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Dicionário Feminista #65 – Idade

Ilustração de um grupo de pessoas de diversas faixas etárias. No canto esquerdo está escrita a palavra "idade"

Ilustração de um grupo de pessoas de diversas faixas etárias. No canto esquerdo está escrita a palavra "idade"

Segundo o dicionário, idade é o tempo de vida que se considera desde o nascimento até certa data, determinada como ponto de referência. Essa palavra tem origem do termo em latim “aetas” que significa duração da vida, tempo, época, geração.

A idade é usada para marcar períodos na história dos humanos e da humanidade. Prova disso é a forma como dividimos quatro períodos históricos: a Idade Antiga, a Idade Média, a Idade Moderna e a Idade Contemporânea, que tem início em 1789 e é a qual vivemos até os dias atuais.

Nossa idade também aparece em alguns documentos oficiais do governo. Porém, ela pode ser diferente na Coreia do Sul. Isso porque a idade de um indivíduo lá não é equivalente a quantidade de anos que essa pessoa está viva. Na Coreia do Sul, todo mundo nasce com 1 ano de idade e todo mundo faz aniversário no mesmo dia: 1o de janeiro.

A idade de alguém não só pode ser relativa ao país em que a pessoa está, como também ao contexto em que estamos inserindo ela. Alguns psicanalistas apontam que existem 4 tipos de idade: a cronológica, a biológica, a social e a psicológica.

A idade cronológica seria aquela que está na nossa carteira de identidade, ou seja, a idade que nos vêm à cabeça quando alguém nos pergunta quantos anos a gente tem. A idade biológica corresponde às mudanças do corpo humano, ou seja, o desenvolvimento dos músculos e dos ossos, o crescimento de pelos durante a puberdade e a menor elasticidade da pele em idades mais avançadas. A idade social é aquela a qual nos é associada pela sociedade, de acordo com os padrões etários que são estabelecidos. E, por fim, a idade psicológica que, para alguns especialistas, representa a capacidade que a pessoa tem de se adaptar ao meio. Para outros estudiosos da área, a idade psicológica fala sobre como cada indivíduo percebe a si mesmo no meio em que vive.

Porém, mesmo com todas essas possibilidades de idade, muitas pessoas insistem em associar estereótipos a certas faixas etárias. Daí vemos a origem de preconceitos como o idadismo, o gerontologismo, ou mesmo expressões mega equivocadas como “ela já tem idade pra casar” ou “eu sou muito velha pra isso”.

Aperta o play para ouvir a nossa conversa sobre idade!

* Notas de rodapé desse episódio:

O beijo da Teka foi para a Nely e da Ju para a Fernanda.


* Fontes usadas na produção desse episódio: