ele já está grande demais para mamar!”, além de ter uma licença maternidade que dura menos do que o tempo que a Organização Mun... Este é um momento delicado para o bebê e para mãe. Sofremos uma pressão da sociedade para desmamar: “mas ainda sai leite?”, “ele já está grande demais para mamar!”, além de ter uma licença maternidade que dura menos do que o tempo que a Organização Mundial da Saúde preconiza como o ideal para o aleitamento materno exclusivo, que são seis meses.<br /> <br /> Mas e se você decidiu desmamar, este processo pode ser feito de forma gentil e lenta, não causando traumas para o bebê.<br /> <br /> Nesse episódio, trazemos dicas para que tudo seja mais leve para você e seu filho. Afinal de contas, o desmame precisa de apoio, tanto quanto a amamentação.<br /> <br /> Quem ajudou a gente com todas as informações foram a consultora de amamentação e desmame Erin Fonseca, do @consultoraerin, a também consultora Cris Machado, do @plantao_materno, a especialista em empoderamento infantil Raphaela Alencar e a pediatra e neonatologista Sibila Pegoraro. #EscuteAgora Link na bio! 🎧<br /> <br /> <br /> <br /> #filhos #desmame #familia #maternidade #filho #vida #baby #gravidez #pais #casamento #podcast #podcasts #podcasting #radio #music #spotify #podcaster #youtube #itunes #soundcloud #podcasters #applepodcasts #podcastersofinstagram OPodcastEDelas 1:13:51
Em Casa A Gente Conversa #22 – Começo da Vida: Os Primeiros 1000 Dias https://opodcastedelas.com.br/2019/09/em-casa-a-gente-conversa-22-comeco-da-vida-os-primeiros-1000-dias/ Wed, 11 Sep 2019 13:58:25 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10065 "A gente vê aquele ser pequeno, delicado, que depende da gente para fazer quase tudo, e acha que não entende nada do que falamos, né? Não os subestime! Pesquisas revelam que os bebês são capazes de perceber o mundo e aprender com cada experiência de uma forma incrível! Nos primeiros anos, o cérebro faz mais conexões do que em qualquer outro período da vida. São de 700 a 1000 conexões por segundo! Para se ter uma ideia desses números, o cérebro de uma criança de três anos é duas vezes mais ativo que o de um adulto. Elas absorvem tudo que vêem. Tá aí mais um motivo para gente tomar cuidado com o que fazemos e falamos ao lado deles. Neste período, a atenção, o carinho e o amor que damos a eles, faz toda diferença. O que oferecemos nos primeiros dois anos de vida tem um impacto enorme na forma com que nos relacionamos mais tarde com outras pessoas. Por isso, os primeiros mil dias são tão importantes para o futuro da humanidade. Para falar sobre este assunto, convidei a Ana Claudia Arruda Leite, pedagoga, mestre em Ciências Sociais da Educação e especialista em infância." “A gente vê aquele ser pequeno, delicado, que depende da gente para fazer quase tudo, e acha que não entende nada do que falamos, né? Não os subestime! Pesquisas revelam que os bebês são capazes de perceber o mundo e aprender com cada experiência de uma forma incrível! Nos primeiros anos, o cérebro faz mais conexões do que em qualquer outro período da vida. São de 700 a 1000 conexões por segundo! Para se ter uma ideia desses números, o cérebro de uma criança de três anos é duas vezes mais ativo que o de um adulto. Elas absorvem tudo que vêem. Tá aí mais um motivo para gente tomar cuidado com o que fazemos e falamos ao lado deles. Neste período, a atenção, o carinho e o amor que damos a eles, faz toda diferença. O que oferecemos nos primeiros dois anos de vida tem um impacto enorme na forma com que nos relacionamos mais tarde com outras pessoas. Por isso, os primeiros mil dias são tão importantes para o futuro da humanidade. Para falar sobre este assunto, convidei a Ana Claudia Arruda Leite, pedagoga, mestre em Ciências Sociais da Educação e especialista em infância.”

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"A gente vê aquele ser pequeno, delicado, que depende da gente para fazer quase tudo, e acha que não entende nada do que falamos, né? Não os subestime! Pesquisas revelam que os bebês são capazes de perceber o mundo e aprender com cada experiência de um... "A gente vê aquele ser pequeno, delicado, que depende da gente para fazer quase tudo, e acha que não entende nada do que falamos, né? Não os subestime! Pesquisas revelam que os bebês são capazes de perceber o mundo e aprender com cada experiência de uma forma incrível! Nos primeiros anos, o cérebro faz mais conexões do que em qualquer outro período da vida. São de 700 a 1000 conexões por segundo! Para se ter uma ideia desses números, o cérebro de uma criança de três anos é duas vezes mais ativo que o de um adulto. Elas absorvem tudo que vêem. Tá aí mais um motivo para gente tomar cuidado com o que fazemos e falamos ao lado deles. Neste período, a atenção, o carinho e o amor que damos a eles, faz toda diferença. O que oferecemos nos primeiros dois anos de vida tem um impacto enorme na forma com que nos relacionamos mais tarde com outras pessoas. Por isso, os primeiros mil dias são tão importantes para o futuro da humanidade. Para falar sobre este assunto, convidei a Ana Claudia Arruda Leite, pedagoga, mestre em Ciências Sociais da Educação e especialista em infância." OPodcastEDelas 58:00
Em Casa A Gente Conversa #21 – Como vai a comunicação em familia? https://opodcastedelas.com.br/2019/09/em-casa-a-gente-conversa-21-como-vai-a-comunicacao-em-familia/ Wed, 04 Sep 2019 13:55:32 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10062 Os filhos nascem e todo o planejamento da família muda. Ficamos atordoados, cansados, tentando nos adaptar com todas as mudanças. O que eram dois, agora são três. Ou quatro, cinco... Precisamos nos comunicar mais, conversar mais, mas ao mesmo tempo não sabemos quando e nem como fazer isso.  Precisamos então nos reorganizar para nos entender em meio a este turbilhão. Parar, ouvir o outro, se ouvir. Isso serve para o casal ou para a relação com o seu filho. Como vocês têm se comunicado? Para falar sobre este assunto, conversei com Plinio Teodoro e a Tatiana Fávaro, que são casados há sete anos e têm dois filhos. Eles são comunicadores, jornalistas, especialistas em análise comportamental a partir da programação neurolinguística, constelações familiares e psicologia transpessoal. Os filhos nascem e todo o planejamento da família muda.
Ficamos atordoados, cansados, tentando nos adaptar com todas as mudanças. O que eram dois, agora são três. Ou quatro, cinco…
Precisamos nos comunicar mais, conversar mais, mas ao mesmo tempo não sabemos quando e nem como fazer isso.  Precisamos então nos reorganizar para nos entender em meio a este turbilhão. Parar, ouvir o outro, se ouvir.
Isso serve para o casal ou para a relação com o seu filho. Como vocês têm se comunicado? Para falar sobre este assunto, conversei com Plinio Teodoro e a Tatiana Fávaro, que são casados há sete anos e têm dois filhos. Eles são comunicadores, jornalistas, especialistas em análise comportamental a partir da programação neurolinguística, constelações familiares e psicologia transpessoal.

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Os filhos nascem e todo o planejamento da família muda. Ficamos atordoados, cansados, tentando nos adaptar com todas as mudanças. O que eram dois, agora são três. Ou quatro, cinco... Precisamos nos comunicar mais, conversar mais, Os filhos nascem e todo o planejamento da família muda.<br /> Ficamos atordoados, cansados, tentando nos adaptar com todas as mudanças. O que eram dois, agora são três. Ou quatro, cinco...<br /> Precisamos nos comunicar mais, conversar mais, mas ao mesmo tempo não sabemos quando e nem como fazer isso.  Precisamos então nos reorganizar para nos entender em meio a este turbilhão. Parar, ouvir o outro, se ouvir.<br /> Isso serve para o casal ou para a relação com o seu filho. Como vocês têm se comunicado? Para falar sobre este assunto, conversei com Plinio Teodoro e a Tatiana Fávaro, que são casados há sete anos e têm dois filhos. Eles são comunicadores, jornalistas, especialistas em análise comportamental a partir da programação neurolinguística, constelações familiares e psicologia transpessoal. OPodcastEDelas 59:02
Em Casa A Gente Conversa #20 – Não quero filhos, e tá tudo bem https://opodcastedelas.com.br/2019/08/em-casa-a-gente-conversa-20-nao-quero-filhos-e-ta-tudo-bem/ Wed, 28 Aug 2019 13:52:24 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10059 Ela não quer ter filhos. Ele também não. As pessoas pedem, perguntam quando vai chegar o bebê em cada reunião de família: “A idade está chegando. Você não vai engavidar?”. Não. Elas não se contentam mais em apenas cuidar dos filhos, da casa e abrir mão da profissão e dos planos. No Brasil, de acordo com os últimos dados do IBGE, que é de 2010, 14% das mulheres não têm planos de engravidar. Segundo uma estatística oficial dos Estados Unidos, 47% das norte-americanas com idades entre 15 e 44 anos não são mães. Este número aumenta a cada ano, no mundo todo. E isso não quer dizer que eles não gostem de crianças! E muito menos que vão se arrepender desta escolha. Essas pessoas ainda vão contra o que a sociedade espera que seja cumprido em vida (casar, formar família e ser feliz para sempre), mas isto está mudando. Venha ouvir este podcast e abra a cabeça! Ela não quer ter filhos. Ele também não. As pessoas pedem, perguntam quando vai chegar o bebê em cada reunião de família: “A idade está chegando. Você não vai engavidar?”. Não. Elas não se contentam mais em apenas cuidar dos filhos, da casa e abrir mão da profissão e dos planos.
No Brasil, de acordo com os últimos dados do IBGE, que é de 2010, 14% das mulheres não têm planos de engravidar.

Segundo uma estatística oficial dos Estados Unidos, 47% das norte-americanas com idades entre 15 e 44 anos não são mães.
Este número aumenta a cada ano, no mundo todo.

E isso não quer dizer que eles não gostem de crianças! E muito menos que vão se arrepender desta escolha.

Essas pessoas ainda vão contra o que a sociedade espera que seja cumprido em vida (casar, formar família e ser feliz para sempre), mas isto está mudando.

Venha ouvir este podcast e abra a cabeça!

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Ela não quer ter filhos. Ele também não. As pessoas pedem, perguntam quando vai chegar o bebê em cada reunião de família: “A idade está chegando. Você não vai engavidar?”. Não. Elas não se contentam mais em apenas cuidar dos filhos, Ela não quer ter filhos. Ele também não. As pessoas pedem, perguntam quando vai chegar o bebê em cada reunião de família: “A idade está chegando. Você não vai engavidar?”. Não. Elas não se contentam mais em apenas cuidar dos filhos, da casa e abrir mão da profissão e dos planos.<br /> No Brasil, de acordo com os últimos dados do IBGE, que é de 2010, 14% das mulheres não têm planos de engravidar.<br /> <br /> Segundo uma estatística oficial dos Estados Unidos, 47% das norte-americanas com idades entre 15 e 44 anos não são mães.<br /> Este número aumenta a cada ano, no mundo todo.<br /> <br /> E isso não quer dizer que eles não gostem de crianças! E muito menos que vão se arrepender desta escolha.<br /> <br /> Essas pessoas ainda vão contra o que a sociedade espera que seja cumprido em vida (casar, formar família e ser feliz para sempre), mas isto está mudando.<br /> <br /> Venha ouvir este podcast e abra a cabeça! OPodcastEDelas 43:26
Em Casa A Gente Conversa #19 – Verdades Sobre Amamentação https://opodcastedelas.com.br/2019/08/em-casa-a-gente-conversa-19-verdades-sobre-amamentacao/ Wed, 21 Aug 2019 13:49:25 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10056 Você acha que a amamentação é instintiva? Acha que toda mãe nasce sabendo amamentar? Nós achamos que não. Que isto é algo que deve ser aprendido, falado, discutido. Por isso escolhemos este tema no Agosto Dourado: para falar sobre os inúmeros benefícios do leite materno, sobre alguns mitos que ouvimos por aí e para empoderar mulheres, pois vivemos em um país que se oferece fórmula para o bebê no primeiro dia de vida. Falamos também sobre amamentação em lugares públicos e em como isso ainda não é aceito pela sociedade. Quem conversa comigo é a Veronica, do perfil A Mulher Que Engoliu o Mundo, mãe solo de gêmeas e consultora de aleitamento materno. A digital influencer Shantal contou sua experiência de amamentação, das 4 mastites que teve e da restrição alimentar de seu filho, Filippo, que fizeram com que ela optasse pelo desmame com 3 meses e meio. A Kelly Marques, do Pediatria Descomplicada, também participou deste podcast trazendo seu conhecimento como médica sobre a livre demanda, as vantagens do leite materno e do colostro, aquele primeiro alimento que nosso corpo produz antes de começar a produzir o leite. Venha ouvir e compartilhe este conhecimento com todas as mães que você conhece! Você acha que a amamentação é instintiva? Acha que toda mãe nasce sabendo amamentar? Nós achamos que não. Que isto é algo que deve ser aprendido, falado, discutido.

Por isso escolhemos este tema no Agosto Dourado: para falar sobre os inúmeros benefícios do leite materno, sobre alguns mitos que ouvimos por aí e para empoderar mulheres, pois vivemos em um país que se oferece fórmula para o bebê no primeiro dia de vida.
Falamos também sobre amamentação em lugares públicos e em como isso ainda não é aceito pela sociedade.

Quem conversa comigo é a Veronica, do perfil A Mulher Que Engoliu o Mundo, mãe solo de gêmeas e consultora de aleitamento materno.

A digital influencer Shantal contou sua experiência de amamentação, das 4 mastites que teve e da restrição alimentar de seu filho, Filippo, que fizeram com que ela optasse pelo desmame com 3 meses e meio.

A Kelly Marques, do Pediatria Descomplicada, também participou deste podcast trazendo seu conhecimento como médica sobre a livre demanda, as vantagens do leite materno e do colostro, aquele primeiro alimento que nosso corpo produz antes de começar a produzir o leite.

Venha ouvir e compartilhe este conhecimento com todas as mães que você conhece!

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Você acha que a amamentação é instintiva? Acha que toda mãe nasce sabendo amamentar? Nós achamos que não. Que isto é algo que deve ser aprendido, falado, discutido. - Por isso escolhemos este tema no Agosto Dourado: para falar sobre os inúmeros benefí... Você acha que a amamentação é instintiva? Acha que toda mãe nasce sabendo amamentar? Nós achamos que não. Que isto é algo que deve ser aprendido, falado, discutido.<br /> <br /> Por isso escolhemos este tema no Agosto Dourado: para falar sobre os inúmeros benefícios do leite materno, sobre alguns mitos que ouvimos por aí e para empoderar mulheres, pois vivemos em um país que se oferece fórmula para o bebê no primeiro dia de vida.<br /> Falamos também sobre amamentação em lugares públicos e em como isso ainda não é aceito pela sociedade.<br /> <br /> Quem conversa comigo é a Veronica, do perfil A Mulher Que Engoliu o Mundo, mãe solo de gêmeas e consultora de aleitamento materno.<br /> <br /> A digital influencer Shantal contou sua experiência de amamentação, das 4 mastites que teve e da restrição alimentar de seu filho, Filippo, que fizeram com que ela optasse pelo desmame com 3 meses e meio.<br /> <br /> A Kelly Marques, do Pediatria Descomplicada, também participou deste podcast trazendo seu conhecimento como médica sobre a livre demanda, as vantagens do leite materno e do colostro, aquele primeiro alimento que nosso corpo produz antes de começar a produzir o leite.<br /> <br /> Venha ouvir e compartilhe este conhecimento com todas as mães que você conhece! OPodcastEDelas 1:22:37
Em Casa A Gente Conversa #18 – Quando o pai abandona https://opodcastedelas.com.br/2019/08/em-casa-a-gente-conversa-18-quando-o-pai-abandona/ Wed, 14 Aug 2019 13:45:51 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10053 No Brasil, existem 5,5 milhões de crianças sem o nome do pai na certidão de nascimento. O país registrou o crescimento de mais de um milhão de famílias formadas por mães solo em um período de dez anos, segundo dados do IBGE de 2015. Esses números são alarmantes e mostram o real abandono paterno. São homens que não reconhecem seus filhos ou que os deixam em algum momento da vida. Neste episódio, conversei com Alexandre Mortagua, cineasta, filho do ex-jogador Edmundo Animal e da modelo Cristina Mortagua. Ele cresceu sem a presença do pai e ao se tornar adulto, quis contar a história do abandono parental em forma de filme: "Todos nós 5 milhões”. Conversei também com a Vivi Oliveira, que foi abandonada pelo pai antes mesmo de nascer. Ela é criadora do projeto digital Filhos Sem Pais. Um podcast cheio de informações e histórias que devem ser ouvidas e recontadas. No Brasil, existem 5,5 milhões de crianças sem o nome do pai na certidão de nascimento.

O país registrou o crescimento de mais de um milhão de famílias formadas por mães solo em um período de dez anos, segundo dados do IBGE de 2015.

Esses números são alarmantes e mostram o real abandono paterno. São homens que não reconhecem seus filhos ou que os deixam em algum momento da vida.
Neste episódio, conversei com Alexandre Mortagua, cineasta, filho do ex-jogador Edmundo Animal e da modelo Cristina Mortagua.
Ele cresceu sem a presença do pai e ao se tornar adulto, quis contar a história do abandono parental em forma de filme: “Todos nós 5 milhões”.

Conversei também com a Vivi Oliveira, que foi abandonada pelo pai antes mesmo de nascer. Ela é criadora do projeto digital Filhos Sem Pais.

Um podcast cheio de informações e histórias que devem ser ouvidas e recontadas.
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No Brasil, existem 5,5 milhões de crianças sem o nome do pai na certidão de nascimento. O país registrou o crescimento de mais de um milhão de famílias formadas por mães solo em um período de dez anos, segundo dados do IBGE de 2015. No Brasil, existem 5,5 milhões de crianças sem o nome do pai na certidão de nascimento.<br /> <br /> <br /> O país registrou o crescimento de mais de um milhão de famílias formadas por mães solo em um período de dez anos, segundo dados do IBGE de 2015.<br /> <br /> <br /> Esses números são alarmantes e mostram o real abandono paterno. São homens que não reconhecem seus filhos ou que os deixam em algum momento da vida.<br /> Neste episódio, conversei com Alexandre Mortagua, cineasta, filho do ex-jogador Edmundo Animal e da modelo Cristina Mortagua.<br /> Ele cresceu sem a presença do pai e ao se tornar adulto, quis contar a história do abandono parental em forma de filme: "Todos nós 5 milhões”.<br /> <br /> <br /> Conversei também com a Vivi Oliveira, que foi abandonada pelo pai antes mesmo de nascer. Ela é criadora do projeto digital Filhos Sem Pais.<br /> <br /> <br /> Um podcast cheio de informações e histórias que devem ser ouvidas e recontadas. OPodcastEDelas 1:10:25
Em Casa A Gente Conversa #17 – Paizão? https://opodcastedelas.com.br/2019/08/em-casa-a-gente-conversa-17-paizao/ Wed, 07 Aug 2019 13:42:25 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10050 Não existe pai que faz papel de mãe. Pai simplesmente faz o papel de... PAI!! Ele tem as mesmas obrigações que a mãe da criança. Pelo menos assim que deveria ser, né? Neste episódio conversei com o Rafael Stein, um pai solo, que cria seus dois filhos sozinho. Ele conta as maiores dificuldades do dia a dia e como a necessidade de cuidar deles sozinho fez com que ele criasse um vínculo e vivesse momentos que jamais experienciaria se não tivesse sido “obrigado” a assumir esta responsabilidade. A conversa passou pelo sistema machista e patriarcal em que vivemos e trouxe ainda momentos emocionantes da história deste pai. Conversei também com o Thiago Queiroz, do Paizinho Virgula, que contou como ele cria seus filhos e filha sem as diferenças de gênero. Falamos sobre como estimular os meninos a sentirem e aceitarem suas emoções e sobre como trabalhamos as nossas dores ao criar os nossos filhos. Venha ouvir que está imperdível! Não existe pai que faz papel de mãe. Pai simplesmente faz o papel de… PAI!!
Ele tem as mesmas obrigações que a mãe da criança. Pelo menos assim que deveria ser, né?
Neste episódio conversei com o Rafael Stein, um pai solo, que cria seus dois filhos sozinho.
Ele conta as maiores dificuldades do dia a dia e como a necessidade de cuidar deles sozinho fez com que ele criasse um vínculo e vivesse momentos que jamais experienciaria se não tivesse sido “obrigado” a assumir esta responsabilidade.
A conversa passou pelo sistema machista e patriarcal em que vivemos e trouxe ainda momentos emocionantes da história deste pai.
Conversei também com o Thiago Queiroz, do Paizinho Virgula, que contou como ele cria seus filhos e filha sem as diferenças de gênero. Falamos sobre como estimular os meninos a sentirem e aceitarem suas emoções e sobre como trabalhamos as nossas dores ao criar os nossos filhos.
Venha ouvir que está imperdível!

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Não existe pai que faz papel de mãe. Pai simplesmente faz o papel de... PAI!! Ele tem as mesmas obrigações que a mãe da criança. Pelo menos assim que deveria ser, né? Neste episódio conversei com o Rafael Stein, um pai solo, Não existe pai que faz papel de mãe. Pai simplesmente faz o papel de... PAI!!<br /> Ele tem as mesmas obrigações que a mãe da criança. Pelo menos assim que deveria ser, né?<br /> Neste episódio conversei com o Rafael Stein, um pai solo, que cria seus dois filhos sozinho.<br /> Ele conta as maiores dificuldades do dia a dia e como a necessidade de cuidar deles sozinho fez com que ele criasse um vínculo e vivesse momentos que jamais experienciaria se não tivesse sido “obrigado” a assumir esta responsabilidade.<br /> A conversa passou pelo sistema machista e patriarcal em que vivemos e trouxe ainda momentos emocionantes da história deste pai.<br /> Conversei também com o Thiago Queiroz, do Paizinho Virgula, que contou como ele cria seus filhos e filha sem as diferenças de gênero. Falamos sobre como estimular os meninos a sentirem e aceitarem suas emoções e sobre como trabalhamos as nossas dores ao criar os nossos filhos.<br /> Venha ouvir que está imperdível! OPodcastEDelas 1:06:53
Em Casa A Gente Conversa #16 – Parto Humanizado: Afinal, O Que É? https://opodcastedelas.com.br/2019/07/em-casa-a-gente-conversa-16-parto-humanizado-afinal-o-que-e/ Wed, 31 Jul 2019 13:39:44 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10047 Qual a diferença entre parto normal, parto natural e parto humanizado? O parto humanizado não é apenas em casa, na banheira, com velas e incensos, como muita gente ainda pensa por aí. Ele pode ser no hospital e inclusive com analgesia, sabia? E escolher um parto humanizado, não quer dizer que você seja corajosa, irresponsável ou bicho grilo. Quem escolhe um parto natural, no cenário de hoje, leu muito, estudou e optou por esta escolha justamente por saber que é o melhor para a saúde dela e do bebê. Ainda mais em um país que é o segundo do mundo que mais realiza cesáreas. Você sabia que a Organização Mundial da Saúde diz que apenas de 10 a 15% dos casos têm indicações reais de cesárea, ou seja, precisam realmente da cirurgia por motivos médicos? E no Brasil, pasme: 55,5% dos nascimentos, são feitos por meio desta cirurgia. Então, alguma coisa tem de muito errado aqui, né? Por isso, eu digo: parto humanizado não é moda. Parto humanizado não é irresponsabilidade. Parto humanizado é uma escolha. Feita, inclusive, de forma BEM consciente. Conversei com a doula Gisele Leal, a parteira Fernanda Abbud e a médica obstetra Priscila Huguet. Se este assunto te interessa, dá o play que está imperdível! Qual a diferença entre parto normal, parto natural e parto humanizado?
O parto humanizado não é apenas em casa, na banheira, com velas e incensos, como muita gente ainda pensa por aí. Ele pode ser no hospital e inclusive com analgesia, sabia?
E escolher um parto humanizado, não quer dizer que você seja corajosa, irresponsável ou bicho grilo.
Quem escolhe um parto natural, no cenário de hoje, leu muito, estudou e optou por esta escolha justamente por saber que é o melhor para a saúde dela e do bebê.
Ainda mais em um país que é o segundo do mundo que mais realiza cesáreas. Você sabia que a Organização Mundial da Saúde diz que apenas de 10 a 15% dos casos têm indicações reais de cesárea, ou seja, precisam realmente da cirurgia por motivos médicos? E no Brasil, pasme: 55,5% dos nascimentos, são feitos por meio desta cirurgia. Então, alguma coisa tem de muito errado aqui, né?
Por isso, eu digo: parto humanizado não é moda. Parto humanizado não é irresponsabilidade.
Parto humanizado é uma escolha. Feita, inclusive, de forma BEM consciente.
Conversei com a doula Gisele Leal, a parteira Fernanda Abbud e a médica obstetra Priscila Huguet.
Se este assunto te interessa, dá o play que está imperdível!

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Qual a diferença entre parto normal, parto natural e parto humanizado? O parto humanizado não é apenas em casa, na banheira, com velas e incensos, como muita gente ainda pensa por aí. Ele pode ser no hospital e inclusive com analgesia, sabia? Qual a diferença entre parto normal, parto natural e parto humanizado?<br /> O parto humanizado não é apenas em casa, na banheira, com velas e incensos, como muita gente ainda pensa por aí. Ele pode ser no hospital e inclusive com analgesia, sabia?<br /> E escolher um parto humanizado, não quer dizer que você seja corajosa, irresponsável ou bicho grilo.<br /> Quem escolhe um parto natural, no cenário de hoje, leu muito, estudou e optou por esta escolha justamente por saber que é o melhor para a saúde dela e do bebê.<br /> Ainda mais em um país que é o segundo do mundo que mais realiza cesáreas. Você sabia que a Organização Mundial da Saúde diz que apenas de 10 a 15% dos casos têm indicações reais de cesárea, ou seja, precisam realmente da cirurgia por motivos médicos? E no Brasil, pasme: 55,5% dos nascimentos, são feitos por meio desta cirurgia. Então, alguma coisa tem de muito errado aqui, né?<br /> Por isso, eu digo: parto humanizado não é moda. Parto humanizado não é irresponsabilidade.<br /> Parto humanizado é uma escolha. Feita, inclusive, de forma BEM consciente.<br /> Conversei com a doula Gisele Leal, a parteira Fernanda Abbud e a médica obstetra Priscila Huguet.<br /> Se este assunto te interessa, dá o play que está imperdível! OPodcastEDelas 1:25:08
Em Casa A Gente Conversa #15 – Quando o Amor é Maior que o Preconceito https://opodcastedelas.com.br/2019/07/em-casa-a-gente-conversa-15-quando-o-amor-e-maior-que-o-preconceito/ Wed, 24 Jul 2019 13:34:26 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10043 O episódio 15 é um convite a você a quebrar os paradigmas sobre o modelo de Família Tradicional. O papo foi marcado de muita emoção e ousadia. Conversamos com Bia e Paulo sobre Famílias Homoafetivas, ou seja, entre pessoas do mesmo sexo. Falamos, também, da possibilidade de como o novo governo pode colocar em risco as políticas públicas para a comunidade LGBT. Um exemplo, é o direito da União Estável, que amplia as garantias patrimoniais e o direito ao casamento. Foi um papo gostoso cheio de aprendizado. Espero que gostem! O episódio 15 é um convite a você a quebrar os paradigmas sobre o modelo de Família Tradicional. O papo foi marcado de muita emoção e ousadia. Conversamos com Bia e Paulo sobre Famílias Homoafetivas, ou seja, entre pessoas do mesmo sexo. Falamos, também, da possibilidade de como o novo governo pode colocar em risco as políticas públicas para a comunidade LGBT. Um exemplo, é o direito da União Estável, que amplia as garantias patrimoniais e o direito ao casamento.
Foi um papo gostoso cheio de aprendizado. Espero que gostem!

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O episódio 15 é um convite a você a quebrar os paradigmas sobre o modelo de Família Tradicional. O papo foi marcado de muita emoção e ousadia. Conversamos com Bia e Paulo sobre Famílias Homoafetivas, ou seja, entre pessoas do mesmo sexo. Falamos, O episódio 15 é um convite a você a quebrar os paradigmas sobre o modelo de Família Tradicional. O papo foi marcado de muita emoção e ousadia. Conversamos com Bia e Paulo sobre Famílias Homoafetivas, ou seja, entre pessoas do mesmo sexo. Falamos, também, da possibilidade de como o novo governo pode colocar em risco as políticas públicas para a comunidade LGBT. Um exemplo, é o direito da União Estável, que amplia as garantias patrimoniais e o direito ao casamento.<br /> Foi um papo gostoso cheio de aprendizado. Espero que gostem! OPodcastEDelas 51:02
Em Casa A Gente Conversa #14 – Especial De Férias: Dicas, Histórias e Viagens Com Os Pequenos https://opodcastedelas.com.br/2019/07/em-casa-a-gente-conversa-14-especial-de-ferias-dicas-historias-e-viagens-com-os-pequenos/ Wed, 17 Jul 2019 13:31:09 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10040 Viajar com os pequenos não é tão fácil assim. A gente não pode decidir de última hora fazer as malas e partir pra estrada como fazíamos antes de ter filhos. Temos que planejar, programar a melhor hora para sair de casa, o melhor lugar para ficar, se preparar para o clima daquele lugar e organizar as refeições, se for viajar com um bebê… enfim! São tantas coisas para pensar! Mas uma coisa é certa: se você gosta de viajar, não deixe que a insegurança faça você desistir de se aventurar. Foi por isso que fizemos este especial de férias!! Com dicas, histórias e experiências compartilhadas por mães que já estão na estrada há um bom tempo com as crias. Eu conversei com a Miriam, proprietária do Clube de Viagens Moms, uma agência especializada em crianças, que trouxe várias dicas legais para as mães. Ouvi também as experiências que a Cris, do Família Aventureira, passou com os dois filhos pequenos pela estrada. E a Rita Lisauskas, jornalista e podcaster do "Ih, Rita" contou para gente neste episódio sobre a experiência em deixar o filho de 9 anos ir sozinho para o acampamento, na colônia de férias. Duvido que você ouça este episódio e não se anime em fazer as malas! Viajar com os pequenos não é tão fácil assim. A gente não pode decidir de última hora fazer as malas e partir pra estrada como fazíamos antes de ter filhos. Temos que planejar, programar a melhor hora para sair de casa, o melhor lugar para ficar, se preparar para o clima daquele lugar e organizar as refeições, se for viajar com um bebê… enfim! São tantas coisas para pensar! Mas uma coisa é certa: se você gosta de viajar, não deixe que a insegurança faça você desistir de se aventurar.
Foi por isso que fizemos este especial de férias!!
Com dicas, histórias e experiências compartilhadas por mães que já estão na estrada há um bom tempo com as crias.
Eu conversei com a Miriam, proprietária do Clube de Viagens Moms, uma agência especializada em crianças, que trouxe várias dicas legais para as mães. Ouvi também as experiências que a Cris, do Família Aventureira, passou com os dois filhos pequenos pela estrada. E a Rita Lisauskas, jornalista e podcaster do “Ih, Rita” contou para gente neste episódio sobre a experiência em deixar o filho de 9 anos ir sozinho para o acampamento, na colônia de férias.
Duvido que você ouça este episódio e não se anime em fazer as malas!

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Viajar com os pequenos não é tão fácil assim. A gente não pode decidir de última hora fazer as malas e partir pra estrada como fazíamos antes de ter filhos. Temos que planejar, programar a melhor hora para sair de casa, o melhor lugar para ficar, Viajar com os pequenos não é tão fácil assim. A gente não pode decidir de última hora fazer as malas e partir pra estrada como fazíamos antes de ter filhos. Temos que planejar, programar a melhor hora para sair de casa, o melhor lugar para ficar, se preparar para o clima daquele lugar e organizar as refeições, se for viajar com um bebê… enfim! São tantas coisas para pensar! Mas uma coisa é certa: se você gosta de viajar, não deixe que a insegurança faça você desistir de se aventurar.<br /> Foi por isso que fizemos este especial de férias!!<br /> Com dicas, histórias e experiências compartilhadas por mães que já estão na estrada há um bom tempo com as crias.<br /> Eu conversei com a Miriam, proprietária do Clube de Viagens Moms, uma agência especializada em crianças, que trouxe várias dicas legais para as mães. Ouvi também as experiências que a Cris, do Família Aventureira, passou com os dois filhos pequenos pela estrada. E a Rita Lisauskas, jornalista e podcaster do "Ih, Rita" contou para gente neste episódio sobre a experiência em deixar o filho de 9 anos ir sozinho para o acampamento, na colônia de férias.<br /> Duvido que você ouça este episódio e não se anime em fazer as malas! OPodcastEDelas 57:26
Em Casa A Gente Conversa #13 – Sexo Após A Maternidade https://opodcastedelas.com.br/2019/07/em-casa-a-gente-conversa-13-sexo-apos-a-maternidade/ Wed, 10 Jul 2019 13:27:42 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10037 Seu filho nasceu e você nunca mais deu tanta importância ao sexo com seu parceiro? Você não é a única. Na quarentena seu períneo ainda dói e o medo de entrar algo por onde acabou de sair um bebê, é certeiro! Ou, se você teve uma cesárea, está insegura com os pontos que ainda estão ali. Os 40 dias passaram, mas a vontade de ter uma relação sexual ainda não chegou. Você está exausta. Seu bebê não dorme, você tem preocupações maiores. Suas prioridades mudaram. A libido diminuiu. Você vê casais felizes juntos e lembra de que, antes do seu filhos nascer, vocês eram felizes na cama, no sofá, no carro… Nossa! Era em todo lugar e com uma frequência de dar inveja a qualquer mãe. Onde foi parar aquele pique? Preciso marcar hora e me planejar para conseguir transar com meu parceiro (ou parceira)? E mesmo assim ainda corro o risco de dormir na hora marcada… Será que um dia tudo voltará ao normal? Para conversar sobre isso conversei com a Malena Mandaluz, terapeuta corporal especializada em terapia tântrica e pompoarismo. Pesquisadora dos Ciclos Femininos com foco na Sexualidade há mais de 25 anos. E também a Moara, mãe da Maya de 4 anos, que adora conversar sobre amor e sexo. Tem como lema que a vida sem tesão não tem solução! Seu filho nasceu e você nunca mais deu tanta importância ao sexo com seu parceiro? Você não é a única.
Na quarentena seu períneo ainda dói e o medo de entrar algo por onde acabou de sair um bebê, é certeiro!
Ou, se você teve uma cesárea, está insegura com os pontos que ainda estão ali.
Os 40 dias passaram, mas a vontade de ter uma relação sexual ainda não chegou. Você está exausta. Seu bebê não dorme, você tem preocupações maiores.
Suas prioridades mudaram. A libido diminuiu.
Você vê casais felizes juntos e lembra de que, antes do seu filhos nascer, vocês eram felizes na cama, no sofá, no carro… Nossa! Era em todo lugar e com uma frequência de dar inveja a qualquer mãe.
Onde foi parar aquele pique? Preciso marcar hora e me planejar para conseguir transar com meu parceiro (ou parceira)? E mesmo assim ainda corro o risco de dormir na hora marcada…
Será que um dia tudo voltará ao normal?

Para conversar sobre isso conversei com a Malena Mandaluz, terapeuta corporal especializada em terapia tântrica e pompoarismo. Pesquisadora dos Ciclos Femininos com foco na Sexualidade há mais de 25 anos.
E também a Moara, mãe da Maya de 4 anos, que adora conversar sobre amor e sexo. Tem como lema que a vida sem tesão não tem solução!

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Seu filho nasceu e você nunca mais deu tanta importância ao sexo com seu parceiro? Você não é a única. Na quarentena seu períneo ainda dói e o medo de entrar algo por onde acabou de sair um bebê, é certeiro! Ou, se você teve uma cesárea, Seu filho nasceu e você nunca mais deu tanta importância ao sexo com seu parceiro? Você não é a única.<br /> Na quarentena seu períneo ainda dói e o medo de entrar algo por onde acabou de sair um bebê, é certeiro!<br /> Ou, se você teve uma cesárea, está insegura com os pontos que ainda estão ali.<br /> Os 40 dias passaram, mas a vontade de ter uma relação sexual ainda não chegou. Você está exausta. Seu bebê não dorme, você tem preocupações maiores.<br /> Suas prioridades mudaram. A libido diminuiu.<br /> Você vê casais felizes juntos e lembra de que, antes do seu filhos nascer, vocês eram felizes na cama, no sofá, no carro… Nossa! Era em todo lugar e com uma frequência de dar inveja a qualquer mãe.<br /> Onde foi parar aquele pique? Preciso marcar hora e me planejar para conseguir transar com meu parceiro (ou parceira)? E mesmo assim ainda corro o risco de dormir na hora marcada…<br /> Será que um dia tudo voltará ao normal?<br /> <br /> Para conversar sobre isso conversei com a Malena Mandaluz, terapeuta corporal especializada em terapia tântrica e pompoarismo. Pesquisadora dos Ciclos Femininos com foco na Sexualidade há mais de 25 anos.<br /> E também a Moara, mãe da Maya de 4 anos, que adora conversar sobre amor e sexo. Tem como lema que a vida sem tesão não tem solução! OPodcastEDelas 1:15:36
Em Casa A Gente Conversa #12 – Pai que é pai https://opodcastedelas.com.br/2019/07/em-casa-a-gente-conversa-12-pai-que-e-pai/ Wed, 03 Jul 2019 13:24:40 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10034 É mentira que quando nasce um filho, nasce um pai. Esta relação tem que ser construída como qualquer outra. Ela pode começar naquela conversa com o bebê ainda dentro da barriga quando, entusiasmado, ele sente os primeiros chutes e dá os primeiros beijos. Mas é mesmo no cuidado do dia a dia que o vínculo é formado, naquele banho dado, nas madrugadas com o bebê no colo. É na preocupação em cada gripe, nas idas ao pediatra, no carro os levando para a escola. É no almoço feito para eles, na janta que comemos junto. Quando nasce um filho, nasce a oportunidade de ser um pai. E aqui, aproveitamos bem ela! Neste episódio o Otávio, pai dos meus filhos, conversa com o Eric, também pai de três, e com o Daniel, pai do Chico, de 4 anos. É mentira que quando nasce um filho, nasce um pai.
Esta relação tem que ser construída como qualquer outra. Ela pode começar naquela conversa com o bebê ainda dentro da barriga quando, entusiasmado, ele sente os primeiros chutes e dá os primeiros beijos.
Mas é mesmo no cuidado do dia a dia que o vínculo é formado, naquele banho dado, nas madrugadas com o bebê no colo. É na preocupação em cada gripe, nas idas ao pediatra, no carro os levando para a escola. É no almoço feito para eles, na janta que comemos junto.
Quando nasce um filho, nasce a oportunidade de ser um pai. E aqui, aproveitamos bem ela!
Neste episódio o Otávio, pai dos meus filhos, conversa com o Eric, também pai de três, e com o Daniel, pai do Chico, de 4 anos.

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É mentira que quando nasce um filho, nasce um pai. Esta relação tem que ser construída como qualquer outra. Ela pode começar naquela conversa com o bebê ainda dentro da barriga quando, entusiasmado, ele sente os primeiros chutes e dá os primeiros beij... É mentira que quando nasce um filho, nasce um pai.<br /> Esta relação tem que ser construída como qualquer outra. Ela pode começar naquela conversa com o bebê ainda dentro da barriga quando, entusiasmado, ele sente os primeiros chutes e dá os primeiros beijos.<br /> Mas é mesmo no cuidado do dia a dia que o vínculo é formado, naquele banho dado, nas madrugadas com o bebê no colo. É na preocupação em cada gripe, nas idas ao pediatra, no carro os levando para a escola. É no almoço feito para eles, na janta que comemos junto.<br /> Quando nasce um filho, nasce a oportunidade de ser um pai. E aqui, aproveitamos bem ela!<br /> Neste episódio o Otávio, pai dos meus filhos, conversa com o Eric, também pai de três, e com o Daniel, pai do Chico, de 4 anos. OPodcastEDelas 1:11:35
Em Casa A Gente Conversa #11 – Meninos Vestem Rosa e Meninas Vestem Azul https://opodcastedelas.com.br/2019/06/em-casa-a-gente-conversa-11-meninos-vestem-rosa-e-meninas-vestem-azul/ Wed, 26 Jun 2019 13:19:51 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10030 Meninos choram. Meninas são super-heroínas. Meninos fazem ballet, pintam as unhas e usam saia se quiser. Meninas jogam bola, brincam de construir, de subir em árvores. Brinquedos não tem sexo. Cor também não. E os elogios são iguais para meninos e meninas. Por que eles são sempre os fortes, rápidos e espertos, enquanto elas apenas lindas e fofas? Lute como uma garota! Seja gentil e sensível como um menino. Aqui, todos têm o mesmo direito e a mesma vontade de sonhar. Todos têm liberdade para serem o que quiserem ser. Para esta conversa, convidei a Telma, mãe do Felipe, de 15 anos, e a Silviani, mãe do Chico,de 4 anos. Meninos choram.
Meninas são super-heroínas.
Meninos fazem ballet, pintam as unhas e usam saia se quiser.
Meninas jogam bola, brincam de construir, de subir em árvores.
Brinquedos não tem sexo.
Cor também não.
E os elogios são iguais para meninos e meninas. Por que eles são sempre os fortes, rápidos e espertos, enquanto elas apenas lindas e fofas?

Lute como uma garota!
Seja gentil e sensível como um menino.

Aqui, todos têm o mesmo direito e a mesma vontade de sonhar. Todos têm liberdade para serem o que quiserem ser.

Para esta conversa, convidei a Telma, mãe do Felipe, de 15 anos, e a Silviani, mãe do Chico,de 4 anos.

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Meninos choram. Meninas são super-heroínas. Meninos fazem ballet, pintam as unhas e usam saia se quiser. Meninas jogam bola, brincam de construir, de subir em árvores. Brinquedos não tem sexo. Cor também não. Meninos choram.<br /> Meninas são super-heroínas.<br /> Meninos fazem ballet, pintam as unhas e usam saia se quiser.<br /> Meninas jogam bola, brincam de construir, de subir em árvores.<br /> Brinquedos não tem sexo.<br /> Cor também não.<br /> E os elogios são iguais para meninos e meninas. Por que eles são sempre os fortes, rápidos e espertos, enquanto elas apenas lindas e fofas?<br /> <br /> Lute como uma garota!<br /> Seja gentil e sensível como um menino.<br /> <br /> Aqui, todos têm o mesmo direito e a mesma vontade de sonhar. Todos têm liberdade para serem o que quiserem ser.<br /> <br /> Para esta conversa, convidei a Telma, mãe do Felipe, de 15 anos, e a Silviani, mãe do Chico,de 4 anos. OPodcastEDelas 1:00:59
Em Casa A Gente Conversa #10 – Introdução Alimentar: Como Ter Uma Boa Relação Com a Comida? https://opodcastedelas.com.br/2019/06/em-casa-a-gente-conversa-10-introducao-alimentar-como-ter-uma-boa-relacao-com-a-comida/ Wed, 19 Jun 2019 20:33:49 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10025 Seu filho completou seis meses. Começou a introdução alimentar. Será que ele já está pronto para isso? O que podemos dar? O que evitar? Como fazer com que ele tenha uma boa relação com a comida? A maioria das crianças não vai comer como você espera nesse primeiro período. E para que criar expectativas nisso também? Aí você pensa: de que forma vou apresentar estes alimentos? E BLW? Que sigla é essa? São tantas questões quando a comida entra na vida dos pequenos... mas será que precisa ser tão complexo assim? Para conversar sobre esse assunto e tirar todas as dúvidas sobre a Introdução Alimentar e como manter uma boa relação com a comida até a fase adulta, conversamos com a Fabiolla Duarte. Ela é educadora e pesquisa sobre alimentação infantil e adulta sob o olhar da educação. Seu filho completou seis meses. Começou a introdução alimentar. Será que ele já está pronto para isso?
O que podemos dar? O que evitar?
Como fazer com que ele tenha uma boa relação com a comida?
A maioria das crianças não vai comer como você espera nesse primeiro período. E para que criar expectativas nisso também?
Aí você pensa: de que forma vou apresentar estes alimentos? E BLW? Que sigla é essa?
São tantas questões quando a comida entra na vida dos pequenos… mas será que precisa ser tão complexo assim?
Para conversar sobre esse assunto e tirar todas as dúvidas sobre a Introdução Alimentar e como manter uma boa relação com a comida até a fase adulta, conversamos com a Fabiolla Duarte. Ela é educadora e pesquisa sobre alimentação infantil e adulta sob o olhar da educação.
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Seu filho completou seis meses. Começou a introdução alimentar. Será que ele já está pronto para isso? O que podemos dar? O que evitar? Como fazer com que ele tenha uma boa relação com a comida? A maioria das crianças não vai comer como você espera ... Seu filho completou seis meses. Começou a introdução alimentar. Será que ele já está pronto para isso?<br /> O que podemos dar? O que evitar?<br /> Como fazer com que ele tenha uma boa relação com a comida?<br /> A maioria das crianças não vai comer como você espera nesse primeiro período. E para que criar expectativas nisso também?<br /> Aí você pensa: de que forma vou apresentar estes alimentos? E BLW? Que sigla é essa?<br /> São tantas questões quando a comida entra na vida dos pequenos... mas será que precisa ser tão complexo assim?<br /> Para conversar sobre esse assunto e tirar todas as dúvidas sobre a Introdução Alimentar e como manter uma boa relação com a comida até a fase adulta, conversamos com a Fabiolla Duarte. Ela é educadora e pesquisa sobre alimentação infantil e adulta sob o olhar da educação. OPodcastEDelas 1:33:46
Em Casa A Gente Conversa #9 – Pai de primeira viagem: do que temem? https://opodcastedelas.com.br/2019/06/em-casa-a-gente-conversa-9-pai-de-primeira-viagem-do-que-temem/ Wed, 12 Jun 2019 20:30:31 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10022 Pais também têm medo. Pais também têm insegurança. E também precisam conversar sobre a vinda do bebê. O filho não vem com manual de instruções e por isso eles também precisam aprender a lidar com todo aquele novo cenário. É necessário mais espaço para os homens conversarem, dividirem as dores, compartilharem as inseguranças. Homens aqui também choram, também temem, também sentem e se emocionam. E por isso abrimos espaço aqui no Em Casa A Gente Conversa para que eles falem sobre isso. Neste episódio quem conversa é o Otávio, meu marido e pai dos meus três filhos, com os convidados: Heitor Esmeriz, pai do Bernardo, e Fernando, que ainda aguarda a chegada de sua primeira filha. Pais também têm medo. Pais também têm insegurança. E também precisam conversar sobre a vinda do bebê.
O filho não vem com manual de instruções e por isso eles também precisam aprender a lidar com todo aquele novo cenário.
É necessário mais espaço para os homens conversarem, dividirem as dores, compartilharem as inseguranças. Homens aqui também choram, também temem, também sentem e se emocionam.
E por isso abrimos espaço aqui no Em Casa A Gente Conversa para que eles falem sobre isso.
Neste episódio quem conversa é o Otávio, meu marido e pai dos meus três filhos, com os convidados:
Heitor Esmeriz, pai do Bernardo, e Fernando, que ainda aguarda a chegada de sua primeira filha.
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Pais também têm medo. Pais também têm insegurança. E também precisam conversar sobre a vinda do bebê. O filho não vem com manual de instruções e por isso eles também precisam aprender a lidar com todo aquele novo cenário. Pais também têm medo. Pais também têm insegurança. E também precisam conversar sobre a vinda do bebê.<br /> O filho não vem com manual de instruções e por isso eles também precisam aprender a lidar com todo aquele novo cenário.<br /> É necessário mais espaço para os homens conversarem, dividirem as dores, compartilharem as inseguranças. Homens aqui também choram, também temem, também sentem e se emocionam.<br /> E por isso abrimos espaço aqui no Em Casa A Gente Conversa para que eles falem sobre isso.<br /> Neste episódio quem conversa é o Otávio, meu marido e pai dos meus três filhos, com os convidados:<br /> Heitor Esmeriz, pai do Bernardo, e Fernando, que ainda aguarda a chegada de sua primeira filha. OPodcastEDelas 1:05:28
Em Casa A Gente Conversa – #8 Puerpério: Precisamos Falar Sobre Ele. https://opodcastedelas.com.br/2019/06/em-casa-a-gente-conversa-8-puerperio-precisamos-falar-sobre-ele/ Wed, 05 Jun 2019 20:27:12 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10019 O bebê nasceu e ninguém te avisou o que viria depois. Você está lá: sozinha, com um neném nos braços. Vagina doendo. Cicatriz da cesárea latejando. Peitos vazando, doloridos e quase empedrando. Ou nervosismo porque parece que o leite nunca vai descer. Isolamento, solidão, medo. Você vive agora o desconhecido, com aquele bebê sem manual de instruções. Recebe palpites por todos os lados, julgamentos desnecessários. Se der sorte, conta com uma rede de apoio, com um marido presente que também é pai participativo. Se não, mais um leão para matar. Puerpério. Ele precisa ser falado! E nós estamos aqui para falar sobre ele. O bebê nasceu e ninguém te avisou o que viria depois.
Você está lá: sozinha, com um neném nos braços. Vagina doendo. Cicatriz da cesárea latejando.
Peitos vazando, doloridos e quase empedrando. Ou nervosismo porque parece que o leite nunca vai descer.
Isolamento, solidão, medo.
Você vive agora o desconhecido, com aquele bebê sem manual de instruções. Recebe palpites por todos os lados, julgamentos desnecessários.
Se der sorte, conta com uma rede de apoio, com um marido presente que também é pai participativo. Se não, mais um leão para matar.
Puerpério.
Ele precisa ser falado!
E nós estamos aqui para falar sobre ele.

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O bebê nasceu e ninguém te avisou o que viria depois. Você está lá: sozinha, com um neném nos braços. Vagina doendo. Cicatriz da cesárea latejando. Peitos vazando, doloridos e quase empedrando. Ou nervosismo porque parece que o leite nunca vai descer... O bebê nasceu e ninguém te avisou o que viria depois.<br /> Você está lá: sozinha, com um neném nos braços. Vagina doendo. Cicatriz da cesárea latejando.<br /> Peitos vazando, doloridos e quase empedrando. Ou nervosismo porque parece que o leite nunca vai descer.<br /> Isolamento, solidão, medo.<br /> Você vive agora o desconhecido, com aquele bebê sem manual de instruções. Recebe palpites por todos os lados, julgamentos desnecessários.<br /> Se der sorte, conta com uma rede de apoio, com um marido presente que também é pai participativo. Se não, mais um leão para matar.<br /> Puerpério.<br /> Ele precisa ser falado!<br /> E nós estamos aqui para falar sobre ele. OPodcastEDelas 1:27:40
Em Casa A Gente Conversa #7 – Viajando Com Crianças: Por Que Isso É Tabu? https://opodcastedelas.com.br/2019/05/em-casa-a-gente-conversa-7-viajando-com-criancas-por-que-isso-e-tabu/ Wed, 29 May 2019 20:23:54 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10016 O que você faz com o tempo que passa com os seus filhos? Menos celular, menos trabalho e mais diversão é a meta. Mas, você tem conseguido isso? Vá caminhar com seu filho no carrinho, chame ele pra surfar contigo, viaje mesmo com filhos pequenos! Aproveite! Traga sua cria para o que você gosta ao invés de deixar de fazer o que te deixa feliz. É sobre isso que conversamos neste episódio! Conversei hoje com a Ana Luiza Masi, mãe de três meninas. Ela Adora compartilhar experiências, desafios e conquistas. Foca no estilo de vida mais leve e saudável, sem neurose e em busca de equilíbrio. E também falei com a Marina Martensen, mãe de um casal. Proprietária de um estúdio de tatuagem, fotógrafa e idealizadora do Família Ativa, um projeto que incentiva o esporte, o lazer e viagens em família. O que você faz com o tempo que passa com os seus filhos? Menos celular, menos trabalho e mais diversão é a meta. Mas, você tem conseguido isso?
Vá caminhar com seu filho no carrinho, chame ele pra surfar contigo, viaje mesmo com filhos pequenos!
Aproveite! Traga sua cria para o que você gosta ao invés de deixar de fazer o que te deixa feliz.
É sobre isso que conversamos neste episódio!
Conversei hoje com a Ana Luiza Masi, mãe de três meninas. Ela Adora compartilhar experiências, desafios e conquistas. Foca no estilo de vida mais leve e saudável, sem neurose e em busca de equilíbrio. E também falei com a Marina Martensen, mãe de um casal. Proprietária de um estúdio de tatuagem, fotógrafa e idealizadora do Família Ativa, um projeto que incentiva o esporte, o lazer e viagens em família.

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O que você faz com o tempo que passa com os seus filhos? Menos celular, menos trabalho e mais diversão é a meta. Mas, você tem conseguido isso? Vá caminhar com seu filho no carrinho, chame ele pra surfar contigo, viaje mesmo com filhos pequenos! O que você faz com o tempo que passa com os seus filhos? Menos celular, menos trabalho e mais diversão é a meta. Mas, você tem conseguido isso?<br /> Vá caminhar com seu filho no carrinho, chame ele pra surfar contigo, viaje mesmo com filhos pequenos!<br /> Aproveite! Traga sua cria para o que você gosta ao invés de deixar de fazer o que te deixa feliz.<br /> É sobre isso que conversamos neste episódio!<br /> Conversei hoje com a Ana Luiza Masi, mãe de três meninas. Ela Adora compartilhar experiências, desafios e conquistas. Foca no estilo de vida mais leve e saudável, sem neurose e em busca de equilíbrio. E também falei com a Marina Martensen, mãe de um casal. Proprietária de um estúdio de tatuagem, fotógrafa e idealizadora do Família Ativa, um projeto que incentiva o esporte, o lazer e viagens em família. OPodcastEDelas 53:15
Em Casa A Gente Conversa #6 – Pedagogia Waldorf: O Que é? https://opodcastedelas.com.br/2019/05/em-casa-a-gente-conversa-6-pedagogia-waldorf-o-que-e/ Wed, 22 May 2019 20:20:23 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10013 Já ouviu falar na escola Waldorf? É uma pedagogia que tem como base a antroposofia, fundada pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner. As escolas Waldorf tentam olhar como um todo cada criança de forma individual, dando atenção ao desenvolvimento físico, espiritual, intelectual e artístico. Um dos objetivos da pedagogia é desenvolver a personalidade da criança de forma equilibrada e integrada. Para conversar sobre este assunto, convidamos a Mariana Herrera, pedagoga, psicopedagoga, terapeuta de extra leson, trabalha há 18 anos com Pedagogia Waldorf, e com a Ana Paula Basso, pedagoga, psicopedagoga e também trabalha com a Pedagogia Waldorf há 18 anos. As duas são sócias-proprietárias da escola Quintal das Borboletas, em Campinas. Já ouviu falar na escola Waldorf? É uma pedagogia que tem como base a antroposofia, fundada pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner.

As escolas Waldorf tentam olhar como um todo cada criança de forma individual, dando atenção ao desenvolvimento físico, espiritual, intelectual e artístico.

Um dos objetivos da pedagogia é desenvolver a personalidade da criança de forma equilibrada e integrada.

Para conversar sobre este assunto, convidamos a Mariana Herrera, pedagoga, psicopedagoga, terapeuta de extra leson, trabalha há 18 anos com Pedagogia Waldorf, e com a Ana Paula Basso, pedagoga, psicopedagoga e também trabalha com a Pedagogia Waldorf há 18 anos. As duas são sócias-proprietárias da escola Quintal das Borboletas, em Campinas.

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Já ouviu falar na escola Waldorf? É uma pedagogia que tem como base a antroposofia, fundada pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner. - As escolas Waldorf tentam olhar como um todo cada criança de forma individual, Já ouviu falar na escola Waldorf? É uma pedagogia que tem como base a antroposofia, fundada pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner.<br /> <br /> As escolas Waldorf tentam olhar como um todo cada criança de forma individual, dando atenção ao desenvolvimento físico, espiritual, intelectual e artístico.<br /> <br /> Um dos objetivos da pedagogia é desenvolver a personalidade da criança de forma equilibrada e integrada.<br /> <br /> Para conversar sobre este assunto, convidamos a Mariana Herrera, pedagoga, psicopedagoga, terapeuta de extra leson, trabalha há 18 anos com Pedagogia Waldorf, e com a Ana Paula Basso, pedagoga, psicopedagoga e também trabalha com a Pedagogia Waldorf há 18 anos. As duas são sócias-proprietárias da escola Quintal das Borboletas, em Campinas. OPodcastEDelas 1:06:32
Em Casa A Gente Conversa #5 – Rede De Apoio: “É Preciso Uma Aldeia Para Criar Uma Criança” https://opodcastedelas.com.br/2019/05/em-casa-a-gente-conversa-5-rede-de-apoio-e-preciso-uma-aldeia-para-criar-uma-crianca/ Wed, 15 May 2019 20:15:02 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10009 Se eu pudesse escolher uma coisa para dar para todas as mães, seria REDE DE APOIO! Uma mãe, sogra, vizinha, amiga, escola ou funcionária para ajudar no dia a dia. “É preciso uma aldeia para criar uma criança!” A rede de apoio pode minimizar os pesos da maternidade. Mas aceite sem culpa, tá? Você não precisa dar conta de tudo! Quem conversa com a gente é a Fernanda Domingues, jornalista e mãe das gêmeas Vitória e Valentina, de sete meses, e a Priscila Negreiros, empreendedora e mãe do trio Lethícia, João e Luiza. Se eu pudesse escolher uma coisa para dar para todas as mães, seria REDE DE APOIO!

Uma mãe, sogra, vizinha, amiga, escola ou funcionária para ajudar no dia a dia.

“É preciso uma aldeia para criar uma criança!”

A rede de apoio pode minimizar os pesos da maternidade. Mas aceite sem culpa, tá? Você não precisa dar conta de tudo!

Quem conversa com a gente é a Fernanda Domingues, jornalista e mãe das gêmeas Vitória e Valentina, de sete meses, e a Priscila Negreiros, empreendedora e mãe do trio Lethícia, João e Luiza.
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Se eu pudesse escolher uma coisa para dar para todas as mães, seria REDE DE APOIO! Uma mãe, sogra, vizinha, amiga, escola ou funcionária para ajudar no dia a dia. “É preciso uma aldeia para criar uma criança!” Se eu pudesse escolher uma coisa para dar para todas as mães, seria REDE DE APOIO!<br /> <br /> <br /> Uma mãe, sogra, vizinha, amiga, escola ou funcionária para ajudar no dia a dia.<br /> <br /> <br /> “É preciso uma aldeia para criar uma criança!”<br /> <br /> <br /> A rede de apoio pode minimizar os pesos da maternidade. Mas aceite sem culpa, tá? Você não precisa dar conta de tudo!<br /> <br /> <br /> Quem conversa com a gente é a Fernanda Domingues, jornalista e mãe das gêmeas Vitória e Valentina, de sete meses, e a Priscila Negreiros, empreendedora e mãe do trio Lethícia, João e Luiza. OPodcastEDelas 57:20
Em Casa A Gente Conversa #4 – Mães Empreendedoras: “Quem tem um porquê, enfrenta qualquer como” https://opodcastedelas.com.br/2019/05/em-casa-a-gente-conversa-4-maes-empreendedoras-quem-tem-um-porque-enfrenta-qualquer-como/ Wed, 08 May 2019 20:10:43 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10006 Dados da FGV mostram que cerca de 50% das mulheres são demitidas após a licença maternidade. Das que continuam, algumas ainda optam por sair do trabalho para ficar mais tempo com os filhos. De acordo com um levantamento feito pela Catho, o número de mulheres que deixaram de trabalhar depois de terem filhos é quatro vezes maior que o índice de homens. A solução para todos esses problemas contra as mães no mercado de trabalho não é o empreendedorismo materno. Tem que haver mudanças nas políticas públicas, conversas e muita luta ainda. Mas o empreendedorismo acabou sim sendo a saída que muitas mães arranjaram para serem respeitadas em seu espaço, em seu tempo, com sua cria. Hoje, no Brasil, temos 14 milhões de mães empreendedoras. Dados da FGV mostram que cerca de 50% das mulheres são demitidas após a licença maternidade. Das que continuam, algumas ainda optam por sair do trabalho para ficar mais tempo com os filhos.

De acordo com um levantamento feito pela Catho, o número de mulheres que deixaram de trabalhar depois de terem filhos é quatro vezes maior que o índice de homens.

A solução para todos esses problemas contra as mães no mercado de trabalho não é o empreendedorismo materno. Tem que haver mudanças nas políticas públicas, conversas e muita luta ainda. Mas o empreendedorismo acabou sim sendo a saída que muitas mães arranjaram para serem respeitadas em seu espaço, em seu tempo, com sua cria.

Hoje, no Brasil, temos 14 milhões de mães empreendedoras.
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Dados da FGV mostram que cerca de 50% das mulheres são demitidas após a licença maternidade. Das que continuam, algumas ainda optam por sair do trabalho para ficar mais tempo com os filhos. De acordo com um levantamento feito pela Catho, Dados da FGV mostram que cerca de 50% das mulheres são demitidas após a licença maternidade. Das que continuam, algumas ainda optam por sair do trabalho para ficar mais tempo com os filhos.<br /> <br /> <br /> De acordo com um levantamento feito pela Catho, o número de mulheres que deixaram de trabalhar depois de terem filhos é quatro vezes maior que o índice de homens.<br /> <br /> <br /> A solução para todos esses problemas contra as mães no mercado de trabalho não é o empreendedorismo materno. Tem que haver mudanças nas políticas públicas, conversas e muita luta ainda. Mas o empreendedorismo acabou sim sendo a saída que muitas mães arranjaram para serem respeitadas em seu espaço, em seu tempo, com sua cria.<br /> <br /> <br /> Hoje, no Brasil, temos 14 milhões de mães empreendedoras. OPodcastEDelas 54:13
Em Casa A Gente Conversa #3 – Mãe Solo: “Os Perrengues” Todos Sozinha https://opodcastedelas.com.br/2019/05/em-casa-a-gente-conversa-3-mae-solo-os-perrengues-todos-sozinha/ Wed, 01 May 2019 20:06:39 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10003 Já dizia o Papa Francisco: “Não existe mãe solteira. Mãe não é estado civil”. Parece óbvio, né? Mas falta só toda a sociedade saber disso. Se uma mulher já sofre preconceitos nessa sociedade machista e patriarcal, imagine uma mãe. E se uma mãe já sofre sendo julgada por todos os lados, imagine uma mãe solo! Tem hora que até chegamos a pensar que ela deve ter engravidado sozinha, sem a participação de nenhum homem. Só pode! A culpam em tudo, como se não bastasse o peso que elas já têm que carregar diariamente. Por quantos perrengues, dúvidas, dificuldades precisam passar sozinhas? E é sobre isso que falamos aqui hoje no “Em casa a gente conversa”. Redes: Instagram: http://instagram.com/agenteconversa Facebook: https://www.facebook.com/emcasaagente/ Já dizia o Papa Francisco: “Não existe mãe solteira. Mãe não é estado civil”. Parece óbvio, né? Mas falta só toda a sociedade saber disso.

Se uma mulher já sofre preconceitos nessa sociedade machista e patriarcal, imagine uma mãe. E se uma mãe já sofre sendo julgada por todos os lados, imagine uma mãe solo! Tem hora que até chegamos a pensar que ela deve ter engravidado sozinha, sem a participação de nenhum homem. Só pode!

A culpam em tudo, como se não bastasse o peso que elas já têm que carregar diariamente. Por quantos perrengues, dúvidas, dificuldades precisam passar sozinhas?

E é sobre isso que falamos aqui hoje no “Em casa a gente conversa”.

Redes:
Instagram: http://instagram.com/agenteconversa
Facebook: https://www.facebook.com/emcasaagente/
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Já dizia o Papa Francisco: “Não existe mãe solteira. Mãe não é estado civil”. Parece óbvio, né? Mas falta só toda a sociedade saber disso. Se uma mulher já sofre preconceitos nessa sociedade machista e patriarcal, imagine uma mãe. Já dizia o Papa Francisco: “Não existe mãe solteira. Mãe não é estado civil”. Parece óbvio, né? Mas falta só toda a sociedade saber disso.<br /> <br /> <br /> Se uma mulher já sofre preconceitos nessa sociedade machista e patriarcal, imagine uma mãe. E se uma mãe já sofre sendo julgada por todos os lados, imagine uma mãe solo! Tem hora que até chegamos a pensar que ela deve ter engravidado sozinha, sem a participação de nenhum homem. Só pode!<br /> <br /> <br /> A culpam em tudo, como se não bastasse o peso que elas já têm que carregar diariamente. Por quantos perrengues, dúvidas, dificuldades precisam passar sozinhas?<br /> <br /> <br /> E é sobre isso que falamos aqui hoje no “Em casa a gente conversa”.<br /> <br /> <br /> Redes:<br /> Instagram: http://instagram.com/agenteconversa<br /> Facebook: https://www.facebook.com/emcasaagente/ OPodcastEDelas 42:18
Em Casa A Gente Conversa #2 – Pode Pegar No Colo. Tá Tudo Bem! https://opodcastedelas.com.br/2019/04/em-casa-a-gente-conversa-2-pode-pegar-no-colo-ta-tudo-bem/ Wed, 24 Apr 2019 20:02:08 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=10000 Fique tranquila: pode pegar seu filho no colo, que está tudo bem!! Ai gente não é um alívio saber que você não está errando em fazer isso? Aliás, se algo nunca foi negado por nós foi o colo. E para conversar sobre esse assunto, temos a Andréa Campagnolla, pediatra e mãe da Beatriz de dois anos, e a Abilaine Moreira, mãe da Serena e do Dom, que também tem um ateliê de marcenaria, o Ateliê Serenando. Fique tranquila: pode pegar seu filho no colo, que está tudo bem!! Ai gente não é um alívio saber que você não está errando em fazer isso? Aliás, se algo nunca foi negado por nós foi o colo.

E para conversar sobre esse assunto, temos a Andréa Campagnolla, pediatra e mãe da Beatriz de dois anos, e a Abilaine Moreira, mãe da Serena e do Dom, que também tem um ateliê de marcenaria, o Ateliê Serenando.
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Fique tranquila: pode pegar seu filho no colo, que está tudo bem!! Ai gente não é um alívio saber que você não está errando em fazer isso? Aliás, se algo nunca foi negado por nós foi o colo. E para conversar sobre esse assunto, Fique tranquila: pode pegar seu filho no colo, que está tudo bem!! Ai gente não é um alívio saber que você não está errando em fazer isso? Aliás, se algo nunca foi negado por nós foi o colo.<br /> <br /> <br /> E para conversar sobre esse assunto, temos a Andréa Campagnolla, pediatra e mãe da Beatriz de dois anos, e a Abilaine Moreira, mãe da Serena e do Dom, que também tem um ateliê de marcenaria, o Ateliê Serenando. OPodcastEDelas 58:10
Em Casa A Gente Conversa #1 – Pai não ajuda! https://opodcastedelas.com.br/2019/04/em-casa-a-gente-conversa-1-pai-nao-ajuda/ Wed, 17 Apr 2019 19:55:11 +0000 https://opodcastedelas.com.br/?p=9997 Para estrear este podcast vamos falar sobre um problema tão presente no nosso dia a dia e que apesar disso, muita gente nem se dá conta que ele tá ali: o machismo!! O machismo que nós, mães, sofremos. Paizão só porque troca a fralda e leva o filho para passear? Enquanto isso a mãe é culpabilizada por tudo de errado que acontece com o filho. Quem nunca ouviu a frase: “Ahhh mas sua mãe não te deu educação?” E quem disse que o pai tem que ajudar mesmo? Porque se ele é pai tem a mesma responsabilidade que a mãe. Então não seria uma ajuda e sim uma divisão de tarefas, né? Para estrear este podcast vamos falar sobre um problema tão presente no nosso dia a dia e que apesar disso, muita gente nem se dá conta que ele tá ali: o machismo!! O machismo que nós, mães, sofremos.

Paizão só porque troca a fralda e leva o filho para passear? Enquanto isso a mãe é culpabilizada por tudo de errado que acontece com o filho. Quem nunca ouviu a frase: “Ahhh mas sua mãe não te deu educação?”

E quem disse que o pai tem que ajudar mesmo? Porque se ele é pai tem a mesma responsabilidade que a mãe. Então não seria uma ajuda e sim uma divisão de tarefas, né?

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Para estrear este podcast vamos falar sobre um problema tão presente no nosso dia a dia e que apesar disso, muita gente nem se dá conta que ele tá ali: o machismo!! O machismo que nós, mães, sofremos. - Paizão só porque troca a fralda e leva o filho p... Para estrear este podcast vamos falar sobre um problema tão presente no nosso dia a dia e que apesar disso, muita gente nem se dá conta que ele tá ali: o machismo!! O machismo que nós, mães, sofremos.<br /> <br /> Paizão só porque troca a fralda e leva o filho para passear? Enquanto isso a mãe é culpabilizada por tudo de errado que acontece com o filho. Quem nunca ouviu a frase: “Ahhh mas sua mãe não te deu educação?”<br /> <br /> E quem disse que o pai tem que ajudar mesmo? Porque se ele é pai tem a mesma responsabilidade que a mãe. Então não seria uma ajuda e sim uma divisão de tarefas, né? OPodcastEDelas 1:06:30